Ranjit Maharaj



O Caminho do Pássaro - Vihangam Marg

O completo esquecimento da ilusão significa que nada é, nada existe. Ela ainda está aí, mas para você ela não tem realidade. É a isso que se chama de Constatação (Realização), ou Auto-Conhecimento. É a constatação do Ser sem o eu.

Ranjit Maharaj

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Introdução - Ranjit Maharaj

Sri Ranjit Maharaj nasceu no dia 6 de janeiro de 1913 em Bombaim, Índia. Na sua tenra infância foi um devoto fervoroso de Krishna, mas aos 12 anos de idade conheceu Shri Sadguru Siddharameshwar Maharaj, que se tornou seu mestre. Depois, Shri Siddharameshwar também se tornou mestre do venerado sábio indiano Nisargadatta Maharaj.

Realidade Além da Aparência

Não há um único ponto em que a Realidade não esteja. Você vivencia a existência através dos objetos, mas tudo isso não é nada. É onipresente, mas você não pode vê-la. Por quê? Porque você é a própria Realidade. Então como pode você se ver? Para ver seu rosto, você precisa de um espelho.

A verdadeira felicidade está dentro de você e não fora. No sono profundo, você é feliz. Esquece-se do mundo. Portanto, a felicidade jaz no esquecimento do mundo. Deixe o mundo ser como é; não o destrua, mas saiba que ele não é. Faça tudo quanto tenha que fazer, mas fique desapegado com a compreensão de que seja lá o que for que você sinta, perceba e alcance é ilusão; não existe, e a sua mente precisa aceitar isso.

A mente não passa de conhecimento. As pessoas diferenciam a mente do conhecimento, mas isso não é correto. Não há nada no mundo. É ilusão. Só a Realidade existe, e, quando você entender que a ilusão é realmente ilusão, como poderá ela afetá-lo? Como poderá você sequer sentir que ela o afeta?

Quando você compreende que nada permanece, já não se trata mais do amor. A felicidade do Ser que você sente é ainda o prazer do conhecimento. Primeiro você precisa se conscientizar e depois se tornar a própria Realidade, porque você é Ela. Portanto, não faz mal algum viver na ilusão, no mundo, mas ele não existe, você não é atingido.

Um Pássaro Livre

Sou afável com todos, porque não sinto os outros como diferentes de mim.

Minha verdadeira natureza é o silêncio. Permaneço sereno em meu Ser.

A vida ao redor de mim é o meu SER. Medito neste SER com devoção.

A chama da vida está sempre acesa. Sou tanto o devoto como o objeto de devoção.

Não existo sob qualquer forma ou aparência e, no entanto, Eu sou. Meu SER é um mistério para mim!

Esta forma humana tem as suas fraquezas e pontos fortes, porém sei que não sou isto. Portanto não estou limitado pelo corpo.

Não Me concebo como sendo isto ou aquilo. Portanto, não estou delimitado pelo pensamento.

Introdução

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Maior é o que está em vós do que o que está no mundo (I João 4:4)