<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264</id><updated>2012-01-27T13:06:59.433-02:00</updated><category term='Ramana Maharshi'/><category term='P. D. Ouspensky'/><category term='Papaji'/><category term='Ramsh Balsekar'/><category term='Eckhart Tolle'/><category term='Mooji'/><category term='Burt Harding'/><category term='Joan Tollifson'/><category term='Siddharameshwar'/><category term='John Sherman'/><category term='Hazrat Inayat Khan'/><category term='Ranjit Maharaj'/><category term='G. I. Gurdjieff'/><category term='Osho'/><category term='Chinmayananda'/><category term='Isaac Shapiro'/><category term='Nisargadatta Maharaj'/><category term='Dayananda Saraswati'/><category term='Gangaji'/><title type='text'>Advaita - Não dualidade</title><subtitle type='html'>Maior é o que está em você do que o que está no mundo ( I João 4 : 4 )</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>127</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8996446483641641386</id><published>2012-01-27T12:57:00.006-02:00</published><updated>2012-01-27T13:06:59.444-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ramsh Balsekar'/><title type='text'>A Natureza da Consciência - Ramsh Balsekar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Consciência como um obstáculo, é a Consciência identificada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta:&lt;/strong&gt; Essa "fonte" da qual você fala, é separada em cada individuo ou é algo que encobre todo mundo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Ramesh:&lt;/strong&gt; É algo que encobre a todos. Está dentro de todos, de todo objeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Uma parte é separada e dada para mim e outra parte para outra pessoa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Não, não. É tudo um. Essa é a totalidade da qual os místicos têm falado a respeito por centenas de anos, e que os cientistas têm falado desde que a mecânica quântica foi desenvolvida. Tudo o que há, é essa totalidade e unidade que não pode ser separada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Consciência impessoal é o Shiva ou Atman; ou o Ser, como Ramana Maharshi costumava dizer. E o jiva ou o ser que é o "ser egoísta", é a consciência identificada. O que Ramana Maharshi costumava dizer é que a Consciência é o oceano todo. A Consciência universal ou o Ser é o oceano e o jiva ou a consciência identificada é uma bolha. Mas a bolha em si, enquanto permanece uma bolha, está aparentemente separada. Entretanto, o que é a bolha senão água? E quando a bolha estoura, para onde ela vai? Ela se torna o oceano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando a compreensão acontece, não faz diferença que palavras são usadas ou que mestre as usou. Cada mestre usou palavras diferentes apenas por uma razão: sua audiência era diferente, as circunstâncias diferentes, as pessoas diferentes e os tempos diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nisargadatta me disse uma vez, fiquei surpreso quando ele disse: "Muitos de meus colegas não gostam do que eu digo, pois eu não estou repetindo como um papagaio as palavras que meu guru usava. O que sai de meus lábios é o que você precisa, não o que os meus colegas e eu precisamos." O que me surpreendeu foi quando ele adicionou, "Quando você falar, o que você dirá não será uma repetição do que eu estive dizendo". Assim, muitas pessoas que costumavam ir ao Nisargadatta não gostam do que eu digo. Eles falam, "Isso não é o que o Maharaj disse!" É claro que não é o que ele disse!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; De acordo com o que você diz, a Consciência é todas as coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Sim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; A Consciência criou o "eu"?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Sim. O "eu" não é nada além da Consciência. A forma é uma outra questão. Mas o "eu" ainda é a Consciência que criou a identificação dentro do corpo na forma de um "eu".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Se o sentido de "eu" vem da Consciência, a Consciência está ali, não é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Ela está ali. Ela está aqui, e estará aqui mesmo quando este organismo corpo-mente não estiver aqui. Esse é o ponto. É por isso que a questão básica do Zen é, "Qual era a sua face original? Qual era a sua natureza real antes dos seus pais nascerem"? Sua natureza verdadeira não começou com o seu nascimento e não irá perecer com a morte do corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; No livro, "Antes da consciência", Nisargadatta Maharaj diz, "a Consciência é tudo o que há". Ele diz isso uma porção de vezes, mas às vezes ele fala da Consciência de uma maneira negativa, que devemos ir antes da Consciência. Ele fala dela de duas maneiras diferentes, como o Absoluto, e como algo que está nos impedindo. Ele sugere que temos que ir além da Consciência. Eu não entendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; A Consciência, quando ele fala dela como um obstáculo, é a Consciência identificada. Antes da Consciência é a Consciência-em-repouso, que é a nossa natureza real. Então ele fala sobre o "noumenal" e o fenomenal. Na fenomenalidade, este sentido de presença é o estado desperto, e é quando sua mente está ativa. Então o sentido de presença que ele considera ser uma obstrução, é o sentido de presença no estado desperto, que implica a continua conceptualização da mente. A mente não conceitualiza, não pode conceitualizar no sono profundo, porque o sentido de presença está ausente. No "Antes da Consciência", o que ele fala sobre, é a ausência de ambos a presença do sentido de presença e da ausência do sentido de presença onde a questão da Consciência não surge de maneira alguma. Pois no estado de repouso, a Consciência nem mesmo está ciente de si mesma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Por que ela não está ciente de si mesma?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Porque não existe "outro" (algo separado) para estar ciente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Então, o antes da Consciência é a Consciência-em-repouso? E não significa a ausência dela. Não é apenas a pura Consciência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; É a pura Consciência. Esse estado não está negando a Consciência. Ele nega essa alternância da presença e da ausência da Consciência que ocorre apenas na fenomenalidade, portanto está negando a própria fenomenalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Quem é que faz essa negação da fenomenalidade?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; É a mente. Portanto, a Realidade última só pode existir quando ocorre a negação do próprio negador. Quando a própria mente é negada, não há nenhuma "pessoa" para negar. Não há nenhuma "pessoa" para pensar sobre um conceito a respeito da realidade. Esse é um estado onde nenhum conceito é possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Essa é a pura Consciência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Sim, você pode chamá-la de pura Consciência, Consciência-em-repouso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Anterior à consciência identificada?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Com tanto que você a entenda, não há necessidade de nenhuma palavra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Ela também é impura?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; A partir do momento que você nomeia ela de pura Consciência, ela fica impura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P:&lt;/strong&gt; Você diz que isto é "tudo um mundo de sonhos, uma ilusão", e que nós criamos toda manifestação. Ao mesmo tempo você diz que para que a mente e a Consciência possam aparecer, tem de haver um corpo. O que vem primeiro, o corpo ou a Consciência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R:&lt;/strong&gt; Tudo o que existe é a consciência. Naquele estado original chame-o de realidade, chame-o de absoluto, chame-o de um nada, naquele estado não havia razão de estar ciente de nada. Assim a Consciência-em-repouso não estava ciente de si mesma. Ela tornou-se ciente de si mesma apenas quando esse repentino sentimento "Eu Sou" surgiu. O "Eu Sou" é o sentimento impessoal de estar ciente. E foi ai que a Consciência-em-repouso tornou-se Consciência-em-movimento, quando a energia potencial tornou-se energia de fato. Elas não são duas. Nada separado sai da energia potencial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Consciência-em-movimento não está separada da Consciência-em-repouso. A Consciência-em-repouso torna-se a Consciência-em-movimento, e esse momento que a ciência chama de Big Bang o místico chama de o repentino surgimento da consciência (awareness).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ramesh S. Balsekar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-8996446483641641386?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/8996446483641641386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/natureza-da-consciencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8996446483641641386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8996446483641641386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/natureza-da-consciencia.html' title='A Natureza da Consciência - Ramsh Balsekar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-3039252292809252794</id><published>2012-01-18T11:20:00.005-02:00</published><updated>2012-01-18T11:26:38.429-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ramsh Balsekar'/><title type='text'>Ego – O Sentido de Separação - Ramsh Balsekar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Liberação é a compreensão total e final no coração de que não há um fazedor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é a escravidão? A escravidão é - "eu" sou uma pessoa separada, com livre arbítrio e responsável por minhas ações, e portanto, "eu" devo fazer boas coisas. O que é a escravidão? O ego é a escravidão. "Quem" fica feliz ou "quem" fica infeliz? O ego, o sentido de que se pode fazer. O corpo não pode ficar feliz ou triste. Portanto aquele que fica feliz ou infeliz é o ego. E o que é a liberação? Liberação é a liberdade do senso alternado de alegria e tristeza. Liberação é a compreensão total e final no coração de que não há um fazedor, nem um experimentador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Toda religião te pede para se livrar do ego, mas "aquele" para quem as religiões falam para se livrar do ego - é o ego. É falado para o ego se livrar do ego! Mas o ego não vai cometer suicídio. Portanto a questão realmente é: Quem criou o ego? Que temos que nos livrar do ego - de acordo. Mas quem criou o ego? Você não criou o ego. De onde poderia o ego ter vindo? De onde ele poderia ter vindo exceto da Fonte! Se você chama essa Fonte de Consciência ou Energia Primordial, ou Deus ou Ciência (awareness) não faz diferença, com tanto que você entenda que é a Fonte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto o ego também veio da Fonte. É por isso que eu chamo o ego de Hipnose divina. A hipnose é - "eu" considero a mim mesmo um ser separado com um sentido de que posso fazer. Por que a Fonte criou o sentido de separação? Porque sem a separação as relações inter-humanas não aconteceriam. É apenas por causa dessa separação que nós temos amizade e inimizade, amor e ódio. Tudo isso acontece apenas porque cada indivíduo considera a si mesmo um ser separado. E sem as relações inter-humanas a vida como conhecemos não aconteceria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Lembre, a Fonte tendo criado o ego, ou a Hipnose divina, está no processo de remover a hipnose em alguns poucos casos, não em todos os casos. Então o Ego - o sentido de separação, a hipnose divina, o sentido de fazedor individual - basicamente foi destruído no caso de poucos organismos corpo-mente chamados sábios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que permanece no caso do organismo corpo-mente chamado sábio? A programação permanece. É por isso que você pode ter dez sábios, e em cada caso o sentido de fazer pessoal foi demolido, mas eles têm vidas diferentes. Por quê? Porque a programação é diferente. Em outras palavras, embora o ego tenha sido destruído, a Fonte continua a usar aqueles organismos corpo-mente dos sábios da mesma maneira que a Fonte usa os outros organismos corpo-mente - introduzindo um estimulo e trazendo uma resposta. Portanto os organismos corpo-mente dos sábios continuam a funcionar exatamente como antes, mas sem o sentido de autoria das ações e sem o sentido de separação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se o organismo corpo-mente do sábio tem a programação de ter o pavio curto, então aquele sábio antes da liberação costumava ficar bravo muito rápido. E depois da iluminação o sábio continua a ficar bravo muito rápido. A programação é para a braveza surgir. A única diferença é que antes o sábio costumava dizer, "eu não deveria ficar bravo com meus amigos. Meus amigos não gostam disso. E me disseram para não ficar bravo, pois assim minha pressão arterial irá subir, portanto tenho que controlar minha braveza". Tudo isso era o envolvimento do ego, que costumava aparecer antes do ego ser destruído. O que acontece depois do ego ser destruído? Quando a braveza surge o sábio não diz, "eu estou bravo, eu não deveria ficar bravo." Ele não diz isso. A braveza que surgiu e o efeito dela é meramente testemunhado, incluindo as consequências. Por outro lado, se algo está acontecendo e a compaixão surge, anteriormente o ego diria, "eu sou um homem compassivo e as pessoas deveriam me respeitar". Mas depois que o ego é destruído, não há tal pensamento. O sábio não pensa assim. Tudo o que ele vê é a compaixão surgindo e tomando o seu curso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A compaixão do sábio pode tomar qualquer forma. Ao encontrar alguém machucado ele pode fazer um curativo nessa pessoa, ou ao ver alguém passando necessidades ele pode dar-lhe algum dinheiro. Então a compaixão surge e toma seu próprio curso, mas o sábio nunca está envolvido naquela ação como sendo uma ação sua. Essa é a única diferença de acordo com o meu conceito. O sentido de autoria das ações foi apagado para sempre. Ele apenas testemunha as coisas acontecendo não como as "minhas" ações ou as ações de alguma pessoa. Se a ação de algum outro organismo corpo-mente machuca o sábio, o machucado estará lá. Mas sabendo que ninguém faz coisa alguma, A Consciência é tudo o que existe, o sábio não pode odiar ninguém. Quem ele irá odiar? Todas as ações são ações de Deus ou se você quiser colocar de uma maneira diferente, todas as ações são o funcionamento impessoal da Consciência. Então "quem" o sábio irá odiar? A Consciência? Deus?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com o ego tendo sido destruído o sábio não fica orgulhoso; o sábio não se sente culpado, não odeia nem inveja ninguém. Portanto a ausência de culpa, orgulho, raiva, inveja, torna a vida pacífica. E é para esse fim que a busca toda tem sido - a paz no estado desperto que existe no estado de sono profundo. Meu conceito de toda a busca espiritual é ter aquela paz que prevalece durante o sono profundo, mesmo durante o estado desperto, durante nossa vida diária de trabalho. E esse tipo de paz prevalece em nossa vida diária se isto acontece: não há ego para sentir culpa, orgulho, raiva ou inveja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cada evento, cada pensamento, cada sentimento que diz respeito a qualquer "indivíduo" é um movimento na consciência, trazido pela Consciência (Brahman).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cada coisa ou objeto no universo manifesto é um produto da Consciência, tanto durante a ilusão quando a manifestação parecia ser "real", como depois da realização da verdade. Não somos nada além da Consciência, e nunca fomos nenhuma outra coisa. Talvez seria mais fácil de "entender" a Verdade, se fosse concebido que nunca houve nenhum "nós" em momento algum, e tudo o que existe - e tudo o que sempre existiu - é a consciência (Brahman).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Nós" pensamos sobre nós mesmos, consciente ou inconscientemente, como seres sencientes e, portanto como separados da manifestação: nós somos o sujeito e o resto da manifestação é o objeto. A realidade é que "nós" como fenômeno manifestado, somos na verdade nada além de uma parte do universo manifestado. O que nos faz pensar de nós mesmos como separados é o fato que o aparente universo torna-se conhecido a nós, como seres sencientes, através da senciência operando através das faculdades cognitivas. Essa "senciência", como um aspecto da própria Consciência, é uma manifestação direta da "mente total" (Brahman). E é por isso que não conseguimos nos livrar do profundo sentimento de que "eu" sou diferente da aparência manifesta. E assim de fato somos, mas a ilusão (Maya) consiste no fato de que em vez de considerarmo-nos coletivamente como a senciência que nos capacita reconhecer a manifestação (incluindo os seres sencientes) que apareceu na Consciência, consideramos a nós mesmos como entidades individuais separadas. E aí reside nosso sofrimento e prisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tão logo haja a realização (o despertar para o fato) que nós não somos entidades separadas, mas sim a própria Consciência (com a senciência atuando como um meio para reconhecer a manifestação), a ilusão de separação - a causa de nosso sofrimento e aprisionamento - desaparece. Há então uma percepção clara de que não manifestos, somos Nômenos (oposto de fenômenos), e enquanto manifestos, somos aparência - não mais separados do que substância e forma (o ouro e os ornamentos de ouro). A manifestação surge do não manifesto e no devido tempo submerge de volta no não manifesto. Os seres humanos como indivíduos são realmente muito irrelevantes, exceto, é claro, como personagens ilusórios numa peça num sonho que é conhecida como vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ramesh S. Balsekar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-3039252292809252794?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/3039252292809252794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/ego-o-sentido-de-separacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3039252292809252794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3039252292809252794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/ego-o-sentido-de-separacao.html' title='Ego – O Sentido de Separação - Ramsh Balsekar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-4614793884504639560</id><published>2012-01-11T20:37:00.005-02:00</published><updated>2012-01-11T20:48:58.707-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ramsh Balsekar'/><title type='text'>A Verdade Além dos Conceitos – (2) - Ramsh Balsekar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Qualquer ação que aconteça, podemos sempre buscar o motivo na programação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; É claro que você acredita que tudo que nós fazemos é porque é a vontade de Deus que nós o façamos. Mas me parece que isso só faria realmente sentido no caso de um indivíduo que chegou ao fim do caminho espiritual - que tenha acabado com o ego - porque as ações dessa pessoa não estão a serviço de si mesma e, portanto, não surgiria nenhuma deformação com a vontade de Deus. Mas até esse ponto, se um indivíduo age incorretamente em relação a outro, bem poderia ser somente uma reação compulsiva porque a pessoa sente-se egoísta. Se este é o caso, então o que você diz poderia realmente ser usado como uma justificativa para um comportamento desagradável ou agressivo. Você acaba de dizer, "é tudo a vontade de Deus. Não tem importância!"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Ramsh Balsekar:&lt;/strong&gt; Sei, mas isso é a verdade. Sua pergunta real é, "por que Deus criou o mundo como é?" Mas veja, um ser humano é somente um objeto criado que é parte da totalidade da manifestação que veio da Fonte. Portanto minha resposta é: "um objeto criado jamais poderia conhecer seu criador!" Deixe-me trazer uma metáfora. Vamos imaginar que você pinte um quadro, e nesse quadro você pinta uma figura. Então aquela figura quer saber primeiro, por que você, como um pintor pintou esse quadro particular, e segundo, por que você pintou aquela figura de modo tão feio! Veja, como pode um objeto criado jamais conhecer a vontade do próprio criador? Meu ponto de vista é que, embora seja assim, isso não o impede de fazer o que você pensa que você deva fazer! Aceitar que nada acontece a menos que seja a vontade de Deus, isso não impede a qualquer pessoa de fazer o que ela pensa que deva fazer. Poderia ser de outra forma?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas baseado nesta linha de raciocínio, como disse antes, seria bastante fácil concluir que, "Ok, tudo é a vontade de Deus, não importa o que acontece!"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Quer dizer, "Então por que deveria fazer qualquer coisa em vez de ficar na cama o dia inteiro?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Sim, por que continuar a fazer qualquer esforço?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; A resposta é que a energia dentro deste organismo corpo/mente não permitirá a este organismo corpo/mente permanecer inativo nem mesmo por um momento. A energia continuará a produzir alguma ação, física ou mental, a cada instante, de acordo com a programação do organismo corpo/mente e o destino do organismo corpo/mente, que é a vontade de Deus. Mas isso não impede a você, que ainda pensa que é um indivíduo, de fazer o que você pensa que você deve fazer. Portanto, o que de fato eu digo é, "Aquilo que você pensa que você deve fazer em qualquer situação, em qualquer momento particular, é precisamente aquilo que Deus quer que você pense que você deve fazer!" Definitivamente, aceitar a vontade de Deus não vai impedi-lo de fazer o que você pensa que você deve fazer. Vê? Aliás, você não pode fazer nada mais que fazê-lo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; De acordo com sua maneira de ver o mundo, isso soa como se, tudo que quer que nós consideremos como sendo nossa escolha, nossa própria vontade e responsabilidade, foi transferida do indivíduo para Deus ou a Consciência. É isso o que você diz?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Quando você pensa que é você quem faz, o que acontece? Há culpa, orgulho, ódio e inveja. Mas isso ainda não impede ao que acontece de continuar a acontecer. Mas quando você pensa que você não faz, então não há nenhuma culpa, nenhum orgulho, nenhum ódio, nenhuma inveja! A vida torna-se mais pacífica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Leio algo num folheto escrito por vários de seus estudantes que parece relevante a esse propósito. Diz: "Aquilo que você gosta só pode ser porque é a vontade de Deus que você goste. Nada pode acontecer a menos que seja Sua vontade".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, é isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; O folheto também diz: "Não se sinta culpado mesmo que um adultério aconteça. Você, a Fonte, é sempre pura".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Isso é Ramana Maharshi quem disse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Meu ponto é que a Fonte pode ser sempre pura, mas novamente, parece-me que isso poderia facilmente ser tomado como uma desculpa para agir sem consciência. Você poderia dizer, "não importa se cometo adultério, não importa se machuco meus amigos porque é simplesmente uma ação que acontece". Poderia facilmente ser tomada como uma permissão para agir segundo meu desejo, só porque me aconteceu de ter aquele desejo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas não é isso que acontece?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Acontece, certamente, mas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Quer dizer que aconteceria mais frequentemente?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Com facilidade, poderia acontecer mais. Eu poderia dizer, "Hei, não importa o que eu faça agora. Eu não devo conter-me se sinto um desejo". É claro o que eu quero dizer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; A pergunta, normalmente formulada seria essa: "Se eu realmente não faço nada, o que me impede de pegar uma metralhadora e sair por aí e matar vinte pessoas?" É isto que você pergunta, não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Bem, isso é um exemplo extremo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, vamos pegar um exemplo extremo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas eu acho que seria mais interessante considerar o exemplo do adultério, porque muita gente realmente não faria algo tão extremo como sair por aí de metralhadora para derrubar outras pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Bem. É a mesma coisa quando conversamos sobre cometer adultério.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Leio que os psicólogos e biólogos, baseados em suas pesquisas, chegaram à conclusão que se você trair sua esposa, você não deve se culpar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Bem, eu não creio que essa seja a opinião de toda a comunidade científica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; O que eu digo é isso, cada vez mais os cientistas estão chegando à conclusão que os místicos sempre sustentaram - de que qualquer ação que aconteça, podemos sempre buscar o motivo na programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Dou-me conta de que, em alguns casos, isto pode ser verdade, mas deixe-me dizer, por exemplo, que eu tenha o desejo de cometer adultério. Posso dizer, "deve ser a vontade de Deus que eu faça isto e então seguirei adiante" ou, posso conter-me e não causar tanto sofrimento para meus amigos. Não seria melhor se eu me contivesse?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Então o que é que o impede de se conter? Faça como quiser! O que o impede de conter-se? Contenha-se!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Meu ponto de vista é que é melhor fazer assim!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Também é o meu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas de acordo com sua visão, assim eu poderia facilmente dizer, "se eu sinto esse desejo, deve ser porque é a vontade de Deus", e então não me contenho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Você afirma que você sabe que deveria se conter, então por que você não se contém? Se um organismo corpo/mente não é programado para trair sua esposa, então qualquer coisa que digam os outros, ele não o fará. Se você for programado de maneira que você não levantará sua mão contra ninguém, você começará a matar as pessoas? Agora, se existisse uma lei permitindo que você bata em sua esposa sem que você corra nenhum risco, você começaria a surrar sua esposa? Não, a menos que o organismo corpo/mente seja programado para fazer isso, e se é programado para fazer isso, o fará de qualquer jeito. Então como disse, aceitar a vontade de Deus não vai impedi-lo de fazer qualquer coisa que você pense que você deva fazer. Faça-a! Faça exatamente aquilo que você acha que deva ser feito!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Todavia, no final, como podemos dizer que sabemos que é destino ou a vontade de Deus? Tudo que nós sabemos é que certos eventos se manifestam. Em seguida, podemos rever algo que fizemos e admitir, "Aconteceu, simplesmente" e se gostamos, podemos chamá-lo de destino. Mas não é mais exato dizer que nós realmente não sabemos se é destino ou não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Esse é o ponto. Nós não sabemos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas dizer que não sabemos é diferente de dizer "sabemos que é a vontade de Deus". É diferente de dizer "sabemos que tudo é predestinado". Veja, me parece que você quer afirmar que você sabe que tudo é a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Nós não sabemos, e isto é um fato; então se você quiser você pode jogar fora o conceito de destino e dizer que ninguém realmente pode saber alguma coisa sobre nada. Ótimo! Não há nenhuma necessidade de manter o conceito de destino. Afinal de contas, se aceita que o que acontece não está em seu controle, então quem estaria preocupado com o destino?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Já que muitos buscadores espirituais vêm a você para receber algum conselho sobre o caminho espiritual, eu gostaria de saber que valor, se é que tem algum valor, você dá ao caminho espiritual como instrumento em direção à Iluminação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Se a sadhana [a prática espiritual] é necessária, um organismo corpo/mente é programado para seguir uma sadhana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Em outras palavras, se tem que acontecer, acontece?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Isso mesmo. As pessoas às vezes me perguntam, "Se nada está em nossas mãos, deveríamos meditar ou não?" Minha resposta é muito simples. Se vocês gostam de meditar, meditem; se vocês não gostam de meditar, não se forcem a meditar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; A busca espiritual então é um obstáculo para Iluminação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, buscar é o maior obstáculo por causa da presença do buscador. O buscador é o obstáculo - não a busca; a busca acontece por si mesma. A busca acontece porque o organismo corpo/mente é programado para buscar. Se a busca da iluminação acontece, então o organismo corpo/mente foi programado para buscar. O obstáculo é o buscador que diz, "quero a Iluminação".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Então porque tantos sábios falaram sobre a importância da busca? Ramana Maharshi disse que o buscador tem que querer a Iluminação com a mesma intensidade que um homem que esteja afogando-se quer o ar, com o mesmo grau de concentração e sinceridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Certamente. Portanto isso quer dizer que tem que ter esse tipo de intensidade na busca. Mas ele também disse, "Se você quer fazer um esforço, você deve fazer um esforço; mas se o esforço não é destinado a acontecer, o esforço não será feito". É isso que Ramana Maharshi disse. Então veja, se alguém busca ou não busca não está em seu controle. Se a busca por Deus ou a busca pelo dinheiro acontece, não é nem seu mérito nem sua culpa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Num de seus livros você afirmou que alguém realmente alcançou certa profundidade de entendimento quando pode dizer, "eu não estou nem aí se a Iluminação acontece ou não neste organismo corpo/mente".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; É verdade. Quando alcança esse estágio, então significa que o buscador não está mais aí. Está extremamente perto da Iluminação porque se não há ninguém que se interesse, então não há mais nenhum buscador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas o resultado não pode ser uma indiferença extraordinariamente profunda que não é Iluminação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Isso poderia levar a Iluminação!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Tenho mais uma pergunta. Você frequentemente diz que nós deveríamos "somente aceitar o que é".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, se é possível para você fazer isto - e isto não está em seu controle!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ramsh Balsekar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;EPÍLOGO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto passei meio zonzo pelo porteiro e saia nas ruas tumultuadas de Bombaim, minha mente vacilava. Como poderia ser, perguntei-me enquanto abria caminho no meio da multidão, que um homem educado e inteligente como Ramesh Balsekar pudesse realmente acreditar que tudo seja predestinado, que antes de ter nascido, nosso destino já estava gravado numa espécie de granito etéreo? Poderia ele ser realmente sério em sua insistência de que nossa vida inteira, com seu fluxo aparentemente interminável de escolhas e decisões e oportunidades para sistematizar o próprio curso para melhor ou para pior, seja realmente, desde o primeiro respiro, um destino?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto atravessava a calçada em busca de um café, onde encontrar um refúgio do caos, os pontos difíceis de nosso breve diálogo iam passando em minha cabeça. Sim, "Assim seja" é a essência da maioria das religiões, pensei comigo, mas para os grandes místicos e sábios que fizeram tais declarações por toda a história, a rendição à vontade de Deus tem um significado muito maior do que simplesmente aceitar que não há nada que ninguém possa fazer para influenciar as circunstâncias da vida. Certamente aquilo que tradicionalmente se referia "a vontade Deus" é algo que alguém descobre quando o ego foi absolutamente abandonado, quando todas as motivações egoísticas foram todas queimadas, deixando-o completamente rendido para cumprir a vontade de Deus, qualquer que ela seja! Para um Jesus ou um Ramakrishna ou um Ramana Maharshi dizer que se rendeu à vontade de Deus é um fato. Mas dizer que isto é verdade para todo o mundo, naquele momento, pareceu-me refletir uma forma perigosa e particular de loucura que poderia ser usada para justificar as mais extremas formas de comportamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A declaração de Balsekar, "O que você acha que você deve fazer em qualquer situação... é precisamente aquilo que Deus quer que você ache que deva fazer", significa que para ele o Buda Iluminado não está fazendo em medida maior a vontade de Deus que o assassino em série que ataca sua próxima vítima. Tinha vindo à entrevista esperando que houvesse algum desacordo, mas de qualquer forma até os livros de Balsekar, nos quais todas essas ideias são claramente e repetidamente expressadas, não me tinham preparado para meu encontro com o homem. Como tinham lhe surgido essas ideias? Perguntei-me. E por quê? Meus pensamentos rodavam e rodavam, lembrando-me de sua arrepiante afirmação de que, mesmo quando machucamos alguém, não precisamos sentirmo-nos culpados, pois nós não somos responsáveis por nossas ações - que mesmo "Hitler foi meramente um instrumento através do qual os acontecimentos horríveis que tinham que acontecer aconteceram". Sua afirmação, desafiando todo bom senso, que nós não temos nenhum poder de controlar nosso comportamento ou até de influenciar o dos outros. E tudo isto no contexto de sua descrição fantástica de todos nós como "organismos corpo/mente, exercitando nossa 'programação'".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De repente, a visão bem-vinda de uma loja de chá apareceu através da névoa e enquanto conseguia um espaço para entrar, senti alívio ao achar aquele tipo de oásis tranquilo que tinha esperado encontrar. Foi aí, numa das muitas mesas vazias, enquanto o primeiro gole de chá ao leite de sabor adocicado passava pelos meus lábios, que num flash, minha ficha caiu. Eu não estava bebendo aquele chá! Eu não estava sentado naquela mesa! De fato, eu não era aquele que tinha entrado na loja de chá. E eu não era aquele que acabava de se atormentar durante uma hora numa conversa com um homem que naquele momento começava a parecer como um indivíduo são. Aliás, eu nunca tinha feito alguma coisa. Era como se um peso que eu tinha carregado durante minha vida inteira de repente fosse levantado no céu graças a um balão de ar quente, e levado para longe, para nunca mais voltar novamente. Todos aqueles anos eu tinha lutado para virar um ser humano melhor, mais generoso mais honesto - todo aquele esforço que eu tinha feito para renunciar a minhas inclinações de superioridade, egoísmo e agressividade - foram todos uma louca empreitada, todos estupidamente e sem necessidade, baseados na ideia importante de que eu tinha algum controle sobre meu destino e a mesquinha presunção de que aquilo que eu fazia pudesse importar aos "outros". Como podia ter me desviado tanto? Mas espera , não era sequer eu quem se tinha desviado! Como se as nuvens se abrissem, de relance agora eu vejo claramente que aquilo que eu tinha pensado como "a minha vida" tinha sido na verdade somente um processo mecânico. A pessoa que eu pensava ser, sempre tinha sido somente uma máquina. E o mundo em que eu pensei que eu tinha vivido não era, como tinha suposto, um mundo de complexidade humana, mas um mundo de simplicidade mecanicista, de ordem perfeita, um matemático desenrolar de programas em movimento, desde o começo do tempo. Como a perfeição clínica do plano científico de Deus começou a abrir-se perante mim, a emoção extática da liberdade absoluta - da preocupação, do cuidado, da obrigação, da culpa - começou a fluir pelas minhas veias como uma torrente sem margens. E com isso veio uma paz envolvente e retumbante, uma cessação absoluta de tensão, no reconhecimento de que nenhuma ambiguidade aparente ou incerteza eu poderia encontrar daí pra frente, não importa quais decisões aparentemente difíceis poderia encontrar, eu poderia sempre descansar na certeza de que qualquer escolha que eu fizer era exatamente a escolha que Deus queria que eu fizesse. A sensação misteriosa de um desconhecido que tinha me arrastado por tanto tempo tinha evaporado. Os outros no café viraram suas cabeças enquanto eu ria alto, uma risada longa, de barriga, e fiquei pensando comigo mesmo que jogo fantástico seria a vida se todo o mundo entendesse como ela realmente funciona, se todo o mundo pudesse pelo menos ter um vislumbre de como poderíamos ser livres se todos vivêssemos no Planeta Advaita."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/10/planeta-advaita.html"&gt;http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/10/planeta-advaita.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-4614793884504639560?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/4614793884504639560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/verdade-alem-dos-conceitos-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4614793884504639560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4614793884504639560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/verdade-alem-dos-conceitos-2.html' title='A Verdade Além dos Conceitos – (2) - Ramsh Balsekar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1208024967657893391</id><published>2012-01-05T21:10:00.005-02:00</published><updated>2012-01-05T21:26:22.200-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ramsh Balsekar'/><title type='text'>A Verdade Além dos Conceitos - Ramsh Balsekar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O condicionamento básico que cria a personalidade é a soma dos genes mais o condicionamento ambiental&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Você está cada vez mais conhecido como professor do Advaita Vedanta seja na Índia e no ocidente. Pode descrever para nós o que é que ensina?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Ramesh Balsekar:&lt;/strong&gt; Posso realmente resumi-lo numa só frase. A frase na qual meu ensinamento inteiro é baseado é: "Seja feita a tua vontade". Ou, como dizem os muçulmanos, "Inshallah" - A vontade de Deus. Ou, nas palavras do Buddha: "Eventos acontecem, ações são feitas, mas não tem nenhum individuo que age". Veja, o conflito básico na vida é: "eu sempre faço tudo direito então quero minha recompensa. Ele ou ela sempre faz algo errado então deveria ser punido". Essa é a vida, não é assim?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Bem, certamente acontece muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Essa é a base daquilo que eu observei. O problema inteiro surge porque alguém diz, "Eu fiz algo e, portanto mereço uma recompensa, ou ele fez algo e, portanto eu quero puni-lo pelo que ele fez".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Como leva as pessoas compreender isso - que não há aquele que age, que não ha fazedor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Isso é muito simples. Se você analisar qualquer ação que você considera como sendo sua ação, você vai descobrir que é uma reação do cérebro a um evento externo sobre o qual você não tem nenhum controle. Um pensamento vem - você não tem nenhum controle sobre o pensamento que chega. Algo é visto ou é ouvido - você não tem nenhum controle sobre o que você verá ou ouvirá em seguida. Todos esses eventos acontecem sem seu controle. E então o que acontece? O cérebro reage ao que pensou ou à coisa que é vista, é ouvida, é provada, é cheirada ou é tocada. A reação do cérebro é o que você chama "sua ação". Mas, de fato, isto é meramente um conceito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Qual é a diferença então entre pensamentos, sensações e ações de uma pessoa iluminada e de uma pessoa não iluminada?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Acontece a mesma coisa. A única diferença é que, no caso do sábio, ele entende que é isso que acontece. Portanto ele sabe que não há nada que ele esteja fazendo: as coisas simplesmente acontecem. O sábio sabe que "eu não faço nada". Mas o homem comum diz, "faço coisas ou fazem coisas. Portanto quero minha recompensa e quero que eles sejam punidos". A recompensa ou o castigo dependem da ideia que eu, ele ou ela fazemos coisas, de que somos agentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Posso entender através de minha própria experiência que nós não temos qualquer controle sobre qual pensamentos nem sentimentos que surgem. Mas às vezes a uma ação segue outra, às vezes não, e me parece que existe uma grande diferença entre quando um pensamento meramente surge e quando é empreendida uma ação que envolve uma outra pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; A ação que acontece é o resultado da reação do cérebro ao pensamento. Se é simplesmente a testemunha do pensamento e o cérebro não reage aquele pensamento, então não há nenhuma ação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas se, como você diz, não há ninguém que decide como responder, então o que é que causa o manifestar-se de uma ação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Uma ação acontece se for vontade de Deus que aconteça. Se não está em sua vontade, a ação não acontece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Quer dizer que cada ação acontece por vontade de Deus?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, é a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Que age através de uma pessoa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, através de uma pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Que seja uma pessoa iluminada ou não? Através de cada um, em outras palavras?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Exatamente. A única diferença, como disse, é que o homem comum pensa, "é minha ação" enquanto o sábio sabe que não é a ação de ninguém. O sábio sabe isso: "Ações são feitas, eventos acontecem, mas não há um indivíduo, não ha "aquele que age". Essa é a única diferença quanto a mim. A única diferença entre um sábio e uma pessoa comum é que a pessoa comum pensa que cada indivíduo faz aquilo que acontece através daquele organismo corpo/mente. Portanto, desde que o sábio sabe, não há nenhuma ação que ele faz, se produz uma ação que possa machucar alguém, então ele fará tudo que for possível para ajudar aquela pessoa, mas não haverá nenhum sentimento de culpa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Quer dizer que, se um indivíduo age de maneira que possa ferir outro, então a pessoa que fez, ou, como você diz, o "organismo corpo/mente" que agiu, não é responsável?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; O que eu estou dizendo é que você sabe que "eu" não o fiz. Não digo que eu não lamente por ter machucado alguém. O fato de que alguém foi machucado produzirá um sentimento de compaixão e o sentimento de compaixão resultará em meu tentar fazer qualquer coisa que possa aliviar essa ferida. Mas não haverá nenhum sentimento de culpa: eu não o fiz! O outro lado da moeda é que, se acontecer uma ação que é elogiada pela sociedade e essa me oferecer uma recompensa por isso, eu não digo que não surgirá um sentimento de felicidade por causa da recompensa. Assim como surgiu a compaixão por causa do magoado, um sentimento de satisfação ou de felicidade pode surgir por causa de uma recompensa. Mas não haverá nenhum orgulho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas você literalmente quer dizer que se vou e firo alguém, não sou eu a fazê-lo? Quero simplesmente ficar claro em relação a isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; O fato inicial, o conceito original ainda resta: você feriu alguém. Surge o conceito adicional que o que acontece é a vontade de Deus, e a vontade de Deus com respeito a cada organismo corpo/mente é o destino daquele organismo corpo/mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Então eu poderia somente dizer, "Bem, agi pela vontade de Deus; não tenho culpa"?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Certamente. Um ato acontece porque é o destino deste organismo corpo/mente e porque é a vontade de Deus. E as consequências daquela ação são também o destino daquele organismo corpo/mente. Se uma boa ação acontece, isso é o destino. Por exemplo, nós tivemos uma Madre Teresa. O organismo corpo/mente conhecido como "Madre Teresa" era programado de modo que acontecessem somente boas ações. Então o acontecimento das boas ações era o destino do organismo corpo/mente chamado Madre Teresa. E as consequências foram: um Prêmio Nobel, recompensas, prêmios, e doações para as várias causas. Tudo isso era o destino daquele organismo corpo/mente chamado Madre Teresa. Por outro lado há um organismo psicopata que é programado de tal maneira - pela mesma fonte - que somente aconteçam ações perversas e maldosas. A manifestação dessas ações maldosas e perversas são o destino de um organismo corpo/mente que a sociedade chama de psicopata. Mas o psicopata não escolheu ser psicopata. Aliás não há nenhum psicopata; há só um organismo corpo/mente psicopático, cujo destino é produzir ações maldosas e pervertidas. E as consequências dessas ações são também o destino daquele organismo corpo/mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Você acha que tudo seja predestinado? Que tudo seja pré-programado desde o nascimento?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB: &lt;/strong&gt;Uso a palavra "programar" em referencia às características inerentes ao organismo corpo/mente. A "programação" para mim significa os gens mais os condicionamentos ambientais. Fisicamente você não pôde escolher seus pais, portanto você não teve escolha quanto aos seus genes. Do mesmo modo, você não teve escolha quanto ao ambiente onde você nasceu. Portanto você não teve nenhuma escolha sobre os condicionamentos da infância que você recebeu naquele ambiente, que inclui o condicionamento em casa, na sociedade, escola e a igreja. Os psicólogos dizem que o condicionando total que você recebeu até a idade de três ou quatro anos é seu condicionamento básico. Haverá mais condicionamentos, mas o condicionamento básico que cria a personalidade é a soma dos genes mais o condicionamento ambiental. Chamo isso de programação. Cada organismo corpo/mente é programado de maneira única. Não há dois organismos corpo/mente iguais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Sim, mas não é verdade que duas pessoas podem ter bases muito semelhantes de condicionamento e, mesmo assim, serem completamente diferentes uma da outra?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Claro. Essa é a razão pela qual eu uso dois termos: um é a programação do organismo corpo/mente, o outro é o destino. O destino é a vontade de Deus em relação aquele organismo corpo/mente, imprimido no momento de concebimento. O destino de um concebido poderia ser o de não nascer absolutamente, nesse caso ele será abortado. Isto tudo é um conceito, não se engane. Isto é meu conceito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Você afirma que isto é um conceito e, certamente, todas as palavras são conceitos, mas como sabemos que este conceito é a verdade? Tendo a pensar que todo mundo tem responsabilidades individuais e que, embora haja uma certa quantidade de condicionamentos que nós herdamos, nós ainda podemos escolher como respondemos. Um indivíduo pode transcender os aspectos de seu condicionamento, enquanto outro pode ficar preso a eles durante toda sua vida. Desde que isto ocorra, diria que é devido à vontade individual transcender seus condicionamentos e prosperar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas se isso acontecer, pode acontecer a menos que seja a vontade de Deus? Vamos supor que haja duas pessoas: uma tenta superar seus limites e consegue, a outra não consegue. O que eu entendo é que, seja aquela que prospera, seja aquela que fracassa, cada uma o faz porque isso é o destino de cada organismo corpo/mente - que é a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas não poderíamos simplesmente dizer que é a vontade de Deus dar a cada individuo a livre escolha de tomar suas próprias decisões?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Não. Veja. A minha pergunta a você é: Qual das duas vontades prevalece? Aquela do indivíduo ou aquela de Deus? Pela sua própria experiência, até que ponto seu livre arbítrio prevaleceu?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Bem, acho que, às vezes, a vontade do individuo poderá certamente prevalecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Em relação à vontade de Deus? Quando você quer algo e você trabalha para isso e isso acontece, acontece porque sua vontade coincidia com a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Vamos fazer o exemplo de um indivíduo que se torna um viciado durante toda sua vida. Alguém poderia argumentar que ele escolheu ir contra a vontade de Deus e conseguiu exatamente porque tinha o livre arbítrio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas seja que você aceite ou não, essa é a vontade de Deus, você não vê? Que você aceite a vontade de Deus ou você não aceite a vontade de Deus, isso também é a vontade de Deus!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Eu diria - não necessariamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sei, você quer fazer o advogado do diabo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Bem, não. Tento chegar a perceber qual é a verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas o que é verdade? Eu já disse que qualquer coisa que eu diga é um conceito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Sim, eu entendo, mas nem todos os conceitos são iguais. Alguns afirmam algo que é verdadeiro e outros não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Todos os conceitos tentam apontar para algo, mas ainda assim são todos conceitos. A pergunta real seria, "o que é a verdade que não é um conceito?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Afirmar que tudo é programado antecipadamente, que é tudo destino e que não há livre arbítrio, parece-me como uma forma muito extrema de reducionismo. De acordo com esta visão, os seres humanos são como computadores; tudo que nos concerne já está pré-determinado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, exatamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas essa me parece ser uma visão sem coração. Então somos somente máquinas, tudo nos acontece. Não há nada que nós possamos fazer, nada que nós possamos mudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, precisamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas isso pode levar facilmente a uma indiferença profunda em relação à vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, e se isso acontecesse, então seria maravilhoso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Realmente?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas esse é o ponto! Claro. Então pode dizer que qualquer coisa que aconteça é aceita. Então não há nenhuma infelicidade, não há nenhuma miséria, nenhuma culpa, nenhum orgulho, nenhum ódio, nenhuma inveja. O que ha de errado nisso? E, como já disse, as ações acontece através desse organismo corpo/mente e, se esse individuo descobre que uma atitude feriu alguém, nasce a compaixão. Como a compaixão poderia surgir se não houvesse nenhum coração?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas não parece um pouco estranho ferir alguém e depois sentir compaixão? Não seria melhor, em primeiro lugar, não machucá-lo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas não está sob seu controle! Se assim fosse, em primeiro lugar, você nunca o teria feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas se alguém acredita poder exercitar o controle, se opondo à crença que afirma o contrario, poderia escolher fazê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Então por que o ser humano não exercita o controle em cada ação que acontece? Deixe-me fazer uma pergunta: É evidente que o ser humano possui um intelecto extraordinário, tanto que um pequeno ser humano foi capaz de enviar um homem à lua?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Sim, isso é verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; E ele também tem o intelecto para saber que se fizer certas coisas, coisas terríveis acontecerão? Tem o intelecto para saber que se produzir armamentos nucleares ou armas químicas, então as pessoas as usarão e coisas terríveis acontecerão ao mundo? Tem o intelecto - portanto se tiver livre arbítrio, então por que o faz? Se possui o livre arbítrio, por que reduziu o mundo a essa condição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Admito, a situação que você descreve é obviamente demente. Mas diria que é devido ao fato que as pessoas são indolentes. E acredito que as pessoas podem mudar se quiserem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Então por que elas não o fizeram?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Algumas pessoas mudam, mas, como disse, infelizmente parece que a maioria das pessoas é muito indolente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Significa, eles não têm nenhum livre arbítrio!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Tendo somente o livre arbítrio não nos assegura que agiremos inteligentemente. Como no exemplo que você acaba de dar, está claro que as pessoas frequentemente escolhem fazer coisas que são bastante prejudiciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Quer dizer que temos o livre arbítrio para destruir o mundo? Se dissermos que temos o livre arbítrio para destruir o mundo, em outras palavras, significa que destruímos o mundo porque queremos fazê-lo - sabendo muito bem que o mundo será destruído! Livre arbítrio significa que quer fazê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Penso que o problema deve-se mais ao fato que as pessoas normalmente não assumem as consequências de suas ações. Elas frequentemente pensam somente em si mesmas, sem considerar onde suas ações podem levá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Mas o ser humano é extremamente inteligente. Por que eles não pensam nesses termos que você propõe? Minha resposta é - porque não é previsto que eles o façam!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Quando você diz que "não é previsto que eles o façam" o que quer dizer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Não é a vontade de Deus que os seres humanos pensem dessa maneira. Não é a vontade de Deus que o ser humano seja perfeito. A diferença entre o sábio e a pessoa comum é que, o sábio aceita o que é enquanto vontade de Deus, mas se isto é importante, isto não o impede de fazer o que ele pensa deva ser feito. E o que ele pensa que ele deva fazer é baseado na programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Mas porque o sábio faria "o que ele pensa deva ser feito" se, como você já explicou, sabe que, em primeiro lugar, não é ele que pensa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Quer dizer, como a ação acontece? A resposta é que a energia dentro deste organismo corpo/mente produz a ação de acordo com a programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Então a ação, como você a descreve, acontece somente através da pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Sim, flui. A ação acontece. Portanto esse é o ponto daquilo que eu digo - voltando novamente as palavras do Buda "Eventos acontecem, ações são feitas".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; Pelo que eu conheço sobre o pensamento do Buda, ele também sentia fortemente que os indivíduos eram pessoalmente responsáveis por suas ações. Não é essa a base do seu inteiro ensinamento sobre o carma, a lei de causa e efeito?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Não o Buda!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;WIE:&lt;/strong&gt; É minha impressão que o Buda ensinou bastante sobre a "ação correta". Parece que ele prezava muito aquilo que as pessoas faziam e punha muita ênfase no fato de que as pessoas tinham que fazer um grande esforço para mudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RB:&lt;/strong&gt; Isso é uma interpretação subsequente do Budismo. As palavras do Buda são muito claras. Quem tem o controle sobre aquilo que acontece? Deus tem o controle! Isso, como vimos, é à base de cada religião. É, mas porque existem as guerras religiosas se isso está na base de cada religião? São os intérpretes que causam estas guerras! E como é que isso poderia acontecer se não fosse a vontade de Deus?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ramsh Balsekar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/10/planeta-advaita.html"&gt;http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/10/planeta-advaita.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1208024967657893391?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1208024967657893391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/verdade-alem-dos-conceitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1208024967657893391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1208024967657893391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/verdade-alem-dos-conceitos.html' title='A Verdade Além dos Conceitos - Ramsh Balsekar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8168769814221680355</id><published>2012-01-01T22:05:00.008-02:00</published><updated>2012-01-03T16:37:38.864-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ramsh Balsekar'/><title type='text'>A Verdade Além dos Conceitos (Resumo) - Ramsh Balsekar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-b6b0kxI-cbU/TwD3u6FTslI/AAAAAAAAAI8/RnDserJ9xzM/s1600/Ramsh+Balsekar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-b6b0kxI-cbU/TwD3u6FTslI/AAAAAAAAAI8/RnDserJ9xzM/s1600/Ramsh+Balsekar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-themecolor: text1;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;O destino é a vontade de Deus em relação ao organismo corpo/mente&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando você pensa que é você quem faz, o que acontece? Há culpa, orgulho, ódio e inveja. Mas isso ainda não impede ao que acontece de continuar a acontecer. Mas quando você pensa que você não faz, então não há nenhuma culpa, nenhum orgulho, nenhum ódio, nenhuma inveja! A vida torna-se mais pacífica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um ato acontece porque é o destino deste organismo corpo/mente e porque é a vontade de Deus. E as consequências daquela ação são também o destino daquele organismo corpo/mente. Se uma boa ação acontece, isso é o destino. Por exemplo, nós tivemos uma Madre Teresa. O organismo corpo/mente conhecido como "Madre Teresa" era programado de modo que acontecessem somente boas ações. Então o acontecimento das boas ações era o destino do organismo corpo/mente chamado Madre Teresa. E as consequências foram: um Prêmio Nobel, recompensas, prêmios, e doações para as várias causas. Tudo isso era o destino daquele organismo corpo/mente chamado Madre Teresa. Por outro lado há um organismo psicopata que é programado de tal maneira - pela mesma fonte - que somente aconteçam ações perversas e maldosas. A manifestação dessas ações maldosas e perversas são o destino de um organismo corpo/mente que a sociedade chama de psicopata. Mas o psicopata não escolheu ser psicopata. Aliás não há nenhum psicopata; há só um organismo corpo/mente psicopático, cujo destino é produzir ações maldosas e pervertidas. E as consequências dessas ações são também o destino daquele organismo corpo/mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uso a palavra "programar" em referencia às características inerentes ao organismo corpo/mente. A "programação" para mim significa os gens mais os condicionamentos ambientais. Fisicamente você não pôde escolher seus pais, portanto você não teve escolha quanto aos seus genes. Do mesmo modo, você não teve escolha quanto ao ambiente onde você nasceu. Portanto você não teve nenhuma escolha sobre os condicionamentos da infância que você recebeu naquele ambiente, que inclui o condicionamento em casa, na sociedade, escola e a igreja. Os psicólogos dizem que o condicionando total que você recebeu até a idade de três ou quatro anos é seu condicionamento básico. Haverá mais condicionamentos, mas o condicionamento básico que cria a personalidade é a soma dos genes mais o condicionamento ambiental. Chamo isso de programação. Cada organismo corpo/mente é programado de maneira única. Não há dois organismos corpo/mente iguais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vamos supor que haja duas pessoas: uma tenta superar seus limites e consegue, a outra não consegue. O que eu entendo é que, seja aquela que prospera, seja aquela que fracassa, cada uma o faz porque isso é o destino de cada organismo corpo/mente - que é a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A minha pergunta é: Qual das duas vontades prevalece? Aquela do indivíduo ou aquela de Deus? Pela sua própria experiência, até que ponto seu livre arbítrio prevaleceu?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando você quer algo e você trabalha para isso e isso acontece, acontece porque sua vontade coincidia com a vontade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Que você aceite a vontade de Deus ou você não aceite a vontade de Deus, isso também é a vontade de Deus!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando qualquer coisa que aconteça é aceita, então não há nenhuma infelicidade, não há nenhuma miséria, nenhuma culpa, nenhum orgulho, nenhum ódio, nenhuma inveja. O que ha de errado nisso? E, como já disse, as ações acontece através desse organismo corpo/mente e, se esse individuo descobre que uma atitude feriu alguém, nasce a compaixão. Como a compaixão poderia surgir se não houvesse nenhum coração?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ser humano tem o intelecto para saber que se fizer certas coisas, coisas terríveis acontecerão? Tem o intelecto para saber que se produzir armamentos nucleares ou armas químicas, então as pessoas as usarão e coisas terríveis acontecerão ao mundo? Tem o intelecto - portanto se tiver livre arbítrio, então por que o faz? Se possui o livre arbítrio, por que reduziu o mundo a essa condição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que a pessoa pensa que ela deva fazer é baseado na programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como a ação acontece? A resposta é que a energia dentro do organismo corpo/mente produz a ação de acordo com a programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As palavras do Buda são muito claras. Quem tem o controle sobre aquilo que acontece? Deus tem o controle! Isso, como vimos, é à base de cada religião. É, mas porque existem as guerras religiosas se isso está na base de cada religião? São os intérpretes que causam estas guerras! E como é que isso poderia acontecer se não fosse a vontade de Deus?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Por que Deus criou o mundo como é?" Veja, um ser humano é somente um objeto criado que é parte da totalidade da manifestação que veio da Fonte. Portanto minha resposta é: "um objeto criado jamais poderia conhecer seu criador!" Deixe-me trazer uma metáfora. Vamos imaginar que você pinte um quadro, e nesse quadro você pinta uma figura. Então aquela figura quer saber primeiro, por que você, como um pintor pintou esse quadro particular, e segundo, por que você pintou aquela figura de modo tão feio! Veja, como pode um objeto criado jamais conhecer a vontade do próprio criador? Meu ponto de vista é que, embora seja assim, isso não o impede de fazer o que você pensa que você deva fazer! Aceitar que nada acontece a menos que seja a vontade de Deus, isso não impede a qualquer pessoa de fazer o que ela pensa que deva fazer. Poderia ser de outra forma?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A energia dentro do organismo corpo/mente não permitirá ao organismo corpo/mente permanecer inativo nem mesmo por um momento. A energia continuará a produzir alguma ação, física ou mental, a cada instante, de acordo com a programação do organismo corpo/mente e o destino do organismo corpo/mente, que é a vontade de Deus. Mas isso não impede a você, que ainda pensa que é um indivíduo, de fazer o que você pensa que você deve fazer. Portanto, o que de fato eu digo é, "Aquilo que você pensa que você deve fazer em qualquer situação, em qualquer momento particular, é precisamente aquilo que Deus quer que você pense que você deve fazer!" Definitivamente, aceitar a vontade de Deus não vai impedi-lo de fazer o que você pensa que você deve fazer. Vê? Aliás, você não pode fazer nada mais que fazê-lo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Aquilo que você gosta só pode ser porque é a vontade de Deus que você goste. Nada pode acontecer a menos que seja Sua vontade".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cada vez mais os cientistas estão chegando à conclusão que os místicos sempre sustentaram - de que qualquer ação que aconteça, podemos sempre buscar o motivo na programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se um organismo corpo/mente não é programado para trair sua esposa, então qualquer coisa que digam os outros, ele não o fará. Se você for programado de maneira que você não levantará sua mão contra ninguém, você começará a matar as pessoas? Agora, se existisse uma lei permitindo que você bata em sua esposa sem que você corra nenhum risco, você começaria a surrar sua esposa? Não, a menos que o organismo corpo/mente seja programado para fazer isso, e se é programado para fazer isso, o fará de qualquer jeito. Então como disse, aceitar a vontade de Deus não vai impedi-lo de fazer qualquer coisa que você pense que você deva fazer. Faça-a! Faça exatamente aquilo que você acha que deva ser feito!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se quiser você pode jogar fora o conceito de destino e dizer que ninguém realmente pode saber alguma coisa sobre nada. Ótimo! Não há nenhuma necessidade de manter o conceito de destino. Afinal de contas, se aceita que o que acontece não está em seu controle, então quem estaria preocupado com o destino?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ramsh Balsekar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/10/planeta-advaita.html"&gt;http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/10/planeta-advaita.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-8168769814221680355?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/8168769814221680355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/introducao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8168769814221680355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8168769814221680355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2012/01/introducao.html' title='A Verdade Além dos Conceitos (Resumo) - Ramsh Balsekar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-b6b0kxI-cbU/TwD3u6FTslI/AAAAAAAAAI8/RnDserJ9xzM/s72-c/Ramsh+Balsekar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1102578930902947554</id><published>2011-12-16T19:21:00.007-02:00</published><updated>2011-12-16T19:49:12.000-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Burt Harding'/><title type='text'>O Ser Além da Aparência - Burt Harding</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;É o Ser que controla todas as coisas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tem alguém que consegue parar os pensamentos?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tem alguém com algum tipo de poder sobre suas emoções? Não, isso não pode ser feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tão logo pensamos que podemos controlar nossos pensamentos, nossas emoções e nossos medos, estamos entrando em tumulto. O que nós chamamos de culpa e medo, e todos os tumultos emocionais é nada mais que um pensamento, a crença de que você é o FAZEDOR PESSOAL. Disso vem à culpa, e a culpa automaticamente traz a massa de sentimentos e emoções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O pessoal em você que você pensa que você é, não faz nada. Absolutamente nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vamos passo a passo. A parte humana do ser humano não tem controle. Quando o humano, o qual é a mente diária condicionada e programada, diz: "&lt;em&gt;Eu quero controlar, eu estou com medo de perder o controle&lt;/em&gt;", isso é o que cria dor emocional, ataque de pânico, e problemas de ansiedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma coisa que você continua perdendo é a simplicidade da realidade. Você é um Ser humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O humano é um computador, nada mais, nada menos. Mas há uma coisa que nós como seres humanos temos acima do computador - nós somos um Ser. Isso é o que temos esquecido. É o Ser que faz todas as decisões e todas as escolhas, todas as coisas. Mas porque nós nos identificamos com o humano e queremos controle, nós estamos trabalhando de uma premissa ilusória. Eis porque nós ficamos frustrados, confusos, e até insanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É o Ser que controla todas as coisas. Então a pergunta surge: "&lt;em&gt;O que é isso que decide? O que é isto que age através de nós, como se fosse nós?&lt;/em&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há três fatores importantes para entendermos isto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O primeiro é o &lt;strong&gt;destino&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O segundo é &lt;strong&gt;condicionamento&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;E o terceiro é &lt;strong&gt;amor incondicional&lt;/strong&gt;. Esses três determinam cada ato, cada pensamento, cada crença, todas as coisas que acontecem a você, ao qual você pensa que você fez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Burt Harding&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://naodual.blogspot.com/2009/05/o-ser-e-o-humano-i.html"&gt;http://naodual.blogspot.com/2009/05/o-ser-e-o-humano-i.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/o-humano-que-esqueceu-o-ser.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/burt-harding.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1102578930902947554?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1102578930902947554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/o-ser-alem-da-aparencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1102578930902947554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1102578930902947554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/o-ser-alem-da-aparencia.html' title='O Ser Além da Aparência - Burt Harding'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8018763575934078122</id><published>2011-12-13T20:02:00.006-02:00</published><updated>2011-12-13T20:10:28.418-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chinmayananda'/><title type='text'>Chinmayananda</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-43xraqAOADc/TufNRqx48LI/AAAAAAAAAIM/ipLIFSIC63c/s1600/Chinmayananda.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" oda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-43xraqAOADc/TufNRqx48LI/AAAAAAAAAIM/ipLIFSIC63c/s1600/Chinmayananda.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O questionamento de quem eu sou é uma busca pelo sujeito. Esta busca é distinta de qualquer outra no mundo material. Cientistas, céticos e ateus buscam a verdade no mundo exterior. Nada há de errado nisso, uma vez que os levará por fim aos caminhos do questionamento da subjetividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os cientistas, em sua natural extroversão mental, buscam a verdade no mundo exterior. Eles não são capazes nem de apreciar e nem de compreender o valor dos sábios contemplativos e de suas vastas vivências. Desde tempos imemoriais, os mestres da tradição védica e os filósofos ocidentais têm buscado o Ser. Platão expressou isso na ideia "Conheça a si mesmo"; Buddha, emergindo da tradição hindu, falou do estado de nirvana, que se assemelha à visão hindu de "um Ser onipresente". As escrituras hindus tratam exaustivamente deste assunto. Não que isto seja uma glória específica dos hindus. Ocorre que eles dirigiram seu gênio à investigação deste tema por um longo período de contínuo questionamento. O Ocidente, por outro lado, teve um considerável progresso tecnológico, não necessariamente devido a uma graça específica do Senhor, mas devido ao caráter ocidental, revoltado contra a "idade das trevas" dos tempos medievais e dirigido aos aspectos mais racionais e diretamente observáveis da vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chinmayananda&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Clique nos títulos abaixo para ter acesso ao texto completo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quem-eu-sou.html"&gt;Quem Eu Sou?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em um silente momento de contemplação, quando eu me dirijo à luz da Consciência, despojado de todos os objetos, incluídos meu próprio corpo, sentimentos, pensamentos, eu diviso a mim mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste momento como estamos, nós vivemos sem conhecimento de quem somos - ébrios, tolos ou lunáticos fugidos de algum asilo. Em nossa presente condição jamais podemos manter um relacionamento apropriado com os seres e objetos do mundo. Cada um de nós está condicionado por suas concepções anteriores, seguindo pela vida afora atrás de falsas esperanças, loucas ambições e ideias fúteis e inúteis. Chega disso! Busque e conheça quem você é. Eu sou indescritível. Eu não caio em nenhuma categoria. Eu sou você - você mesmo em sua pureza. Portanto onde você é puro, você é Chinmaya. Em sua confusão você me chama "mestre" ou "santo", mas eu sou tão somente você mesmo, redimido de suas próprias confusões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quando-surge-primeira-tendencia.html"&gt;Quando surge a primeira tendência?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando surge a primeira vasana? As vasana são as pegadas dos nossos pensamentos, das nossas atividades, ações. Então se poderia supor que a primeira vasana surge com a primeira experiência, no primeiro evento, mas não é esse o caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Imagine que estamos andando em uma calçada de cimento em frente a uma praia. Ao começarmos a caminhar pela areia, colocamos o primeiro pé, mas esta marca ainda não é uma pegada, pois estamos com o corpo neste local. Quando colocamos o segundo pé, criamos uma segunda marca, porém ainda não é uma pegada, pois também estamos com corpo sobre ela. E é somente quando retiramos um dos pés, para dar o terceiro passo, é que temos a primeira pegada, a primeira vasana. Assim, a primeira vasana só pode surgir no terceiro pensamento. No segundo pensamento se cria o tempo, a menor unidade de tempo, o "segundo", e por isso não o chamamos de "primeiro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com o primeiro, o segundo e o terceiro pensamentos, eu não posso de fato ser contaminado ou preso pelas vasana, pois as vasana só existem no tempo e eu sou livre do tempo, que existe como uma experiência para mim. Basta que eu volte a causa inicial que é brahman, minha própria identidade livre do tempo, assim como o bicho da seda, que tira a seda de si e fica presa no casulo que ela própria construiu ao redor de si para sua proteção. Ou uma pessoa que construiu uma casa por dentro e, ao final do último tijolo, percebe que se esqueceu de deixar janelas ou portas; criou uma tumba para si! Quando se sentir preso pelas vasana, vá além da mente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-8018763575934078122?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/8018763575934078122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/chinmayananda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8018763575934078122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8018763575934078122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/chinmayananda.html' title='Chinmayananda'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-43xraqAOADc/TufNRqx48LI/AAAAAAAAAIM/ipLIFSIC63c/s72-c/Chinmayananda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-152354381525579457</id><published>2011-12-08T19:28:00.007-02:00</published><updated>2011-12-13T20:17:16.918-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chinmayananda'/><title type='text'>Quem Eu Sou? - Chinmayananda</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eu sou tão somente você mesmo, redimido de suas próprias confusões&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Swamiji, quem é você?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Resposta:&lt;/strong&gt; "Quem eu sou?" é um tema exposto por Ramana Maharsi. O questionamento de quem eu sou é uma busca pelo sujeito. Esta busca é distinta de qualquer outra no mundo material. Cientistas, céticos e ateus buscam a verdade no mundo exterior. Nada há de errado nisso, uma vez que os levará por fim aos caminhos do questionamento da subjetividade. Quando um artista moderno pinta um quadro repulsivo, uma pessoa pode se sentir repelido por sua feiúra. Entretanto, o artista estava sendo honesto na medida em que expressava suas experiências íntimas acuradamente. Aqueles que compartilharem a condição mental do artista sentir-se-ão excitados e solidários na contemplação de tais retratos de tumulto íntimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De maneira semelhante, os cientistas, em sua natural extroversão mental, buscam a verdade no mundo exterior. Eles não são capazes nem de apreciar e nem de compreender o valor dos sábios contemplativos e de suas vastas vivências. Desde tempos imemoriais, os mestres da tradição védica e os filósofos ocidentais têm buscado o Ser. Platão expressou isso na ideia "Conheça a si mesmo"; Buddha, emergindo da tradição hindu, falou do estado de nirvana, que se assemelha à visão hindu de "um Ser onipresente". As escrituras hindus tratam exaustivamente deste assunto. Não que isto seja uma glória específica dos hindus. Ocorre que eles dirigiram seu gênio à investigação deste tema por um longo período de contínuo questionamento. O Ocidente, por outro lado, teve um considerável progresso tecnológico, não necessariamente devido a uma graça específica do Senhor, mas devido ao caráter ocidental, revoltado contra a "idade das trevas" dos tempos medievais e dirigido aos aspectos mais racionais e diretamente observáveis da vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O mundo exterior é como que inexistente para quem não o experiencia. As cataratas do Niágara - para muitos de nós - consistem de uma imagem mental colhida de palavras ou imagens. Mas para aqueles que estiveram lá frente a elas e intelectualmente e emocionalmente experienciaram sua majestade, para estes as cataratas são muito reais. Os antigos rsis do período védico declararam que o mundo objetivo tem validade somente devido a "mim", o sujeito. Eles dirigiram sua atenção a uma busca pelo Ser enquanto o Ocidente se concentrou em aprender mais a respeito do mundo dos fenômenos observáveis. A ciência que explana e expõe o mundo subjetivo torna-se conhecida como espiritualidade em contraste evidente às ciências objetivas dos tempos modernos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os cientistas compromissados com o estudo do Sujeito - profetas, santos, sábios, mestres - investigaram a totalidade da pessoa, não meramente a sua estrutura anatômica, suas funções biológicas, seus movimentos psicológicos, suas habilidades intelectuais, todas pertencentes ao reino da ciência objetiva. Eles investigaram o ser humano como o "experienciador" desta vida, que colhe suas experiências não somente no estado acordado, mas também no campo dos sonhos e no reino do sono profundo. Os filósofos ocidentais, por outro lado, divisaram o ser humano unicamente em seu parcial estado "desperto". Apenas na última década, se tanto, iniciaram sem maiores interesses seus estudos com o "adormecido" e suas experiências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os mestres hindus fizeram uma importante descoberta, resultante de suas exaustivas observações do desempenho total do indivíduo, em sua peregrinação do útero ao túmulo. Todas as experiências nos três estados de consciência (acordado, sonhando e em sono profundo), eles disseram, são experiências "dele". "Ele" é o sujeito. A busca, agora, é dirigida à questão "Quem eu sou"- quem é este que, em última instância experiência as alegrias e tristezas das situações e circunstâncias no estado acordado, no estado de sonho e no estado de sono profundo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste momento pode ser vantajoso para você se, por um instante, parar para analisar o que constitui o conhecimento de uma experiência. Por favor, pense comigo. Coisas constantemente se processam em torno de você. Do que você não está consciente, não é uma experiência para você. Neste mesmo momento, um amigo querido pode ter se acidentado em alguma outra parte do mundo. Isto aconteceu, mas não foi experienciado por você. O telegrama chega à noite e só então você se torna consciente da trágica ocorrência. Logo, consciência de uma coisa é conhecimento desta coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conhecedor em cada um de nós é, portanto "Eu", uma corrente de consciência de coisas. (Meu caro leitor faça, por favor, uma pausa aqui e pense antes de prosseguir. Quando você tiver assimilado a ideia, continue).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Suponha que quando em profunda meditação você eleve sua mente para além das experiências dos objetos. Você não estará em um estado de Pura Consciência unicamente, a luz na qual você se torna "consciente de" coisas? Pense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta "consciência isenta de objetos" é a sua real natureza. A luz no mundo ilumina os objetos. Quem ilumina é distinto do que é iluminado. Na luz em si não há objetos. Na luz do sol não existe nenhum mundo, entretanto o mundo é iluminado pela luz do sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em um silente momento de contemplação, quando eu me dirijo à luz da Consciência, despojado de todos os objetos, incluídos meu próprio corpo, sentimentos, pensamentos, eu diviso a mim mesmo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste momento como estamos, nós vivemos sem conhecimento de quem somos - ébrios, tolos ou lunáticos fugidos de algum asilo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em nossa presente condição jamais podemos manter um relacionamento apropriado com os seres e objetos do mundo. Cada um de nós está condicionado por suas concepções anteriores, seguindo pela vida afora atrás de falsas esperanças, loucas ambições e ideias fúteis e inúteis. Chega disso! Busque e conheça quem você é. Eu sou indescritível. Eu não caio em nenhuma categoria. Eu sou você - você mesmo em sua pureza. Portanto onde você é puro, você é Chinmaya. Em sua confusão você me chama "mestre" ou "santo", mas eu sou tão somente você mesmo, redimido de suas próprias confusões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;.: &lt;em&gt;Podem ciência e religião coexistirem?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;.: Você está falando em linguagem do século 19. No século passado esta pergunta seria válida. Não é mais. Física e metafísica estão unidas hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aquele livro sobre o conserto das motocicletas (Zen and the art of motorcycle maintenance) - um livro magnífico. Como nossos textos védicos. Nós sempre estudamos as ciências materialísticas junto com as ciências religiosas. Esta integração sempre houve em nossas escrituras. Ayurveda - a ciência medicinal - é parte de nossos Vedas. É somente através das ciências materialísticas que podemos alcançar o mais alto. Nós fomos mandados para cá para mascar exaustivamente o mundo ao nosso redor - mascá-lo e cuspir sem arrependimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chinmayananda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quando-surge-primeira-tendencia.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/chinmayananda.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-152354381525579457?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/152354381525579457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quem-eu-sou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/152354381525579457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/152354381525579457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quem-eu-sou.html' title='Quem Eu Sou? - Chinmayananda'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1123545835612039843</id><published>2011-12-04T19:53:00.010-02:00</published><updated>2011-12-13T20:18:27.923-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chinmayananda'/><title type='text'>Quando Surge a Primeira Tendência? - Chinmayananda</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;O bicho da seda tira a seda de si e fica presa no casulo que ela própria constrói ao redor de si para sua proteção&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se &lt;em&gt;jiivaatman&lt;/em&gt; (o indivíduo) surge de paramaatman (a totalidade), como ele se torna contaminado pelas vasana do mundo pela primeira vez (no primeiro nascimento)?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O tempo surge de paramaatma (brahman) que, por sua vez está além do tempo. A distância entre dois pontos é chamada de espaço. Por exemplo, um espaço de 5 cm entre o ponto A e o B. Mas qual é a distância no ponto A? É zero. Distância, o espaço, só existe entre o ponto A e o B. Da mesma forma, entre dois pensamentos, há um tempo. No momento do pensamento não há tempo, pois esta é a medida entre dois pensamentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Durante o sono profundo, sem sonhos, não temos percepção do tempo porque não há pensamentos. Quando não há pensamentos, não há concepção de tempo. Quando acordamos, há um novo evento. Como temos um outro evento anterior, de quando fomos dormir, temos uma experiência de tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em brahman não há pensamentos e somos brahman. Se no início há brahman, onde não há pensamento, então o primeiro evento é o primeiro pensamento, que acontece em brahman. Quando somos conscientes do primeiro pensamento, então há a consciência, o primeiro evento. Quando o segundo pensamento surge, cria-se o tempo, a distância entre o primeiro e o segundo pensamento. Quando surge o terceiro pensamento, já há o fluxo da mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A criação da vasana só pode ocorrer no conceito de tempo. Porque no tempo há eventos, pensamentos, experiências e, consequentemente, impressões. E quando surge a primeira vasana? As vasana são as pegadas dos nossos pensamentos, das nossas atividades, ações. Então se poderia supor que a primeira vasana surge com a primeira experiência, no primeiro evento, mas não é esse o caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Imagine que estamos andando em uma calçada de cimento em frente a uma praia. Ao começarmos a caminhar pela areia, colocamos o primeiro pé, mas esta marca ainda não é uma pegada, pois estamos com o corpo neste local. Quando colocamos o segundo pé, criamos uma segunda marca, porém ainda não é uma pegada, pois também estamos com corpo sobre ela. E é somente quando retiramos um dos pés, para dar o terceiro passo, é que temos a primeira pegada, a primeira vasana. Assim, a primeira vasana só pode surgir no terceiro pensamento. No segundo pensamento se cria o tempo, a menor unidade de tempo, o "segundo", e por isso não o chamamos de "primeiro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No primeiro "segundo" temos a consciência. E, voltando a pergunta inicial "como somos contaminados pelas vasana do mundo?", eu não sei! Com o primeiro, o segundo e o terceiro pensamentos, eu não posso de fato ser contaminado ou preso pelas vasana, pois as vasana só existem no tempo e eu sou livre do tempo, que existe como uma experiência para mim. Basta que eu volte a causa inicial que é brahman, minha própria identidade livre do tempo, assim como o bicho da seda, que tira a seda de si e fica presa no casulo que ela própria construiu ao redor de si para sua proteção. Ou uma pessoa que construiu uma casa por dentro e, ao final do último tijolo, percebe que se esqueceu de deixar janelas ou portas; criou uma tumba para si! Quando se sentir preso pelas vasana, vá além da mente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chinmayananda&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vedanta.pro.br/quando-surge-a-primeira-tendencia-aula-de-swami-chinmayananda/"&gt;http://www.vedanta.pro.br/quando-surge-a-primeira-tendencia-aula-de-swami-chinmayananda/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/chinmayananda.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1123545835612039843?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1123545835612039843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quando-surge-primeira-tendencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1123545835612039843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1123545835612039843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/quando-surge-primeira-tendencia.html' title='Quando Surge a Primeira Tendência? - Chinmayananda'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8536716184823556961</id><published>2011-12-04T12:22:00.010-02:00</published><updated>2011-12-16T20:00:10.608-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Burt Harding'/><title type='text'>Burt Harding</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NU4Xii9en8Y/TtuEd4lddiI/AAAAAAAAAHs/kf56LfJfDlU/s1600/Burt+Harding.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-NU4Xii9en8Y/TtuEd4lddiI/AAAAAAAAAHs/kf56LfJfDlU/s1600/Burt+Harding.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todo o drama da vida é feito por seu ego condicionado a amar culpa, julgamento e depreciação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Burt Harding&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Clique nos títulos abaixo para ter acesso ao texto completo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/pergunta-como-e-o-auto-odio-provocado.html"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Devoção Pelo Entendimento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando nós acreditamos que somos apenas um corpo, nos sentimos separados, solitários e mal amados. É muito sutil e quase nunca ocorre em um nível consciente. Isso é chamado de resistência à vida, autopunição ou autosabotagem. Buscamos o amor porque nos sentimos privados, no entanto, quando o encontramos, o sabotamos. Há um sentimento latente de que nós não merecemos o melhor. Essa baixa autoestima é o dilema humano comum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todo o sofrimento na vida é a aparente separação entre o humano e o Ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/o-ser-alem-da-aparencia.html"&gt;&lt;strong&gt;O Ser Além da Aparência&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando o humano, o qual é a mente diária condicionada e programada, diz: “Eu quero controlar, eu estou com medo de perder o controle”, isso é o que cria dor emocional, ataque de pânico, e problemas de ansiedade.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma coisa que você continua perdendo é a simplicidade da realidade. Você é um Ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O humano é um computador, nada mais, nada menos. Mas há uma coisa que nós como seres humanos temos acima do computador – nós somos um Ser. Isso é o que temos esquecido. É o Ser que faz todas as decisões e todas as escolhas, todas as coisas. Mas porque nós nos identificamos com o humano e queremos controle, nós estamos trabalhando de uma premissa ilusória. Eis porque nós ficamos frustrados, confusos, e até insanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/o-humano-que-esqueceu-o-ser.html"&gt;O Humano que Esqueceu o Ser&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O universo aparente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O mundo que você vê&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sua história de vida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O corpo e a mente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sentimentos e emoções&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O sentido de separação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A busca por uma vida melhor...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Incluindo todas as atividades diárias...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É o Ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aparecendo na dualidade da mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É espírito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aparecendo como todas as coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-8536716184823556961?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/8536716184823556961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/burt-harding.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8536716184823556961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8536716184823556961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/burt-harding.html' title='Burt Harding'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NU4Xii9en8Y/TtuEd4lddiI/AAAAAAAAAHs/kf56LfJfDlU/s72-c/Burt+Harding.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-5365263016083532373</id><published>2011-11-23T22:27:00.007-02:00</published><updated>2011-12-04T12:42:31.742-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Burt Harding'/><title type='text'>O Humano que esqueceu o Ser - Burt Harding</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tudo que você busca, pensa ou quer, é na verdade um desejo de voltar para casa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Você é um Ser humano...&lt;br /&gt;Um Humano que esqueceu o Ser...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O universo aparente&lt;br /&gt;O mundo que você vê&lt;br /&gt;Sua história de vida&lt;br /&gt;O corpo e a mente&lt;br /&gt;Sentimentos e emoções&lt;br /&gt;O sentido de separação&lt;br /&gt;A busca por uma vida melhor...&lt;br /&gt;Incluindo todas as atividades diárias...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É o Ser&lt;br /&gt;Aparecendo na dualidade da mente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É espírito&lt;br /&gt;Aparecendo como todas as coisas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ele aparece quando não há esforço&lt;br /&gt;Quando há disponibilidade para explorar,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é real e definitivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que você está procurando&lt;br /&gt;É aquilo ao qual você já vê e se conhece como Ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nada nasce e nada morre&lt;br /&gt;Nada está acontecendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Isto parece acontecer&lt;br /&gt;Para convidar o buscador&lt;br /&gt;A redescobrir sua origem no Ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando o convite é aceito&lt;br /&gt;Então isto é visto ser somente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma Essência&lt;br /&gt;Uma Fonte&lt;br /&gt;Um Ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ser é não causado&lt;br /&gt;Não muda e é pacífico.&lt;br /&gt;Ele é o eterno aqui-agora.&lt;br /&gt;É experienciado como alegria, inocência&lt;br /&gt;Liberdade e amor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse amor incondicional é a celebração do Ser.&lt;br /&gt;Ele flui em união extática com ele mesmo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta simples revelação que você é um Ser&lt;br /&gt;É tão simples e revolucionária&lt;br /&gt;Que tudo que você busca&lt;br /&gt;Pensa ou quer,&lt;br /&gt;É na verdade,&lt;br /&gt;Um desejo de voltar pra casa."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Burt Harding&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.naodual.blogspot.com/"&gt;http://www.naodual.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-5365263016083532373?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/5365263016083532373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/o-humano-que-esqueceu-o-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5365263016083532373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5365263016083532373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/o-humano-que-esqueceu-o-ser.html' title='O Humano que esqueceu o Ser - Burt Harding'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1510745879072138379</id><published>2011-11-17T23:08:00.011-02:00</published><updated>2011-12-16T19:52:12.255-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Burt Harding'/><title type='text'>Devoção Pelo Entendimento - Burt Harding</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Há um sentimento latente de que nós não merecemos o melhor&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Como é o auto-ódio provocado em nós?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Burt Harding:&lt;/strong&gt; É a crença de que somos apenas um corpo, e, portanto, um excesso de identificação com todos os pensamentos e emoções que ocorrem. O corpo é um instrumento maravilhoso para explorar o nosso potencial e, quando utilizado como tal, a nossa vida se torna rica e cheia de alegria. No entanto, quando acreditamos que somos apenas o instrumento, torna-se destrutivo e autolimitado. Paradoxalmente, quanto mais você se identifica com o corpo, mais você se tranca. Ele tenta destruir a si mesmo de forma simples, como excesso de alimentação e a falta de cuidado sobre o seu bem-estar. Ele começa a procurar o prazer através do sexo demais, beber, drogas, sensações, o excesso de sono e assim por diante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P.:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Por que fazemos isso para nós mesmos?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;B. H.:&lt;/strong&gt; Quando nós acreditamos que somos apenas um corpo, nos sentimos separados, solitários e mal amados. É muito sutil e quase nunca ocorre em um nível consciente. Isso é chamado de resistência à vida, autopunição ou autosabotagem. Buscamos o amor porque nos sentimos privados, no entanto, quando o encontramos, o sabotamos. Há um sentimento latente de que nós não merecemos o melhor. Essa baixa autoestima é o dilema humano comum. É destrutivo e o oposto da devoção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Então, todo o drama da vida pode ser resumido em quatro verdades simples:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1 - Você é um ser humano. O ser humano representa o medo. O Ser representa o amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;2 - Todo o sofrimento na vida é a aparente separação entre o humano e o Ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;3 - A finalidade da evolução é a integração do humano e do Ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;4 - Devoção para esse fim é a realização espiritual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Burt Harding&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.naodual.blogspot.com/"&gt;http://www.naodual.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/o-ser-alem-da-aparencia.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/12/burt-harding.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1510745879072138379?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1510745879072138379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/pergunta-como-e-o-auto-odio-provocado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1510745879072138379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1510745879072138379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/11/pergunta-como-e-o-auto-odio-provocado.html' title='Devoção Pelo Entendimento - Burt Harding'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-4922635065614520082</id><published>2011-10-29T20:32:00.005-02:00</published><updated>2011-10-29T20:44:52.460-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Joan Tollifson'/><title type='text'>Joan Tollifson</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fF6q43lvPRA/TqyAtKKa_LI/AAAAAAAAAG8/HoTDmIS7yLw/s1600/Joan+Tollifson.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-fF6q43lvPRA/TqyAtKKa_LI/AAAAAAAAAG8/HoTDmIS7yLw/s1600/Joan+Tollifson.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Realidade simples&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na história da minha vida como uma pessoa, algo parece sempre faltar. Este fantasma "eu" se sente separado e incompleto e tenta desesperadamente chegar a algum lugar e se tornar alguém. Finalmente, este "eu" pode buscar a iluminação, esforçando-se para o seu próprio desaparecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Joan Tollifson&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Clique nos títulos abaixo para ter acesso ao texto completo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/acordar-espiritualmente.html"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acordar Espiritualmente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dadas as combinações erradas de genética, neuroquímica, condicionamento, provocação e oportunidade, o que nós consideramos coisas horríveis, podem acontecer. "Eu" poderia ser o perpetuador de tais coisas, ou "você" poderia ser. E mesmo que quase com certeza eu fosse querer que assassinos em série ou um molestador de crianças fossem mantidos presos para segurança de todos e poderia mesmo sentir raiva deles, ainda assim, se eu olhasse com profundidade, eu veria que eles não são culpados. Ninguém cometeria atrocidades se realmente tivesse a capacidade de escolha, se fosse realmente livre. Olhando de perto, eu veria que se "eu" estivesse em "seus sapatos" (se eu estivesse em seus lugares, ou seja, com a mesma combinação de genética, neuroquímica, condicionamento, provocação e oportunidade) então "eu" faria exatamente a mesma coisa que "eles" fizeram, por que não há nenhum "eu" e nenhum "eles" separado dos "sapatos" (as dez milhões de condições).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Isso significa que somos impotentes para fazer o que quer que seja, e que deveríamos simplesmente nos sentar e "deixar acontecer" por que "ninguém está fazendo nada disso?" Não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Significa que este organismo corpo-mente responderá a qualquer situação dada, não importa qual seja, e qualquer pensamento do tipo "eu estou no controle dessa resposta (ou sem o controle dela) é uma ilusão porque não existe tal "eu" separado". Da perspectiva do "eu" imaginário, isso soa assustador, uma receita de colapso moral e de falta de sentido - mas somente porque ainda perdura essa ideia de que "eu" sou de fato separado, e de que se "eu" não controlar o universo, ele certamente será um desastre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-2.html"&gt;Acordar Espiritualmente (2)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consciência por natureza aceita absolutamente tudo. O que quer que apareça - seja isso confusão, resistência, dor, prazer, esforço, benção, tédio, estórias pessoais, céu-azul ou tempestades - tudo é permitido estar aqui. Consciência é como um espelho que reflete tudo igualmente sem julgamento ou preferências. Não é que "você" tenha que "fazer" essa aceitação. Ao invés disso, tudo já tem permissão para ser como é, mesmo os julgamentos e preferências. Tudo é! Talvez esse seja o real significado de amor incondicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há algum limite para a consciência presente? Agora, se você fechar seus olhos e prestar atenção cuidadosa, você pode de fato encontrar um lugar onde "dentro" termina e "fora" começa? Quão sólido é o que você pensa como "seu corpo?" A fronteira aparente entre "você" "tudo o mais" realmente existe ou ela é de fato não mais que uma ideia, uma imagem mental, um rio de sensações em constante mudança, uma estória aparecendo na consciência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O acordar não diz respeito à aquisição de visões psicodélicas ou a posse de sensação oceânica constante. Ela tem a ver simplesmente com o notar que tudo (filme mental, sonhos, percepções, pensamentos, vida acordada, miragens, a ilusão-Eu, a dualidade aparente, tempo e espaço, cadeiras, mesas, expansões, contrações, meditação, retiro, engarrafamento, tudo) é sem substância ou continuidade, e todos aparecem e desaparecem bem aqui. Aqui é sempre aqui. É sempre agora. Até mesmo as memórias do passado, as fantasias sobre o futuro e os pensamentos sobre outros lugares somente podem aparecer aqui e agora, na ilimitada, intemporal e não coisificada consciência presente. Isso é tudo o que há.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-3.html"&gt;Acordar Espiritualmente (3)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você está se sentindo confuso, tentando descobrir se você tem ou não livre arbítrio, se você existe ou não, ou se você deve ou não meditar ou não fazer nada, ou se acredita nesse ou naquele professor, simplesmente acorde agora desse pesadelo mental. Pare. Olhe. Escute. Ouça o tráfego, os pássaros, o vento. Sinta a respiração. Nada especial. Simplesmente o extraordinário milagre do que atualmente é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Queremos que a espiritualidade faça algo por nós. Queremos ser bem sucedidos nela. Queremos ser uma pessoa especialmente iluminada. Queremos livrar-nos do ego, parar de pensar ou ter ilusões. E, claro, ficamos indefinidamente desapontados, frustrados e confusos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consciência não é orientada a objetivos. Ela é um estado natural, estado sem estado, o que já é. Ela é absolutamente simples e descomplicado. As estórias sobre você e seus objetivos, seus sucessos e falhas, a significância ou insignificância de sua vida - estas estórias são superimpostas pelo pensamento. Elas criam a miragem do sofrimento que parece tão real. Se consciência presente é algo que "você" parece estar fazendo por um resultado ou para chegar a algum outro lugar, isso o desapontará, e será apenas alguma ideia conceitual de "consciência presente", como um adulto tentando pintar a calçada com água na esperança de que isso vai finalmente fazer dela ou dele um grande e bem sucedido pintor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-4922635065614520082?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/4922635065614520082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/joan-tollifson.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4922635065614520082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4922635065614520082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/joan-tollifson.html' title='Joan Tollifson'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fF6q43lvPRA/TqyAtKKa_LI/AAAAAAAAAG8/HoTDmIS7yLw/s72-c/Joan+Tollifson.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-6641576715845258413</id><published>2011-10-14T21:33:00.007-03:00</published><updated>2011-10-29T21:02:36.356-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Joan Tollifson'/><title type='text'>Acordar Espiritualmente (3) - Joan Tollifson</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quanto esforço é necessário para ser o que você já é?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Escute a chuva, o tráfego e os pensamentos que borbulham vindos de nenhum lugar. Os pensamentos são como secreções de cérebro, padrões de hábitos condicionados, clima mental - não há nada de pessoal neles. Vendo o mundo de miragem dos pensamentos e filmes mentais pelo que eles são, fica mais e mais sutil. Ficar pra baixo consigo mesmo por "pensar demais" é simplesmente mais um pensamento! Nada disso é algo que "você" esteja fazendo. Esta exploração não é acerca de livrar-se dos pensamentos ou filmes; ela trata sobre ver que eles são pensamentos e filmes, e ver que o "mim" que quer acordar dos filmes e parar de pensar e ter sucesso nisso tudo é simplesmente um outro pensamento, uma outra miragem, um outro personagem de filme em outro filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ver é o que é real, a atualidade deste momento, o cheiro da chuva, a canção do pássaro, o ruído do tráfego. Nenhum resultado final, nenhuma linha de chegada, nenhum evento Big Bang - mas somente o que é e como é. Sem necessidade de experiências exóticas. Nada precisa ser eliminado, e nada necessita ser adquirido. Aqui é liberdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você está se sentindo confuso, tentando descobrir se você tem ou não livre arbítrio, se você existe ou não, ou se você deve ou não meditar ou não fazer nada, ou se acredita nesse ou naquele professor, simplesmente acorde agora desse pesadelo mental. Pare. Olhe. Escute. Ouça o tráfego, os pássaros, o vento. Sinta a respiração. Nada especial. Simplesmente o extraordinário milagre do que atualmente é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando eu era criança, minha mãe costumava me dar um balde de água e um pincel, para que eu pudesse pintar a calçada. Claro que rapidamente minhas pinturas desapareciam e não havia nenhuma fama ou fortuna envolvida. De qualquer modo eu fazia aquilo pela pura alegria de fazê-lo, pela dança. Isso não precisava de nenhum premio ou reconhecimento, nenhuma permanência. Era completo em si mesmo. À medida que cresci e me tornei uma estudante de arte, me descobri preocupada com todas as coisas que os humanos sabem tão bem: comparar a mim mesma com os outros e descobrir se valia à pena pintar, se eu não era um Leonardo ou Picasso ou alguém grande. O que uma vez havia sido puro deleite, agora era tudo uma questão de "mim" e quanto "eu" media de acordo com esse padrão de medida imaginário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando esse interesse pelo acordar apareceu pela primeira vez, ele frequentemente era raptado por esse velho condicionamento que drena a vida de seu natural estado de brincadeira, curiosidade e criatividade, tornando-a uma perseguição orientada ao objetivo de melhorar e dar significado ao ego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Queremos que a espiritualidade faça algo por nós. Queremos ser bem sucedidos nela. Queremos ser uma pessoa especialmente iluminada. Queremos livrar-nos do ego, parar de pensar ou ter ilusões. E, claro, ficamos indefinidamente desapontados, frustrados e confusos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consciência não é orientada a objetivos. Ela é um estado natural, estado sem estado, o que já é. Ela é absolutamente simples e descomplicado. As estórias sobre você e seus objetivos, seus sucessos e falhas, a significância ou insignificância de sua vida - estas estórias são superimpostas pelo pensamento. Elas criam a miragem do sofrimento que parece tão real. Se consciência presente é algo que "você" parece estar fazendo por um resultado ou para chegar a algum outro lugar, isso o desapontará, e será apenas alguma ideia conceitual de "consciência presente", como um adulto tentando pintar a calçada com água na esperança de que isso vai finalmente fazer dela ou dele um grande e bem sucedido pintor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Então, o que fazer? Esforço ou não esforço, prática ou não prática? A questão é como uma nuvem flutuando pelo céu. Práticas podem aparecer ou desaparecer, esforços podem acontecer ou parar de acontecer. De qualquer modo, só existe esse momento presente, simplesmente como é. A assim chamada meditação (no verdadeiro sentido) não é nada mais que um espaço simplificado onde tudo pode vir à luz e ser visto pelo que é. A verdadeira meditação não trata de ir a qualquer lugar ou alcançar algo. Não tem nada a ver com posturas especiais, técnicas, resultado ou experiências. Ela é simplesmente uma consciência sem escolha, um acordar para o que é aqui e agora. Meditação é algo que a vida está fazendo. Meditação é a descoberta de que não há nenhum meditador e nenhuma possibilidade de sair da meditação. Meditação é esse presente momento, do jeito que é. Quando isso é visto, todo o "conceito" de meditação desaba.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Talvez em clara visão, a busca por algo maior e melhor se revelará pelo que é, e talvez haja a descoberta de um simples amor pela presente consciência, pelo que é, como meu amor pela pintura com água (quando criança). Você não pode forçar que esse amor aconteça; não mais do que possa forçar a si mesmo a dormir ou relaxar. Contudo, esse amor é o estado natural, seu estado natural, e tudo que (aparentemente) entra no caminho é a estória de que ele não é, de que algo mais ou menos ou diferente é necessário. Você não pode fazer aquela estória desaparecer pó que o próprio esforço é parte da estória! O pequeno "você", encapsulado e isolado que aparentemente "tem" essa estória e deseja ser livre é a ilusão central. As estórias e a ilusão de encapsulamento podem somente ser vistas pelo que elas são, não intelectualmente, mas diretamente, à medida que surgem aqui e agora. E se elas não são vistas, então pode parecer que "você" está perdido ou limitado ou com problemas. Mas você está realmente perdido? No filme, a tela é realmente queimada pelo fogo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Palavras e conceitos são complicados; a realidade é totalmente simples. Você não pode comer o menu ou viver no mapa, e essas palavras são um convite para abandonar todas as crenças e ideias, até mesmo as muito sutis que você pegou do Advaita ou do Zen. Buscando liberação você pretende que ela não seja. Mas até mesmo essa pretensão é ela, pois é inescapável. Quanto esforço é necessário para ser o que você já é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que importa é o ver diretamente aqui e agora, seu próprio questionamento e observação, consciência presente. Ninguém possui isso. Não há qualquer autoridade externa ou palavra final para isso. Isso está bem aqui, exatamente agora, vendo essas palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Joan Tollifson&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://frangrossi.wordpress.com/2008/06/08/acordar-espiritualmente/"&gt;http://frangrossi.wordpress.com/2008/06/08/acordar-espiritualmente/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/joan-tollifson.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-6641576715845258413?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/6641576715845258413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/6641576715845258413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/6641576715845258413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-3.html' title='Acordar Espiritualmente (3) - Joan Tollifson'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-4937713174634915850</id><published>2011-10-01T12:20:00.007-03:00</published><updated>2011-10-29T21:01:50.349-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Joan Tollifson'/><title type='text'>Acordar Espiritualmente (2) - Joan Tollifson</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;Consciência é o que permanece quando tudo que é perceptível e conceituável desaba&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em face do sofrimento, o que verdadeiramente libera é a consciência, o ver através da cobertura conceitual ("isso é insuportável", "isso não podia acontecer", "tudo é vontade de deus", "isso tudo é um sonho", "eu sou uma pessoa terrível", "aquelas pessoas lá são o eixo do mal", "tudo está perfeito assim como é", ou QUALQUER OUTRO PENSAMENTO QUE O CEREBRO PRODUZA). Quando esta camada conceitual está ausente ou transparente, há simplesmente a pura atualidade do que é. Presente consciência, aberta, sem saber o que tudo significa, sem buscar por resultado, não tomando nada como pessoal. E se o filme começa a passar no qual "você" está tentando duramente fazer "certo", "estar aberto e consciente todo o tempo", então note que isso é ainda uma outra camada conceitual, um outro filme, uma outra aparência. Só existe o agora, somente o que é. Nuvens aparecem, fechamentos surgem. Dor surge. Mudança de direção surge. Filmes mentais surgem. Tudo é parte do fluxo de manifestação. O que é que mantém tudo isso? Há uma "espaciedade", uma "ilimitalidade" que inclui absolutamente tudo, até mesmo o assim chamado fechamento, distração e resistência, até mesmo o assim chamado "demoníaco"?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em ultima analise, o universo é um sonho, uma borbulha na correnteza. Limpe sua fronte e você terá assassinado bilhões de microorganismos. Eventos terríveis e desgraças são amiúde, a fonte de tremenda sabedoria, insight, compaixão. Amor e despertar. Luz e escuridão são ambas extremidades de um mesmo bastão, e não há extremidade de bastão de ninguém. Ver isso cria mais aceitação da vida como ela é. Mas essa aceitação não significa afastamento ou um coração fechado, pois cada novo botão aberto de flor é totalmente único e precioso, assim como cada ser humano. Quando nós realmente vemos uma flor, ou uma formiga, ou um pássaro, ou um ser humano, nós os amamos. Nós cuidamos deles. Se olharmos mais de perto, podemos até mesmo descobrir que é possível amar um assassino em série ou um molestador de crianças ou mesmo a nós mesmos com todas as nossas aparentes falhas e imperfeições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consciência por natureza aceita absolutamente tudo. O que quer que apareça - seja isso confusão, resistência, dor, prazer, esforço, benção, tédio, estórias pessoais, céu-azul ou tempestades - tudo é permitido estar aqui. Consciência é como um espelho que reflete tudo igualmente sem julgamento ou preferências. Não é que "você" tenha que "fazer" essa aceitação. Ao invés disso, tudo já tem permissão para ser como é, mesmo os julgamentos e preferências. Tudo é! Talvez esse seja o real significado de amor incondicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há algum limite para a consciência presente? Agora, se você fechar seus olhos e prestar atenção cuidadosa, você pode de fato encontrar um lugar onde "dentro" termina e "fora" começa? Quão sólido é o que você pensa como "seu corpo?" A fronteira aparente entre "você" "tudo o mais" realmente existe ou ela é de fato não mais que uma ideia, uma imagem mental, um rio de sensações em constante mudança, uma estória aparecendo na consciência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você está pensando que consciência é de fato uma "coisa" (um tipo de coisa grande e branca ou um contêiner gigante vazio ou um espelho), note que essas são apenas imagens mentais, ideias conceituais, objetos sutis imaginários. Consciência é o que permanece quando tudo que é perceptível e conceituável desaba. Você está tentando ver o que é isso? Você pode ver a piada em tentar fazer isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não pense que todo o perceptível e concebível tem que desaparecer (como poderia?). Mas quão sólido é todo o perceptível ou concebível (uma imagem, uma ideia, qualquer memória, toda sensação, todo pensamento. Toda emoção, todo evento, todo objeto, toda experiência)? Onde está sua infância ou o ontem ou um minuto atrás ou o último segundo? De perto, tudo é insubstancial, impalpável, evanescente. A mente tenta pegar. Ela quer respostas certas, um lugar para se firmar. O que é tudo isso? A mente quer entender o todo. O pensamento imagina que você pode ficar de fora e olhar pra isso. Mas não importa quão duramente ela tente, o olho não pode ver a si mesmo. A não-limitação do que é não tem limites. A Realidade é inatingível e inescapável. Toda experiência vem e vai. Não tem nada a ver com ter uma experiência especial. A ilimitalidade (consciência, presença, obviedade, não-coisidade) não é uma coisa; ela não é uma experiência em particular que você possa ter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O acordar não diz respeito à aquisição de visões psicodélicas ou a posse de sensação oceânica constante. Ela tem a ver simplesmente com o notar que tudo (filme mental, sonhos, percepções, pensamentos, vida acordada, miragens, a ilusão-Eu, a dualidade aparente, tempo e espaço, cadeiras, mesas, expansões, contrações, meditação, retiro, engarrafamento, tudo) é sem substância ou continuidade, e todos aparecem e desaparecem bem aqui. Aqui é sempre aqui. É sempre agora. Até mesmo as memórias do passado, as fantasias sobre o futuro e os pensamentos sobre outros lugares somente podem aparecer aqui e agora, na ilimitada, intemporal e não coisificada consciência presente. Isso é tudo o que há.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acordar não se trata nunca de adquirir algo que não está aqui e agora. Assim, o que é aqui e agora?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;mente está buscando uma resposta (outra palavra?). Se todas as palavras e ideias fossem abandonadas o que permaneceria?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mente está buscando uma experiência, uma percepção especial? Se tudo isso for abandonado o que restaria?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existe resposta. Há somente isto. Não a palavra, mas a atualidade impalpável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Joan Tollifson&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://frangrossi.wordpress.com/2008/06/08/acordar-espiritualmente/"&gt;http://frangrossi.wordpress.com/2008/06/08/acordar-espiritualmente/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-3.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/joan-tollifson.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-4937713174634915850?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/4937713174634915850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-2.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4937713174634915850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4937713174634915850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-2.html' title='Acordar Espiritualmente (2) - Joan Tollifson'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1457018903450088393</id><published>2011-09-28T15:17:00.008-03:00</published><updated>2011-10-29T21:03:27.430-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Joan Tollifson'/><title type='text'>Acordar Espiritualmente - Joan Tollifson</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A vida está simplesmente vivendo a si mesma através da aparência de “você” e “eu”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O segredo da vida e da liberação está escondido bem em frente aos nossos olhos com visibilidade plena. Ele é a presente consciência (não a palavra ou o conceito, mas a atualidade), acordada para o que é: os pratos do desjejum, a roupa para lavar, a luz do sol nas folhas, o latido do cão, o som do tráfego, o zumbido do computador, o gosto do chá, a respiração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim o pensamento: "&lt;em&gt;Deve haver mais na vida do que isso&lt;/em&gt;". O pensamento cria problemas imaginários e tenta resolvê-los. O complexo cérebro humano tem uma habilidade assustadora de conceituar, imaginar, lembrar, projetar e pensar sobre coisas que não tem realidade atual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;À medida que "você" lê essas palavras nesse momento, pequenas marcas aparecendo sobre essa página em varias combinações, estão sendo vistas e traduzidas em significado. Há alguém fazendo essa admirável atividade, supervisionando todos esses elaborados processos óticos e neurológicos, ou tudo está ocorrendo automaticamente, por si mesmo? Nós dizemos, "eu" estou lendo, "eu" estou vendo, "eu" estou ouvindo, "eu" estou pensando, "eu" parei de fumar, "eu" odeio. Mas o que exatamente é esse "eu"? Você realmente sabe (ou controla) o que será "seu" próximo pensamento ou sua próxima ação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bem aqui, há a habilidade de colocar a atenção em seu pé esquerdo e encolher seus dedões. Mas como tudo isso de fato acontece e o que o inicia? Uma vez que a mente tenta capturar esse acontecimento em palavras, ele instantaneamente cria ilusão e confusão: a miragem da dualidade. De repente estamos aparentemente perdidos em problemas imaginários e CONUNDRUMS: existe uma pessoa aqui ou não? Existe livre arbítrio? O que eu deveria fazer? Eu posso fazer alguma coisa?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tudo isso é pensamento. Mas a atualidade é simples. Ela é indivisível. Aqui, não há nenhuma confusão, nenhuma barreira, nenhum problema, nenhum livre arbítrio, nenhuma ausência de livre arbítrio. Você simplesmente está fazendo o que você esta fazendo. Você esta sempre fazendo algo, mesmo se o que você estiver fazendo for ficar sentado imóvel "fazendo nada". E de fato, não há nenhum você fazendo nada disso. Esse "você" é um pós-pensamento, uma imagem mental, uma convenção gramatical, uma reificação de algo que verdadeiramente não é nada. De fato, a vida está simplesmente vivendo a si mesma através da aparência de "você" e "eu". Vendo isso verdadeiramente, elimina toda culpa assumida ou imposta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dadas as combinações erradas de genética, neuroquímica, condicionamento, provocação e oportunidade, o que nós consideramos coisas horríveis, podem acontecer. "Eu" poderia ser o perpetrador de tais coisas, ou "você" poderia ser. E mesmo que quase com certeza eu fosse querer que assassinos em série ou um molestador de crianças fossem mantidos presos para segurança de todos e poderia mesmo sentir raiva deles, ainda assim, se eu olhasse com profundidade, eu veria que eles não são culpados. Ninguém cometeria atrocidades se realmente tivesse a capacidade de escolha, se fosse realmente livre. Olhando de perto, eu veria que se "eu" estivesse em "seus sapatos" (se eu estivesse em seus lugares, ou seja, com a mesma combinação de genética, neuroquímica, condicionamento, provocação e oportunidade) então "eu" faria exatamente a mesma coisa que "eles" fizeram, por que não há nenhum "eu" e nenhum "eles" separado dos "sapatos" (as dez milhões de condições).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Isso significa que somos impotentes para fazer o que quer que seja, e que deveríamos simplesmente nos sentar e "deixar acontecer" por que "ninguém está fazendo nada disso?" Não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Significa que este organismo corpo-mente responderá a qualquer situação dada, não importa qual seja, e qualquer pensamento do tipo "eu estou no controle dessa resposta (ou sem o controle dela) é uma ilusão porque não existe tal "eu" separado". Da perspectiva do "eu" imaginário, isso soa assustador, uma receita de colapso moral e de falta de sentido - mas somente porque ainda perdura essa ideia de que "eu" sou de fato separado, e de que se "eu" não controlar o universo, ele certamente será um desastre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando a separação ilusória é vista como a miragem que é, fica simplesmente uma consciência presente indivisível. O Aqui, por si só, é a responsabilidade (resposta-habilidade) e a inteligência natural que podemos chamar de sabedoria e amor, o acordar de todos os conflitos imaginários, o esforço sem esforço que é exercido por si mesmo: respiração, circulação sanguínea, sonho e despertar. Isso não significa que não há nenhum poder ou habilidade de resposta ou nada para ser feito. Significa que a fonte de tudo isso não é o que pensamos que seja. Portanto, um pensamento tal qual "eu vou parar de fumar" surge por si mesmo a partir das dez milhões de condições e pode ou não ser seguido pela ausência do ato de fumar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando a miragem da separação não é vista pelo que é, ações surgem de um tipo de transe hipnótico e produzem tipicamente o que nós chamamos de sofrimento. Naturalmente, uma vez visto, o desejo surge para estar desperto todo o tempo. "Eu" quero ser uma pessoa iluminada, alguém que está presente e desperto e que vê com clareza "todo o tempo." Mas nesse próprio impulso, a miragem reafirmou a si mesma, pois mais uma vez é a ilusória tentativa individual de dirigir o universo e ter somente altos sem baixos, todos num futuro imaginário. Inevitavelmente, o resultado é a desilusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tem sido sabiamente dito que essa tal iluminação não é vitória final porem derrota final. Iluminação é estar totalmente sem esperança. A mente ouve isso e pinta um estado de ser desesperado e niilista. Mas esse é o caso somente quando se tem esperança. Iluminação é vista para além de toda esperança de algo melhor. Ela é a simplicidade do que é, como de fato é, a pura facticidade do presente momento, aqui e agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Liberação não tem nada a ver com adquirir um novo sistema de crenças ou um novo pacote de respostas (por exemplo, "tudo é Um", "consciência é tudo o que há", ou "não existe nenhum livre-arbítrio", ou "você cria sua própria realidade" ou ainda "tudo está perfeito"). Liberação é a vivacidade e imediacidade além da crença. Liberação é quando todas as respostas, explanações e posições desaparecem e o que permanece é a mente aberta, o não-saber.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É impressionantemente fácil para o fundamentalismo sorrateiramente entrar e tomar posse. Nosso desejo humano de certeza e conforto corre profundamente até mesmo naqueles de nós que parecem estar comunicando e explorando algo tão radicalmente simples. Ver a ilusão não é algo que acontece uma vez em um grande flash e tudo está feito. Ela é um acordar para toda a vida (momento presente).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Joan Tollifson&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://frangrossi.wordpress.com/2008/06/08/acordar-espiritualmente"&gt;http://frangrossi.wordpress.com/2008/06/08/acordar-espiritualmente&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/acordar-espiritualmente-2.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/10/joan-tollifson.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1457018903450088393?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1457018903450088393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/acordar-espiritualmente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1457018903450088393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1457018903450088393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/acordar-espiritualmente.html' title='Acordar Espiritualmente - Joan Tollifson'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-7877444855840091473</id><published>2011-09-18T16:03:00.020-03:00</published><updated>2011-09-20T11:54:07.806-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4ZxDO8Gt5qs/TnZMvh8fFcI/AAAAAAAAAGw/jO6uKQzsDlc/s1600/Dayananda+Saraswati+-+3.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-4ZxDO8Gt5qs/TnZMvh8fFcI/AAAAAAAAAGw/jO6uKQzsDlc/s1600/Dayananda+Saraswati+-+3.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Autoconhecimento&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ser livre significa que eu devo ver a mim mesmo como seguro e estar satisfeito comigo mesmo, como eu sou. Somente assim eu serei livre. Se eu estou seguro e satisfeito comigo mesmo, todas as outras buscas tornam-se secundárias porque eu não necessito de segurança ou mudanças de situação para estar seguro e em paz comigo mesmo na situação na qual me encontro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Clique nos títulos abaixo para ter acesso ao texto completo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/busca-humana.html"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Busca Humana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Qualquer coisa que dê a você qualquer tipo de segurança - emocional, econômica ou social - é chamado de artha em Sânscrito. Segurança pode estar na forma de dinheiro, relacionamentos, um lar, reconhecimento, influência, ou poder de qualquer tipo. Tais realizações apóiam o ego e, portanto fornecem alguma segurança para o ego. Embora pessoas procurem várias formas de segurança em tempos diferentes, a busca de segurança é comum a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Buscar prazer é uma outra busca, chamada de kama em Sânscrito. Qualquer coisa que satisfaça seus sentidos, agrade sua mente, toque seu coração e evoque em você uma certa apreciação é kama. Qualquer forma de prazer que você obtenha do seu lar ou relacionamento, por exemplo, é kama. Música e viagens também são kama e não artha, porque buscando-as você está buscando prazer e não segurança. Você não vai ao Havaí ou às Bahamas para buscar segurança. De fato, você perde alguma segurança, em forma de dinheiro, quando você vai a esses lugares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há uma terceira busca, dharma, que não é nem artha, segurança, nem kama, prazer. Em Sânscrito, dharma é uma palavra com muitos significados. Aqui, ela se refere a um sentido de harmonia, à satisfação vinda de ações altruístas como compartilhar ou ajudar outras pessoas. A busca do dharma é diferente da de artha e kama, porque você normalmente não ajuda outros para obter segurança ou prazer. Quando você encontra alguém precisando de ajuda e você pode aliviar seu desconforto, você se sente feliz. A alegria que você experimenta não é igual ao prazer que você experimenta indo ao Havaí ou a um concerto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um médico, que não trabalha apenas por ganhos financeiros, experimenta este tipo de prazer. Fazer trabalho de caridade tem um resultado similar. Aqueles que estão aptos a descobrir alegria neste tipo de serviço fazem isso, eu diria, por causa de uma certa maturidade e entendimento da parte deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Indo atrás de certas seguranças, eu não estou buscando as seguranças por elas mesmas. Eu estou procurando libertar-me de ser inseguro. Da mesma forma, quando procuro prazeres isso revela que eu estou agitado e não satisfeito comigo mesmo. Eu tenho que fazer alguma coisa para achar prazer, o que significa que eu quero ser livre do sentimento de insatisfação comigo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se eu estou sempre procurando segurança e prazer, quando eu serei capaz de dizer "Eu consegui!"? Somente quando eu me vejo como uma pessoa segura e satisfeita. Quando eu não mais sinto a necessidade de procurar prazer e segurança, então eu posso dizer que sou livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/apenas-o-conhecimento-liberta.html"&gt;Apenas o Conhecimento Liberta&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conhecimento funciona porque você já é liberado. O seu ser é Brahman - ele já é livre - e nunca esteve confinado. Neste mesmo momento ele não está confinado! Na hora do ensinamento, ele não está confinado, antes desse momento ele não estava confinado, tampouco pode ele ser confinado depois. Ele está sempre livre, é eternamente livre, portanto é tão somente uma questão de reconhecer que o ser é livre. A única sadhana é bodha, conhecimento, sabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas se o atma é "como se fosse" limitado, então ele não é realmente limitado. No seu ponto de vista, atma é limitado - na visão da sruti, upanisads, ele não é absolutamente limitado. Assim, temos dois pontos de vista: a visão da sruti é de que o "Eu" não é limitado de modo nenhum: não existe nenhum confinamento; mas porque existe uma sensação de limitação é que existe uma luta da parte do indivíduo para se livrar dessa limitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como será que posso me tornar ilimitado? Você não pode se tornar ilimitado; você é ilimitado. É devido tão somente à ignorância que o atma parece ser limitado. Portanto, tudo o que você tem a fazer é eliminar essa ignorância. Uma vez que o problema é a ignorância, toda a sadhana é apenas remover essa ignorância e nada vai remover a ignorância a não ser o conhecimento. Nenhuma forma de ação irá remover a ignorância, pois a ação, não sendo oposto de ignorância, não pode eliminá-la.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não se pode dizer que a escuridão não existe; até que chegue a luz, ela existe. Algo que não existente não pode criar problemas; somente algo que existe pode criar problemas. A ignorância do Ser é algo que existe, cria problemas, cria erro e cria uma sensação de limitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somente conhecimento é capaz de remover a ignorância do Ser. O fato de que sou saccidananda, existência, conhecimento, plenitude, não vai eliminar a ignorância. Mas o conhecimento de que eu sou saccidananda elimina a ignorância. A noção de que eu sou um agente limitado da ação é negada pelo conhecimento de que eu sou ilimitado, que atma é sempre existente, sempre efulgente, sempre pleno, e é esse conhecimento, o qual se dá no intelecto, que remove a ignorância. Portanto, o conhecimento de minha ilimitação remove a noção de que eu sou um agente limitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A ignorância não tem princípio - até que o conhecimento ocorra, a ignorância é soberana. Até mesmo uma escuridão que tenha existido em uma caverna por milhares de anos desaparece instantaneamente ao entrar a luz! Da mesma forma, tudo o que é preciso para remover a ignorância que não tem início é conhecimento - agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existe nenhuma ação que possa remover ignorância, somente pramana vicara, o questionamento discriminativo com o auxílio das upanisads produz o conhecimento que pode eliminar a ignorância. Essa vicara assume a forma de sravana, ouvir o ensinamento; manana, refletir sobre o ensinamento; e nididhyasana, contemplação. Entretanto, vicara requer uma mente preparada, porque a mente é o local onde o conhecimento tem que ocorrer. Essa mente pode ser fortalecida a fim de receber esse conhecimento, motivo pelo qual você precisa de sadhanas secundárias, e é aí que entram karma yoga, meditação, oração, etc. Através da ação, você adquire uma mente preparada - através do conhecimento você ganha moksa. Sem conhecimento não há liberação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O sol é autoevidente, não necessitando nenhuma lanterna ou qualquer outra luz para se revelar a seus olhos. De forma similar, o ser é autorevelante, não necessitando qualquer outra luz para se revelar. Uma nuvem pode encobrir a resplandecência do sol, mas não a existência do sol. Do mesmo modo, a ignorância pode encobrir o fato de que "eu sou ilimitado", mas não pode ocultar que "eu sou, eu existo". Da mesma forma como a nuvem, que parece encobrir o sol, só pode ser vista por intermédio da própria luz do sol que ela encobre, assim também o senso de limitação e aparente diversidade na criação é conhecido apenas pela consciência ilimitada que é o ser. Assim como o sol brilha em sua própria luz quando a nuvem se vai, o ser brilha como único, não-dual quando a ignorância é removida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/autoconhecimento.html"&gt;Autoconhecimento&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Através das várias experiências que temos em nossa vida, alcançamos uma maturidade para reflexão. Este é o grande momento, quando não somente vivemos em busca de confortos e prazeres, mas também analisamos o que desejamos com nossas aquisições. O mero acúmulo de objetos não produz felicidade. A insatisfação da mente não se resolve, satisfazendo todos os desejos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O homem possui a grandeza de ser consciente de si mesmo. Porém o eu, do qual está consciente, não lhe parece completo, nem adequado. Infelizmente ele se sente um ser inadequado e incompleto. E este ser incompleto, o único conhecido, cria o constante desejo de ser diferente, através de mudanças na vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao analisarmos, percebemos a teia das fantasias e dos erros de interpretação e julgamento na qual estamos emaranhados. O questionamento, a compreensão e a aceitação do mundo como ele é e o processo de eliminar os conflitos que nascem dessa ilusão são necessários para atingirmos uma mente clara e tranquila.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta mente clara e tranquila é o que sempre estivemos procurando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A descoberta deste ser completo, adequado em si mesmo, que não depende de situações para ser feliz, é o objetivo de Vedanta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Descobrir que existe uma busca fundamental por detrás dos vários desejos é a maturidade espiritual. É o despertar para o objetivo maior da vida, o conhecimento do ser pleno que sou eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/07/perguntas-e-respostas.html"&gt;Perguntas e Respostas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em um silente momento de contemplação, quando eu me dirijo à luz da Consciência, despojado de todos os objetos, incluídos meu próprio corpo, sentimentos, pensamentos, eu diviso a mim mesmo. Neste momento como estamos, nós vivemos sem conhecimento de quem somos - ébrios, tolos ou lunáticos fugidos de algum asilo. Em nossa presente condição jamais podemos manter um relacionamento apropriado com os seres e objetos do mundo. Cada um de nós está condicionado por suas concepções anteriores, seguindo pela vida afora atrás de falsas esperanças, loucas ambições e ideias fúteis e inúteis. Chega disso! Busque e conheça quem você é. Eu sou indescritível. Eu não caio em nenhuma categoria. Eu sou você - você mesmo em sua pureza. Portanto onde você é puro, você é Chinmaya. Em sua confusão você me chama "mestre" ou "santo", mas eu sou tão somente você mesmo, redimido de suas próprias confusões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se aquele que conhece não é consciente de si mesmo, se a sua razão de ser na vida não é conhecida, então sua vida não é significativa. Se não conheço a mim mesmo, qual o valor das metas alcançadas? Eu tenho apenas uma mente imatura. Eu posso conduzir meus relacionamentos, mas serei sempre uma pessoa confusa, confundindo a todos os demais. Se eu estou confuso, não tenho como realizar qualquer integração na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pela sua própria natureza, não há escolha quanto ao conhecimento do Ser, pois o Ser sou eu mesmo. Não é existente e nem não-existente, nem o conhecido, nem o que não é conhecido. Estes opostos são objetos de conhecimento do sujeito, o Ser. Nem existe nada além do Ser, para que eu escolha o Ser dentre "outras" coisas. Entre os "conhecidos" há alguma escolha. Quanto ao conhecimento do Ser que é ambos, quem conhece e o que é conhecido, não há escolha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não há nada de intelectual no conhecimento do Ser, eu lhe garanto! Intelectual é o que é chamado de inferencial ou especulativo. Nós precisamos definir bem os nossos termos. Quando você diz "intelectual", você se refere a alguma coisa à qual você chegou por inferência. Você não pode ser inferido. Você é Atma (o conteúdo da primeira pessoa do singular, eu) - já existente. Não há nada de inferencial nisto, quer você se veja como é realmente, quer você tome a você mesmo como sendo outro, diferente do que você é realmente. Em ambos os casos o conhecimento é imediato - aparoksa. Vedanta não fica teorizando sobre quem você é. Ele diz que você é aquele. Você pode ver o significado da sentença? Quando você vê, não há nada de inferencial nisso, não é intelectual - é conhecimento direto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-sucesso.html"&gt;O Sucesso&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem gostos e aversões na mente de todas as pessoas. Eles são o desejo de adquirir e manter o que é prazeroso, e de se livrar ou evitar o que é desagradável. Se você quer ter êxito na satisfação de todos os seus gostos e aversões, você será um fracasso. Desejos não satisfeitos não vão deixar você ficar em paz consigo mesmo. Se você está em paz consigo mesmo, se você se sente confortável e "em casa" com você mesmo, aí, sim, você é uma pessoa bem sucedida. Você não precisa satisfazer todos os seus gostos e aversões. Basta aprender a administrá-los para poder desfrutar do mesmo bem-estar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na Gita, Krsna não ensina o que se deve fazer e o que não se deve fazer. Ele diz: "Com relação à ação, você tem uma escolha". Você tem ambições e algumas delas você pode escolher satisfazer através da ação. O problema não está em satisfazer os desejos ou em ter ambições. É natural que se espere os resultados. Se ambições não satisfeitas fazem com que você fique triste, frustrado e perca a objetividade, aí, sim, você está sendo um fracasso. Porém, se você pode aceitar o resultado, qualquer que ele seja, você é uma pessoa bem sucedida; você pode até se permitir ter mais algumas ambições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A pessoa que pode gerenciar seus desejos é bem sucedida na vida, mas a pessoa que deixa os desejos gerenciarem sua vida apenas luta para ser bem sucedida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/uma-introducao-ao-estudo-das-upanishads.html"&gt;Uma Introdução ao Estudo das Upanishads&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Onde há unidade, não há luta. Todo o problema de lutar contra os outros é devido à minha visão do mundo como algo totalmente diferente daquilo que eu sou. As Upaniñads afirmam que isto é devido ao fato de você pensar que existem muitos atmas, mas há apenas um atma, não apenas com referência a indivíduos e seres vivos, mas até mesmo com referência ao mundo que você considera como sendo diferente de você. O mundo também não está separado de você. A assim chamada "separação" não é intrinsecamente verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É um fato que atma é um, não-dual e que não há nada separado de você. Você é a totalidade que existe. Você pensa ser uma parte infinitesimal e não gosta nada disso. Mas as Upaniñads dizem "Você é pürëaù, o todo". O fato de que você é o todo é comunicável. Não fosse comunicável, não seria conhecimento. Tornar-se-ia algo subjetivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vedanta comprometido com esta visão da unidade do Ser revela este fato através de palavras próprias para comunicar e, assim, remover a causa para a insatisfação consigo mesmo. Este é o problema básico. Nós desejamos satisfazer o Ser insatisfeito e pensamos: "Eu estou insatisfeito porque não tenho isso, não tenho aquilo". São desvarios. O "eu" é uma entidade que é completa e ilimitada. Na verdade não há outra entidade. Somente há uma entidade e ela é você. Como isto pode ser egoísta? Ser egoísta é reconhecer um outro ser. A beleza aqui é que o Ser é o todo e essa totalidade é aplicável a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na visão de Vedanta, não há uma segunda entidade. O Ser é o todo e portanto não há qualquer razão de insatisfação. Insatisfação é o anartha. Anartha significa aquilo que eu não quero. Ninguém quer insatisfação, mas ela é universal, nascida da ignorância. O autoconhecimento é oposto àquela ignorância e Vedanta existe para lhe dar este conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-significado-da-adoracao.html"&gt;O Significado da Adoração&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um arthartin é aquele que vai em busca de objetos e situações, considerando-os a fonte de segurança. Achando que seu esforço e planejamento talvez não sejam suficientes para obter o sucesso, ele reza para que o Senhor se torne seu sócio no negócio. Um arta, que é uma pessoa totalmente desamparada, volta-se para o culto para alívio de suas aflições. Um jnanin é aquele que considera que o individual não é diferente do total, e está em condições de manter este conhecimento, apesar de lidar com o mundo dual e dos problemas que enfrenta. Devido a essa unidade da visão, um sábio não pode afastar-se do Senhor. Qualquer coisa que faça é adoração do Senhor, porque ele sabe que todas as ações nada mais são do que o Senhor. Ele é, por definição, incapaz de se confundir a esse respeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, jijnasu, arthartin e arta - todos são efetivamente abençoados porque estão em condições de eliminar o sentimento impulsivo de que "Deus é responsável por meus problemas" e voltam-se para Deus, como auxílio na obtenção do que buscam. Um jnanin, devido ao seu conhecimento, não faz mais do que adorar por meio de cada ação. Por isto Krsna diz: "Todos são nobres, mas o sábio (jnanin) eu o considero de fato como Eu mesmo" (Bhagavadgita VII:18). Esses quatro tipos que buscam o Senhor representam a variedade de razões para a adoração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ilimitado surgiu num estágio posterior da evolução do ritual. Se alguém considera que o Ilimitado inclui todas as formas e é ele mesmo sem-formas, então não existe uma forma que possa ser tida como superior para representá-lo. Por causa desta compreensão, nos templos das épocas antigas e até hoje nas casas de pessoas tradicionais, no Sul da Índia, o objeto do culto é uma "forma sem-forma", como uma sivalinga, uma pedra elipsoidal, cujo aspecto indiferenciado representa Siva, o Senhor que é todas as formas. Visnu é invocado numa salagrama, uma pedra em que há uma única cavidade natural. Adoradores de Surya, o sol, usam como símbolo um vidro de cristal natural. Ganesa é representado por uma pedra vermelha, naturalmente moldada de uma forma determinada. Para os adoradores de Sakti, o Senhor em forma de deusa, é usada uma pedra com pequenas incrustações em ouro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É o Senhor, que a sua mente superimpôs nesse objeto, que você venera, e essa adoração beneficia apenas você mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/06/olhar-para-si-proprio.html"&gt;Olhar Para Si Próprio&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ser humano é realmente bom? Para sua satisfação o indivíduo pode ter passado por um bom homem. Todo criminoso, até que seja descoberto, faz a mesma coisa e, mesmo depois da prisão, tenta provar a existência de circunstâncias que o compeliram ao crime. E ainda continua a se esforçar para ser um bom homem. Mas, então, ele é bom?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se um homem é bom, não deve haver esforço de sua parte para ser bom. Uma vida boa é espontânea para ele. É neste ponto que ele deve parar para olhar para si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bom, genial, homem respeitável, qualquer que seja seu caráter interior, ele precisa submetê-lo à consideração do mundo. Se ele atribui tão grande importância a uma vida boa e honesta, não é importante que tenha um olhar para dentro e descubra, para si mesmo, o que ele realmente é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A questão "sou tão bom quanto gostaria de parecer" coloca-o num estado de espírito diferente. Ele agora começa uma vida verdadeira. Ele despertou! Desperto ele está para sua vida, até aqui superficial, mecânica e muitas vezes hipócrita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um detalhado olhar para dentro, sem arrependimento ou autopiedade, lhe oferece uma plataforma dentro de si mesmo, através da qual ele olha para o que ele mesmo tem sido. Com isto a velha plataforma de operação é abandonada e também tudo o que foi necessário para criar a vida superficial e falsa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ninguém é sincero com os outros se não for consigo mesmo. Porque tentar ser sincero, sem primeiro sê-lo interiormente? Olhe para si mesmo, por favor, é aí que começa a sinceridade, pois até para olhar para si mesmo precisa-se ser verdadeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Podemos descobrir que não temos sido sinceros. O que importa? O reconhecimento de termos sido falsos é necessário para sermos verdadeiros. No reconhecimento de termos sido falsos está o começo da vida sincera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto, não há razão para lamentação nem para condenar a si próprio. O reconhecimento de que somos falsos é para sermos sinceros com nós mesmos. Neste instante nos tornamos sinceros. Isto não requer nenhum conhecimento de nossa parte nem requer algum apoio externo. Somente um deliberado "olhar para si mesmo" o mudará, o transformará. Isto é possível, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/08/como-silenciar-os-pensamentos.html"&gt;Como Silenciar os Pensamentos?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que você quer: silêncio ou conhecimento? Para que você quer o silêncio? Por quanto tempo você quer esse silêncio? Você acha que ele irá resolver seus problemas? Saiba que, no melhor dos casos, você os deixa para mais tarde. Quando você dorme, aliás, os pensamentos estão em silêncio, mas os problemas não são resolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que resolve mesmo todas as questões, o sofrimento, as dúvidas, a tristeza e demais emoções destrutivas, é o autoconhecimento, é compreender quem você é. Nada mais. Todos os pensamentos estão centrados no ego. A mente é a voz do ego. A mente é o material do ego pensando, duvidando, desejando ou rejeitando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-7877444855840091473?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/7877444855840091473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/7877444855840091473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/7877444855840091473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html' title='Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4ZxDO8Gt5qs/TnZMvh8fFcI/AAAAAAAAAGw/jO6uKQzsDlc/s72-c/Dayananda+Saraswati+-+3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8275291590798647592</id><published>2011-08-24T11:26:00.006-03:00</published><updated>2011-10-28T22:19:08.304-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Como Silenciar os Pensamentos? - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;É preciso compreender quem você é, e que tipo de mente precisa cultivar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta é a típica pergunta mal formulada. O que você quer: silêncio ou conhecimento? Para que você quer o silêncio? Por quanto tempo você quer esse silêncio? Você acha que ele irá resolver seus problemas? Saiba que, no melhor dos casos, você os deixa para mais tarde. Quando você dorme, aliás, os pensamentos estão em silêncio, mas os problemas não são resolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para que você quer o silêncio, então? O que resolve mesmo todas as questões, o sofrimento, as dúvidas, a tristeza e demais emoções destrutivas, é o autoconhecimento, é compreender quem você é. Nada mais. Todos os pensamentos estão centrados no ego. A mente é a voz do ego. A mente é o material do ego pensando, duvidando, desejando ou rejeitando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não é necessário "silenciar a mente". É preciso sim, compreender quem você é, e que tipo de mente você precisa cultivar: uma mente objetiva e tranquila. Pare de repetir como um papagaio coisas que você ouviu por aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ouça esta estória: um jovem vê um caçador na floresta, carregando vários pássaros para levar ao mercado. Avisou para um papagaio que o caçador estava por perto. E pediu para o papagaio avisar às demais aves. O papagaio começou a gritar: O caçador está por perto, tomem cuidado! Todos os pássaros, por sua vez, começaram a repetir o mesmo: O caçador está por perto, tomem cuidado! Conclusão, como os demais repetiam sem pensar no que estavam dizendo, acabaram por ser pegos pelo caçador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Moral da estória: não fique repetindo por repetir palavras bonitas, mas vazias, que você ouve por aí. Pode ser contraproducente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.yoga.pro.br/artigos/811/13/como-silenciar-os-pensamentos"&gt;http://www.yoga.pro.br/artigos/811/13/como-silenciar-os-pensamentos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-8275291590798647592?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/8275291590798647592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/08/como-silenciar-os-pensamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8275291590798647592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8275291590798647592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/08/como-silenciar-os-pensamentos.html' title='Como Silenciar os Pensamentos? - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1421484537773065012</id><published>2011-07-30T12:41:00.008-03:00</published><updated>2011-10-28T22:00:17.594-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Perguntas e Respostas - Chinmayananda e Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chinmayananda e Swami Dayananda, mestres de Vedanta, respondem a perguntas sobre a natureza do conhecimento do Ser e como isso se relaciona com buscas em outros campos de conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;Não existe nada além do Ser, para que eu escolha o Ser dentre “outras” coisas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;SWAMI CHINMAYANANDA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;.: &lt;em&gt;Swamiji, quem é você?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;.: "Quem eu sou?" é um tema exposto por Ramana Maharsi. O questionamento de quem eu sou é uma busca pelo sujeito. Esta busca é distinta de qualquer outra no mundo material. Cientistas, céticos e ateus buscam a verdade no mundo exterior. Nada há de errado nisso, uma vez que os levará por fim aos caminhos do questionamento da subjetividade. Quando um artista moderno pinta um quadro repulsivo uma pessoa pode se sentir repelido por sua feiúra. Entretanto, o artista estava sendo honesto na medida em que expressava suas experiências íntimas acuradamente. Aqueles que compartilharem a condição mental do artista sentir-se-ão excitados e solidários na contemplação de tais retratos de tumulto íntimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De maneira semelhante, os cientistas, em sua natural extroversão mental, buscam a verdade no mundo exterior. Eles não são capazes nem de apreciar e nem de compreender o valor dos sábios contemplativos e de suas vastas vivências. Desde tempos imemoriais, os mestres da tradição védica e os filósofos ocidentais têm buscado o Ser. Platão expressou isso na idéia "Conheça a si mesmo"; Buddha, emergindo da tradição hindu, falou do estado de nirvana, que se assemelha à visão hindu de "um Ser onipresente". As escrituras hindus tratam exaustivamente deste assunto. Não que isto seja uma glória específica dos hindus. Ocorre que eles dirigiram seu gênio à investigação deste tema por um longo período de contínuo questionamento. O Ocidente, por outro lado, teve um considerável progresso tecnológico, não necessariamente devido a uma graça específica do Senhor, mas devido ao caráter ocidental, revoltado contra a "idade das trevas" dos tempos medievais e dirigido aos aspectos mais racionais e diretamente observáveis da vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O mundo exterior é como que inexistente para quem não o experiencia. As cataratas do Niágara - para muitos de nós - consistem de uma imagem mental colhida de palavras ou imagens. Mas para aqueles que estiveram lá frente a elas e intelectualmente e emocionalmente experienciaram sua majestade, para estes as cataratas são muito reais. Os antigos rsis do período védico declararam que o mundo objetivo tem validade somente devido a "mim", o sujeito. Eles dirigiram sua atenção a uma busca pelo Ser enquanto o Ocidente se concentrou em aprender mais a respeito do mundo dos fenômenos observáveis. A ciência que explana e expõe o mundo subjetivo torna-se conhecida como espiritualidade em contraste evidente às ciências objetivas dos tempos modernos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os cientistas compromissados com o estudo do Sujeito - profetas, santos, sábios, mestres - investigaram a totalidade da pessoa, não meramente a sua estrutura anatômica, suas funções biológicas, seus movimentos psicológicos, suas habilidades intelectuais, todas pertencentes ao reino da ciência objetiva. Eles investigaram o ser humano como o "experienciador" desta vida, que colhe suas experiências não somente no estado acordado, mas também no campo dos sonhos e no reino do sono profundo. Os filósofos ocidentais, por outro lado, divisaram o ser humano unicamente em seu parcial estado "desperto". Apenas na última década, se tanto, iniciaram sem maiores interesses seus estudos com o "adormecido" e suas experiências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os mestres hindus fizeram uma importante descoberta, resultante de suas exaustivas observações do desempenho total do indivíduo, em sua peregrinação do útero ao túmulo. Todas as experiências nos três estados de consciência (acordado, sonhando e em sono profundo), eles disseram, são experiências "dele". "Ele" é o sujeito. A busca, agora, é dirigida à questão "Quem eu sou"- quem é este que, em última instância experiência as alegrias e tristezas das situações e circunstâncias no estado acordado, no estado de sonho e no estado de sono profundo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste momento pode ser vantajoso para você se, por um instante, parar para analisar o que constitui o conhecimento de uma experiência. Por favor, pense comigo. Coisas constantemente se processam em torno de você. Do que você não está consciente, não é uma experiência para você. Neste mesmo momento, um amigo querido pode ter se acidentado em alguma outra parte do mundo. Isto aconteceu, mas não foi experienciado por você. O telegrama chega à noite e só então você se torna consciente da trágica ocorrência. Logo, consciência de uma coisa é conhecimento desta coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conhecedor em cada um de nós é, portanto "Eu", uma corrente de consciência de coisas. (Meu caro leitor faça, por favor, uma pausa aqui e pense antes de prosseguir. Quando você tiver assimilado a idéia, continue).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Suponha que quando em profunda meditação você eleve sua mente para além das experiências dos objetos. Você não estará em um estado de Pura Consciência unicamente, a luz na qual você se torna "consciente de" coisas? Pense.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta "consciência isenta de objetos" é a sua real natureza. A luz no mundo ilumina os objetos. Quem ilumina é distinto do que é iluminado. Na luz em si não há objetos. Na luz do sol não existe nenhum mundo, entretanto o mundo é iluminado pela luz do sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em um silente momento de contemplação, quando eu me dirijo à luz da Consciência, despojado de todos os objetos, incluídos meu próprio corpo, sentimentos, pensamentos, eu diviso a mim mesmo. Neste momento como estamos, nós vivemos sem conhecimento de quem somos - ébrios, tolos ou lunáticos fugidos de algum asilo. Em nossa presente condição jamais podemos manter um relacionamento apropriado com os seres e objetos do mundo. Cada um de nós está condicionado por suas concepções anteriores, seguindo pela vida afora atrás de falsas esperanças, loucas ambições e idéias fúteis e inúteis. Chega disso! Busque e conheça quem você é. Eu sou indescritível. Eu não caio em nenhuma categoria. Eu sou você - você mesmo em sua pureza. Portanto onde você é puro, você é Chinmaya. Em sua confusão você me chama "mestre" ou "santo", mas eu sou tão somente você mesmo, redimido de suas próprias confusões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;.: &lt;em&gt;Podem ciência e religião coexistirem?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;.: Você está falando em linguagem do século 19. No século passado esta pergunta seria válida. Não é mais. Física e metafísica estão unidas hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aquele livro sobre o conserto das motocicletas (Zen and the art of motorcycle maintenance) - um livro magnífico. Como nossos textos védicos. Nós sempre estudamos as ciências materialísticas junto com as ciências religiosas. Esta integração sempre houve em nossas escrituras. Ayurveda - a ciência medicinal - é parte de nossos Vedas. É somente através das ciências materialísticas que podemos alcançar o mais alto. Nós fomos mandados para cá para mascar exaustivamente o mundo ao nosso redor - mascá-lo e cuspir sem arrependimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;SWAMI DAYANANDA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;.: &lt;em&gt;Porque se diz que não há escolha quanto ao conhecimento?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;.: No capítulo número nove da Bhagavadgita, este conhecimento é chamado de raja vidya, "o rei entre os ramos de conhecimento". Este é o Maharaja, o "imperador" entre "vidya" conhecimento. As áreas de conhecimento são muitas: alquimia, astrologia, astronomia, biologia, botânica, química, lógica, lingüística... Nós podemos ter acesso a milhares de áreas de conhecimento, mas ninguém pode ter a última palavra em nenhuma matéria. Eu não posso conhecer tudo; portanto, preciso de muitos que se especializem em diferentes áreas. Tem de existir alguém que saiba como se faz um automóvel. Outro tem de existir para saber o que envolve a criação de um foguete ou um avião. Alguém precisa ser capaz de indagar sobre meu corpo ou minha mente, mas um não pode ser tudo. Por isso um advogado com um problema de saúde vai a um médico e o médico vai a um advogado se estiver metido em uma complicação judicial. Assim, ajudamos uns aos outros, nós vivemos. Eu posso escolher qualquer ramo de conhecimento. Nesta escolha eu não perco nada, pois em qualquer caso eu terei de consultar a mais alguém. É assim que um ser relativo tem de conduzir suas transações com este mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em todos estes ramos de conhecimento, se há algum conhecimento no qual não se tem escolha, que todos devem possuir e que em sendo conhecido, você se torna tão grande que a sua altura sequer pode ser medida, é o conhecimento sobre você, este que segue adiante adquirindo qualquer outro conhecimento. É uma perda de tempo, um grande desperdício se não é encontrado quem segue adiante conhecendo os objetos! Se aquele que conhece não é consciente de si mesmo, se a sua razão de ser na vida não é conhecida, então sua vida não é significativa. Se não conheço a mim mesmo, qual o valor das metas alcançadas? Eu tenho apenas uma mente imatura. Eu posso conduzir meus relacionamentos, mas serei sempre uma pessoa confusa, confundindo a todos os demais. Se eu estou confuso, não tenho como realizar qualquer integração na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto, o conhecimento de si mesmo você precisa ter. O conhecimento também o torna tão diferente que isto não está dentro do âmbito de uma escolha. Este é um conhecimento de algo que, uma vez conhecido, tudo o mais é como que bem conhecido. Se você conhece pode, você não irá conhecer roupa, pois quando você conhece uma coisa, não conhece uma outra. Mas quando você conhece a si mesmo, você conhece a verdade subjacente a toda a criação e, desta forma, tudo o mais está como que bem conhecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pela sua própria natureza, não há escolha quanto ao conhecimento do Ser, pois o Ser sou eu mesmo. Não é existente e nem não-existente, nem o conhecido, nem o que não é conhecido. Estes opostos são objetos de conhecimento do sujeito, o Ser. Nem existe nada além do Ser, para que eu escolha o Ser dentre "outras" coisas. Entre os "conhecidos" há alguma escolha. Quanto ao conhecimento do Ser que é ambos, quem conhece e o que é conhecido, não há escolha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;.: &lt;em&gt;Parece-me que Vedanta alcança uma pessoa apenas no nível intelectual. Isto é correto?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;.: Não há nada de intelectual no conhecimento do Ser, eu lhe garanto! Intelectual é o que é chamado de inferencial ou especulativo. Nós precisamos definir bem os nossos termos. Quando você diz "intelectual", você se refere a alguma coisa à qual você chegou por inferência. Você não pode ser inferido. Você é Atma (o conteúdo da primeira pessoa do singular, eu) - já existente. Não há nada de inferencial nisto, quer você se veja como é realmente, quer você tome a você mesmo como sendo outro, diferente do que você é realmente. Em ambos os casos o conhecimento é imediato - aparoksa. Vedanta não fica teorizando sobre quem você é. Ele diz que você é aquele. Você pode ver o significado da sentença? Quando você vê, não há nada de inferencial nisso, não é intelectual - é conhecimento direto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ver a você próprio é algo como me ver. Quando você me vê, não é inferencial, não é intelectual - é percepção direta. De maneira semelhante você existe, mas toma a você mesmo como sendo outro diferente do que é realmente. Suas experiências parecem confirmar suas noções sobre você mesmo. O professor analisa essas experiências, as suas experiências. Ele não fala de alguma incomum experiência pessoal, que ele possa ter tido, com o objetivo de lhe dar algum conhecimento indireto de algo. Quando ele analisa as suas próprias experiências, como o estado de sonho, o estado de sono e o estado desperto, tristeza e alegria, desta forma lhe auxiliando a se ver como você realmente é, você diz "sim, é verdade". Quando você diz ser verdade, não é nem intelectual e nem perceptual. É um auto-reconhecimento nascido de palavras. É conhecimento direto. É direto assim como o conhecimento que você tem quando, abrindo os seus olhos, você me vê. Acreditar que o conhecimento do ser seja algo intelectual é um condicionamento. Você pode acreditar que exista um Ser a ser conhecido. Tal estado é ainda ignorância - e não conhecimento, direto ou intelectual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chinmayananda e Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-sucesso.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1421484537773065012?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1421484537773065012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/07/perguntas-e-respostas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1421484537773065012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1421484537773065012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/07/perguntas-e-respostas.html' title='Perguntas e Respostas - Chinmayananda e Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-519239775891684424</id><published>2011-06-23T13:10:00.005-03:00</published><updated>2011-10-28T22:16:47.373-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Olhar Para Si Próprio - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sou Tão Bom Quanto Gostaria de Parecer&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cada um a seu modo, esforça-se para provar a si mesmo e aos outros que é bom. Se alguém faz tal esforço é porque tem um valor para o que é considerado por ele bom comportamento. Na maneira de se comportar, em resposta aos diferentes acontecimentos e situações na vida, ele faz esforço para comportar-se como uma boa pessoa, pois sabe que a bondade recompensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas é ele realmente bom? Para sua satisfação ele pode ter passado por um bom homem. Todo criminoso, até que seja descoberto, faz a mesma coisa e, mesmo depois da prisão, tenta provar a existência de circunstâncias que o compeliram ao crime. E ainda continua a se esforçar para ser um bom homem. Mas, então, ele é bom?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se um homem é bom, não deve haver esforço de sua parte para ser bom. Uma vida boa é espontânea para ele. É neste ponto que ele deve parar para olhar para si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bom, genial, homem respeitável, qualquer que seja seu caráter interior, ele precisa submetê-lo à consideração do mundo. Se ele atribui tão grande importância a uma vida boa e honesta, não é importante que tenha um olhar para dentro e descubra, para si mesmo, o que ele realmente é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A questão "sou tão bom quanto gostaria de parecer" coloca-o num estado de espírito diferente. Ele agora começa uma vida verdadeira. Ele despertou! Desperto ele está para sua vida, até aqui superficial, mecânica e muitas vezes hipócrita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um detalhado olhar para dentro, sem arrependimento ou autopiedade, lhe oferece uma plataforma dentro de si mesmo, através da qual ele olha para o que ele mesmo tem sido. Com isto a velha plataforma de operação é abandonada e também tudo o que foi necessário para criar a vida superficial e falsa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ninguém é sincero com os outros se não for consigo mesmo. Porque tentar ser sincero, sem primeiro sê-lo interiormente? Olhe para si mesmo, por favor, é aí que começa a sinceridade, pois até para olhar para si mesmo precisa-se ser verdadeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nós já temos valor por uma vida sincera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O problema de alguém ter de nos convencer do valor por uma vida sincera não existe. Sabemos seu valor, por isso exibimos uma fachada para passarmos por bons. Portanto, a única coisa que resta a ser feitos para ser bom é ter um profundo olhar para si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Podemos descobrir que não temos sido sinceros. O que importa? O reconhecimento de termos sido falsos é necessário para sermos verdadeiros. No reconhecimento de termos sido falsos está o começo da vida sincera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto, não há razão para lamentação nem para condenar a si próprio. O reconhecimento de que somos falsos é para sermos sinceros com nós mesmos. Neste instante nos tornamos sinceros. Isto não requer nenhum conhecimento de nossa parte nem requer algum apoio externo. Somente um deliberado "olhar para si mesmo" o mudará, o transformará. Isto é possível, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Buscando diversões em clubes, cinemas e na companhia de amigos, devemos reconhecer que estamos receosos de nós mesmos, amedrontados de estar com aquilo que hoje somos - vazios, inseguros, inadequados. Suponhamos que fôssemos plenos, seguros, adequados, nós estaríamos felizes com nós mesmos, não seríamos levados a buscar diversões. O que ganhamos em diversões não é nada mais que uma capa para encobrir a nós mesmos, para enganar-nos, pois encarar-nos significa convidar a tristeza e o desespero. Uma vez descoberta uma maneira para fugir de encararmos a nós mesmos, será difícil livrarmo-nos dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os sistemas políticos atuais e as sociedades influenciadas por eles submetem-se a uma variedade de diversões em nome do "bem estar".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As ocasiões para se estar consigo mesmo tornaram-se raras, pois as diversões são muitas. Vivendo em tal sociedade, o homem a despeito de toda a sua educação torna-se a cada dia que passa mais "escapista" do que antes. O conceito de sucesso na vida agora significa a capacidade de dirigir diversões. Os ricos e também aqueles que desejam riqueza, ambos procuram diversões. Os primeiros, as dispendiosas, os outros, as baratas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma vida com uma organização menos artificial pode colocar o homem em seu próprio colo mais vezes do que ele poderia desejar e, nesses momentos solitários, ele pode descobrir mais sobre si mesmo. Isto não é possível nesta era de velocidade e interferência mútua. Mesmo no caso de se fugir para o campo, existe a probabilidade de tornar-se "louco" sentindo falta das diversões habituais. Parece não existir forma de escapar do "escapismo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um apelo para voltar-se à religião pode soar como outro chamado para um diferente tipo de diversão. Peregrinações, sat-sangas, estudo de escrituras, preces, rituais, todos estes parecem oferecer as mais variadas fugas. É verdade que podem ser diversões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é uma diversão? Diversão é alguma coisa que o ajuda a afastar-se de si mesmo, de sua não tão feliz pessoa. Uma religião organizada, centrada numa doutrina prometendo liberação depois da morte, só pode oferecer uma forma para escapar e, portanto, nela se pode, talvez, encontrar somente diversão. Mas, uma religião como é nossa tradição, cujo objetivo é o autoconhecimento, é algo diferente das religiões que são condenadas, talvez com razão por alguns psicólogos e dialéticos materialistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se o autoconhecimento é o objetivo e a base da tradição hindu, os vários métodos de prática que ela oferece, incluindo o estudo das escrituras, volta o homem para dentro de si para reconhecer e alcançar o que essencialmente é. Na visão das escrituras hindus, o homem é essencialmente puro, divino, perfeito, pleno, seguro e seu objetivo é, portanto, fazê-lo reconhecer-se a si mesmo. Então, todas as práticas que elas oferecem não são diversões, pois levam o homem não para longe de si mas para si próprio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No estudo das escrituras, buscamos o conhecimento do Eu. Nas preces, nós buscamos a nossa própria elevação. Nas peregrinações, buscamos a nossa própria companhia. Nos rituais, buscamos o nosso próprio exílio. Na meditação, buscamos a nossa própria dissolução e a descoberta de nós mesmos. Cada prática escolhida, com o conhecimento de seus objetivos e sua própria utilidade, nos colocará em condições de vivermos felizes com nós mesmos e depois na própria felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Isto não nos custa muito, como outras diversões, mas significa muito mais para nós. Seja o que for que fizermos, o retorno será infinitamente grande; o que somos agora não é uma barreira, mas exatamente o bastante para começarmos. A época, posição, lugar- nada isto bloqueia o caminho. Enquanto praticarmos, descobriremos uma duradoura emoção que nenhuma diversão pode oferecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estamos nós propensos para tal empreendimento? Isto é possível, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/08/como-silenciar-os-pensamentos.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-519239775891684424?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/519239775891684424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/06/olhar-para-si-proprio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/519239775891684424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/519239775891684424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/06/olhar-para-si-proprio.html' title='Olhar Para Si Próprio - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-3989465728419556364</id><published>2011-05-31T12:06:00.005-03:00</published><updated>2011-10-28T21:47:31.456-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>A Busca Humana - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não é o Mundo Que Não Satisfaz Você, Você é Insatisfeito Com Você Mesmo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é fundamentalmente buscado por todos os seres humanos é chamado de purusartha em Sânscrito. Embora aparentemente cada pessoa busque coisas diferentes na vida, existem quatro objetivos universais que todo mundo busca - artha, kama, dharma e moksa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segurança e Prazer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Qualquer coisa que dê a você qualquer tipo de segurança - emocional, econômica ou social - é chamado de artha em Sânscrito. Segurança pode estar na forma de dinheiro, relacionamentos, um lar, reconhecimento, influência, ou poder de qualquer tipo. Tais realizações apóiam o ego e, portanto fornecem alguma segurança para o ego. Embora pessoas procurem várias formas de segurança em tempos diferentes, a busca de segurança é comum a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Buscar prazer é uma outra busca, chamada de kama em Sânscrito. Qualquer coisa que satisfaça seus sentidos, agrade sua mente, toque seu coração e evoque em você uma certa apreciação é kama. Qualquer forma de prazer que você obtenha do seu lar ou relacionamento, por exemplo, é kama. Música e viagens também são kama e não artha, porque buscando-as você está buscando prazer e não segurança. Você não vai ao Havaí ou às Bahamas para buscar segurança. De fato, você perde alguma segurança, em forma de dinheiro, quando você vai a esses lugares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O prazer tem muitas formas. Por exemplo, prazeres sensoriais pode ser qualquer coisa, de sorvete em diante. Prazeres intelectuais incluem jogar jogos, resolver quebra-cabeças ou enigmas, e pesquisar campos de estudo. Existe outra forma de prazer vinda de observar as estrelas, por exemplo, ou apreciar uma alvorada, uma flor, uma linda pintura ou uma criança brincando. Porque esse prazer não é nem sensorial nem intelectual, eu vou chamá-lo de prazer estético. Mesmo esses prazeres, que vão além dos sentidos e do intelecto, também são kama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dharma, Como um Objetivo Humano&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há uma terceira busca, dharma, que não é nem artha, segurança, nem kama, prazer. Em Sânscrito, dharma é uma palavra com muitos significados. Aqui, ela se refere a um sentido de harmonia, à satisfação vinda de ações altruístas como compartilhar ou ajudar outras pessoas. A busca do dharma é diferente da de artha e kama, porque você normalmente não ajuda outros para obter segurança ou prazer. Quando você encontra alguém precisando de ajuda e você pode aliviar seu desconforto, você se sente feliz. A alegria que você experimenta não é igual ao prazer que você experimenta indo ao Havaí ou a um concerto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um médico, que não trabalha apenas por ganhos financeiros, experimenta este tipo de prazer. Fazer trabalho de caridade tem um resultado similar. Aqueles que estão aptos a descobrir alegria neste tipo de serviço fazem isso, eu diria, por causa de uma certa maturidade e entendimento da parte deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;satisfação que advém do processo de amadurecimento de alguém é um tipo diferente de alegria. Não machucar alguém ou fazer a coisa certa no momento certo, por exemplo, dá a você alegria - se não agora, depois. Suponha que você tenha adiado fazer alguma coisa como lavar roupas, passar o aspirador ou escrever uma carta. No dia em que você decide fazer isso - e faz isso - você descobre que há uma alegria em finalmente fazer o que devia ser feito, uma alegria que não é prazer nem segurança. É apenas fazer o que é para ser feito, isto é dharma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dharma é a medida de sua maturidade, quanto mais maduro você é, mais dharmico você é. Para ser maduro, um entendimento do dharma e estar conforme com ele torna-se da maior importância na vida de alguém, como veremos através da Bhagavadgita. Então, sem ferir o dharma, fazendo o que é para ser feito você busca segurança e prazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Moksa: Liberdade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A quarta busca, moksa, é liberdade ou liberação. Moksa é reconhecida como uma busca por poucas pessoas em qualquer geração. Porque uma certa apreciação, maturidade ou "insight" sobre a vida e suas lutas é necessária para entender moksa, as pessoas não a buscam claramente, embora todo mundo esteja procurando liberdade, de fato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Embora nós geralmente pensemos em liberdade num sentido muito positivo, a palavra moksa é definida num sentido negativo. Se há algo limitando você, do qual você quer tornar-se livre, esta liberdade é chamada moksa. Por exemplo, um homem na prisão perdeu sua liberdade de movimento e quer liberdade da prisão. Se alguém está usando muletas por causa de uma fratura na perna, esse alguém deseja libertar-se das muletas. Da mesma forma, uma criança que precisa de ajuda de uma parede ou da mão da mãe quer livrar-se da ajuda externa e esforça-se para ficar de pé por si só. Da mesma forma, moksa significa liberdade de algo que eu não quero. Que eu esteja ligado a formas particulares de segurança revela um certo fato sobre mim mesmo - que eu sou inseguro e que desejo ser livre de qualquer senso de insegurança. Indo atrás de certas seguranças, eu não estou buscando as seguranças por elas mesmas. Eu estou procurando libertar-me de ser inseguro. Da mesma forma, quando procuro prazeres isso revela que eu estou agitado e não satisfeito comigo mesmo. Eu tenho que fazer alguma coisa para achar prazer, o que significa que eu quero ser livre do sentimento de insatisfação comigo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se eu estou sempre procurando segurança e prazer, quando eu serei capaz de dizer "Eu consegui!"? Somente quando eu me vejo como uma pessoa segura e satisfeita. Quando eu não mais sinto a necessidade de procurar prazer e segurança, então eu posso dizer que sou livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando nós analisamos nossas várias buscas - segurança, prazer e até mesmo dharma - nós descobrimos que não buscamos realmente nenhuma delas. Por fim, todos estão buscando apenas moksa, porque liberação de qualquer tipo de sentimento de falta é o que procuramos em nossas buscas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Moksa não quer dizer salvação. De fato, não há nenhuma palavra em Sânscrito para salvação, o que é correto já que salvação implica em certa condenação. Implica que alguém tenha que salvar você, o que não é o que significa moksa. A palavra moksa refere-se apenas a libertar-me da noção "Eu sou inseguro" e "Eu estou insatisfeito comigo mesmo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ser livre significa que eu devo ver a mim mesmo como seguro e estar satisfeito comigo mesmo, como eu sou. Somente assim eu serei livre. Se eu estou seguro e satisfeito comigo mesmo, todas as outras buscas tornam-se secundárias porque eu não necessito de segurança ou mudanças de situação para estar seguro e em paz comigo mesmo na situação na qual me encontro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Discernindo o Problema&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você necessita buscar segurança para estar seguro ou buscar prazer para estar bem consigo mesmo, suas buscas serão infinitas. Você vai gastar toda sua vida manipulando o mundo para satisfazer você mesmo. No processo, você vai descobrir que duas mãos e duas pernas, cinco sentidos e uma mente não são suficientes para lidar com todos os fatores envolvidos. Sua mãe tem que ser satisfeita e sua sogra nunca pode ser satisfeita! Há muitos eventos e situações, bem como forças da natureza, sobre as quais você parece não ter controle.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com seus poderes limitados e seu conhecimento limitado, você descobre que você nunca conseguirá dimensionar as exigências para obter as seguranças e os prazeres que você busca. É por isso que a vida parece um problema. Apenas quando você atinge trinta e nove ou quarenta anos e entra na crise da meia-idade é que você começa a entender isto. Mesmo que você pense que seu casamento ou emprego é sua crise, você é a crise, de fato. Sua crise não tem nada a ver com seu casamento ou qualquer outra situação da sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Procurar segurança e prazer é muito natural. Para uma pessoa que não analisou suas buscas, segurança e prazer sempre parecem estar fora de si mesmo. "Eu sou inseguro", por exemplo, é uma conclusão totalmente aceita, uma conclusão que nunca é questionada ou posta em dúvida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como criança, minha segurança dependia da constante proteção, amor e cuidado dos meus pais. Agora que sou crescido, a segurança dos meus pais depende de mim, e a minha segurança está em algum outro lugar. Portanto, como criança eu era inseguro e agora eu também sou inseguro. Há uma troca constante no que eu tomo por segurança. Isto é comum a todo mundo. Ninguém, entretanto, merece ter esse problema. Segurança e prazer não são o problema. Que eu careça de algo não é o problema. O problema é que eu careço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As coisas das quais eu careço sempre mudam: eu careço de uma formação, eu careço de dinheiro, eu careço de filhos, eu careço de netos. Qualquer coisa de que alguém careça é sempre peculiar à própria pessoa num determinado tempo e espaço, e a carência de algo difere de pessoa para pessoa e de cultura para cultura. Entretanto, o sentimento de "Eu careço" é comum a todo mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem muitas coisas das quais eu careço. Eu posso carecer de um corpo saudável, um corpo mais alto, um corpo mais magro, um nariz arrebitado, cílios mais longos ou uma cor de pele diferente. E isto pode ser o começo de uma lista sem fim. Quanto mais você tenta obter o que carece, mais você descobre que carece. Isto é como ir a uma loja para comprar algumas coisas que você precisa e voltar para casa com mais alguns desejos a serem preenchidos na próxima semana. É por isso que nós dizemos que o desejo é como o fogo. Não importa o quanto você o alimenta, o fogo nunca diz, "Basta!". Da mesma forma, eu nunca consigo dizer "Basta!" a seguranças e prazeres porque sempre haverá algo mais do qual careço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mesmo se um prazer particular é preenchido, isso não será algo duradouro. Considere, por exemplo, a música. Você compra um disco de uma música de sucesso*. Por que essa música é um sucesso? Porque, como um homem violento, ela tira outras músicas da parada. A música de sucesso do mês passado foi ultrapassada e não é mais um sucesso. Ela agora apenas acumula poeira na sua estante. O que fez você feliz antes não mais proporciona a mesma alegria. Você se cansa de tudo. Mesmo se Deus estivesse perto de você todo o tempo, você iria eventualmente cansar-se Dele. Esta mudança constante é natural, porque você está basicamente insatisfeito consigo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você fechar as portas, deixar o mundo para trás e sentar-se numa cadeira confortável, você descobrirá se está ou não satisfeito consigo mesmo. Você descobrirá que você não necessita de um mundo de objetos, um mundo de livros ou o que quer que seja para estar insatisfeito. Tudo que você necessita é você mesmo. Depois de alguns minutos sentado com você mesmo, você vai querer levantar e ligar o rádio ou fazer alguma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para estar insatisfeito, portanto, não é necessário nada além de você mesmo. Não é o mundo que não satisfaz você, você é insatisfeito com você mesmo. E porque qualquer segurança ou prazer são limitados por natureza - em termos de tempo, espaço e conteúdo - aquele que está insatisfeito assim permanece a despeito de momentos de prazer ocasionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando então você irá preencher completamente seus desejos por segurança e prazer? Eu não estou dizendo que você não deva buscar segurança, este não é o ponto aqui. Nós estamos apenas tentando entender a natureza de nossas buscas. Dinheiro, por exemplo, definitivamente tem seu valor. Mas, se você pensar que há segurança no dinheiro ou em qualquer outra coisa, o processo de busca torna-se infinito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O eu inseguro, aquele que quer estar seguro, na realidade não se torna seguro pela obtenção de algo que eu considero ser seguro. Por exemplo, enquanto eu necessito de muletas, o sentimento de insegurança permanecerá comigo. Sentir-me seguro porque eu tenho muletas não significa que eu tornei-me seguro. Eu tenho um falso sentimento de segurança por causa das muletas, mas o sentimento de insegurança centrado em mim permanece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Suponha que eu seja inseguro e que o que eu penso que é seguro seja tão inseguro quanto eu. Quando uma pessoa insegura casa-se com outra pessoa insegura para tornar-se segura o resultado não é segurança. Tudo que resulta é um casamento entre duas pessoas inseguras. Insegurança somada à insegurança não resulta em segurança, apenas resulta em insegurança dupla. Portanto, um eu inseguro somado a qualquer coisa nesse mundo não vai tornar-me seguro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Visão de Vedanta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nós agora já percebemos que o problema é: "Eu sou insatisfeito comigo mesmo", esse é um fato que não será alterado apenas porque eu consigo momentos de segurança ou prazer. Que eu seja inseguro ou infeliz não muda meramente porque eu adquiro certas seguranças. A única solução é que eu me veja como uma pessoa já segura e aceitável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se, com todas essas seguranças e prazeres, eu estou insatisfeito comigo mesmo, como eu poderei ver-me satisfeito? Nesse ponto é onde o ensinamento chamado de Vedanta vem e diz a você que o problema não está na carência de alguma coisa, mas em não saber que você não precisa de nada. O ensinamento transforma todas as buscas de uma pessoa em uma busca de conhecimento, ou moksa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na visão de Vedanta, não há razão para você estar insatisfeito com você mesmo, porque você é totalmente aceitável para você mesmo - não por atitude , mas por fato. Isto não é uma crença; é um fato, um fato que pode ser descoberto. Somente alguma coisa que possa ser descoberta é um fato e o fato a ser descoberto aqui é que você não necessita de nada. Você é totalmente livre. O único problema é que você pensa que falta algo e a solução é que você veja que nada falta. Portanto, o problema é você e a solução é também você. Esta é a visão de Vedanta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/apenas-o-conhecimento-liberta.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-3989465728419556364?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/3989465728419556364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/busca-humana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3989465728419556364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3989465728419556364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/busca-humana.html' title='A Busca Humana - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-7752749455136691582</id><published>2011-05-03T22:22:00.010-03:00</published><updated>2011-10-28T21:52:37.473-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Apenas o Conhecimento Liberta - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Até Que o Conhecimento Ocorra, a Ignorância é Soberana&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conhecimento é o único meio direto para moksa, liberação. Se é possível ganhar liberação simplesmente pelo conhecimento, então a liberação não pode ser um acontecimento, não pode ser algo produzido por karma, ação. O conhecimento é o único meio direto, comparado a qualquer outro, inclusive meditação, oração, rituais, yoga ou mesmo uma vida de dharma (integridade). Todas essas sadhanas, ou meios, contribuem para se adquirir conhecimento; mas apenas o conhecimento, comparado a qualquer um desses, funciona realmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conhecimento funciona porque você já é liberado. O seu ser é Brahman - ele já é livre - e nunca esteve confinado. Neste mesmo momento ele não está confinado! Na hora do ensinamento, ele não está confinado, antes desse momento ele não estava confinado, tampouco pode ele ser confinado depois. Ele está sempre livre, é eternamente livre, portanto é tão somente uma questão de reconhecer que o ser é livre. A única sadhana é bodha, conhecimento, sabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A superimposição da limitação sobre o Atma devido à ignorância&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atma, o ser, é "&lt;em&gt;como se fosse&lt;/em&gt;" limitado. A limitação aparente divide-se em três partes. A primeira é a de &lt;em&gt;kala&lt;/em&gt;, o tempo. Eu sou sujeito a nascimento, envelhecimento e finalmente à morte. Ao longo do tempo, atma parece limitado. A segunda limitação é de &lt;em&gt;desa&lt;/em&gt;, lugar. Eu estou aqui neste corpo somente; fora deste corpo eu não estou. O corpo e o atma parecem ser idênticos e, assim, parece que o atma ocupa apenas um determinado lugar, que não está em toda a parte. Assim, atma parece limitado em termos de localização. A terceira limitação é &lt;em&gt;vastu&lt;/em&gt;, limitação a nível de objeto, que se expressa na forma de atributos: conhecimento, memória, saúde, força, altura e assim por diante. &lt;em&gt;Kala&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;desa&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;vastu&lt;/em&gt; são responsáveis por todas as formas de limitação. Todos os seres humanos sabem ter essas três limitações: "Eu sou mortal, eu sou pequeno, eu tenho atributos limitados."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ninguém aceita a limitação - podemos apenas ser passíveis de uma limitação, mas não aceitá-la. Eu não posso dizer que sou limitado e me sentir feliz com isso, existe uma luta constante para se ver livre da limitação. Se atma for realmente limitado vai permanecer sempre limitado, não importa quantas modificações você introduzir. Vamos imaginar que você assuma um corpo celestial - ainda assim ele será limitado. Se você mudar o lugar e for para o céu, ainda terá limitação. Portanto o status de limitado não será anulado ou modificado mesmo se você assumir um novo corpo ou um novo lugar. Não importa que mudanças você fizer nesse corpo - ele ainda assim permanecerá limitado! Se atma for realmente limitado em algum momento, em algum lugar - ele permanecerá sempre limitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas se o atma é "&lt;em&gt;como se fosse&lt;/em&gt;" limitado, então ele não é realmente limitado. No seu ponto de vista, atma é limitado - na visão da &lt;em&gt;sruti&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;upanisads&lt;/em&gt;, ele não é absolutamente limitado. Assim, temos dois pontos de vista: a visão da &lt;em&gt;sruti&lt;/em&gt; é de que o "Eu" não é limitado de modo nenhum: não existe nenhum confinamento; mas porque existe uma sensação de limitação é que existe uma luta da parte do indivíduo para se livrar dessa limitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como será que posso me tornar ilimitado? Você não pode se tornar ilimitado; você é ilimitado. É devido tão somente à ignorância que o atma parece ser limitado. Portanto, tudo o que você tem a fazer é eliminar essa ignorância. Uma vez que o problema é a ignorância, toda a &lt;em&gt;sadhana&lt;/em&gt; é apenas remover essa ignorância e nada vai remover a ignorância a não ser o conhecimento. Nenhuma forma de ação irá remover a ignorância, pois a ação, não sendo oposto de ignorância, não pode eliminá-la.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A ação implica num agente. Se a autoria de uma ação é considerada como uma qualidade intrínseca de uma pessoa, existe ignorância do ser, atma, que não é agente de nenhuma ação. A autoria, que é confirmada pela ação e que está por trás de cada ação, é uma superimposição no atma; uma superimposição devida tão somente à ignorância. Essa superimposição não é deliberada, como ao superimpor uma nação inteira na sua bandeira, ou superimpor o Senhor em um ídolo. Aqui eu não estou deliberadamente superimpondo autoria em atma - eu erradamente acredito ser um agente. "&lt;em&gt;Eu fiz isso, eu fiz aquilo, eu deveria ter feito isto&lt;/em&gt;". Isso tudo porque atma é considerado como limitado, considerado como aquele que faz a ação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;ignorância se manifesta na forma de autoria da parte do atma. Ações feitas com um sentido de autoria da ação produzem resultados na forma de &lt;em&gt;punya&lt;/em&gt;, mérito, e &lt;em&gt;papa&lt;/em&gt;, demérito. &lt;em&gt;Punya&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;papa&lt;/em&gt; por sua vez se tornam a causa de se assumir sucessivos nascimentos. Esse processo continua até que a ignorância tenha sido eliminada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somente o conhecimento se opõe à ignorância&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somente o conhecimento remove a ignorância. Como a luz se opõe à escuridão, da mesma forma conhecimento se opõe à ignorância. Da mesma forma que a escuridão não pode estar onde a luz está, a ignorância não pode estar no mesmo lugar onde o conhecimento se encontra. A escuridão não pode ser removida por nenhuma ação e, sim, somente pela luz. Similarmente, a ignorância não pode ser removida pela ação porque a ação não se opõe à ignorância; ação é um produto da ignorância. Qualquer medida de ação é apenas uma confirmação da ignorância, da noção de limitação e autoria da ação. Somente o conhecimento se opõe à ignorância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ignorância do Ser não é meramente ausência de conhecimento, muito embora essa ignorância desapareça ao despontar o conhecimento. Isso é muito importante. Não se pode dizer que a escuridão não existe; até que chegue a luz, ela existe. Algo que não existente não pode criar problemas; somente algo que existe pode criar problemas. A ignorância do Ser é algo que existe, cria problemas, cria erro e cria uma sensação de limitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somente conhecimento é capaz de remover a ignorância do Ser. O fato de que sou &lt;em&gt;saccidananda&lt;/em&gt;, existência, conhecimento, plenitude, não vai eliminar a ignorância. Mas o conhecimento de que eu sou &lt;em&gt;saccidananda&lt;/em&gt; elimina a ignorância. A noção de que eu sou um agente limitado da ação é negada pelo conhecimento de que eu sou ilimitado, que atma é sempre existente, sempre efulgente, sempre pleno, e é esse conhecimento, o qual se dá no intelecto, que remove a ignorância. Portanto, o conhecimento de minha ilimitação remove a noção de que eu sou um agente limitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tendo a ignorância ido embora, ela não pode regressar e substituir o conhecimento, da mesma forma que a escuridão não pode entrar onde a luz estiver, a ignorância não pode entrar onde o conhecimento estiver. A ignorância pode existir tão somente enquanto o conhecimento não tiver ocorrido. A ignorância não tem princípio - até que o conhecimento ocorra, a ignorância é soberana. Até mesmo uma escuridão que tenha existido em uma caverna por milhares de anos desaparece instantaneamente ao entrar a luz! Da mesma forma, tudo o que é preciso para remover a ignorância que não tem início é conhecimento - agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existe nenhuma ação que possa remover ignorância, somente &lt;em&gt;pramana&lt;/em&gt; &lt;em&gt;vicara&lt;/em&gt;, o questionamento discriminativo com o auxílio das &lt;em&gt;upanisads&lt;/em&gt; produz o conhecimento que pode eliminar a ignorância. Essa &lt;em&gt;vicara&lt;/em&gt; assume a forma de &lt;em&gt;sravana&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;ouvir o ensinamento&lt;/strong&gt;; &lt;em&gt;manana&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;refletir sobre o ensinamento&lt;/strong&gt;; e &lt;em&gt;nididhyasana&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;contemplação&lt;/strong&gt;. Entretanto, &lt;em&gt;vicara &lt;/em&gt;requer uma mente preparada, porque a mente é o local onde o conhecimento tem que ocorrer. Essa mente pode ser fortalecida a fim de receber esse conhecimento, motivo pelo qual você precisa de &lt;em&gt;sadhanas&lt;/em&gt; secundárias, e é aí que entram &lt;em&gt;karma yoga&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;meditação&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;oração&lt;/em&gt;, etc. Através da ação, você adquire uma mente preparada - através do conhecimento você ganha &lt;em&gt;moksa&lt;/em&gt;. Sem conhecimento não há liberação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O problema do aprisionamento existe porque, devido à ignorância, atma é considerado como limitado. Quando essa ignorância é destruída pelo conhecimento, atma é revelado como auto-evidente, auto-efulgente, uno e não dual. Ao despontar do conhecimento, o atma que parecia limitado devido à ignorância, deixa de ser visto como limitado. Atma é a única coisa que existe - não existe mais nada. Se houvesse outros atmas, cada um seria novamente limitado por tempo, lugar e objetos - haveria um e mais muitos outros. Somente atma é &lt;em&gt;satyam&lt;/em&gt;, verdadeiro, &lt;strong&gt;tudo o mais&lt;/strong&gt; é reconhecido como &lt;em&gt;mithya&lt;/em&gt;, tendo apenas &lt;strong&gt;realidade aparente&lt;/strong&gt;. É assim que &lt;strong&gt;o mundo todo é&lt;/strong&gt;. Tempo e lugar e todo o mundo dentro dos parâmetros brilham a partir de atma e têm sua existência em atma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O sol é auto-evidente, não necessitando nenhuma lanterna ou qualquer outra luz para se revelar a seus olhos. De forma similar, o ser é auto-revelante, não necessitando qualquer outra luz para se revelar. Uma nuvem pode encobrir a resplandecência do sol, mas não a existência do sol. Do mesmo modo, a ignorância pode encobrir o fato de que "&lt;em&gt;eu sou ilimitado&lt;/em&gt;", mas não pode ocultar que "eu sou, eu existo". Da mesma forma como a nuvem, que parece encobrir o sol, só pode ser vista por intermédio da própria luz do sol que ela encobre, assim também o&lt;strong&gt; senso de limitação e aparente diversidade na criação&lt;/strong&gt; é conhecido apenas pela &lt;strong&gt;consciência ilimitada&lt;/strong&gt; que é &lt;strong&gt;o ser&lt;/strong&gt;. Assim como o sol brilha em sua própria luz quando a nuvem se vai, o ser brilha como único, não-dual quando a ignorância é removida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É por isso que o conhecimento é adequado para promover a liberação. É somente devido à ignorância que atma parece ser limitado. Quando a ignorância vai embora, atma é visto brilhando como ilimitado em sua própria glória. Ele não necessita de nenhuma luz porque ele é a própria luz graças à qual &lt;strong&gt;você conhece a tudo&lt;/strong&gt;. Atma é auto-revelante; &lt;strong&gt;somente a noção de que eu sou aprisionado&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;é negada&lt;/strong&gt;. O ser é libertado da noção de limitação, e é desta forma que &lt;em&gt;moksa&lt;/em&gt; é atingido através do conhecimento. O conhecimento é o único meio direto para se conquistar a liberdade porque &lt;strong&gt;o aprisionamento é devido à ignorância.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/autoconhecimento.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-7752749455136691582?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/7752749455136691582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/apenas-o-conhecimento-liberta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/7752749455136691582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/7752749455136691582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/05/apenas-o-conhecimento-liberta.html' title='Apenas o Conhecimento Liberta - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-5223718708743559726</id><published>2011-04-22T12:13:00.006-03:00</published><updated>2011-10-28T22:06:04.663-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>O Sucesso - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Que é o Sucesso?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todas as pessoas devem ter ambições - por si só, a ambição não é, de maneira alguma, um problema. Mas, quando a ambição transgride as normas e começa a comprometer os valores, ela se torna ganância. Se a pessoa não faz concessões com relação aos valores, não é necessário haver limites para a sua ambição. Na Gita, o Senhor Krsna diz que ele é ambição que não se opõe à virtude, ao dever (dharma), isto é, ambição em consonância com o dharma é uma de suas formas gloriosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O sucesso é entendido em termos do que alguém conseguiu adquirir. Se uma pessoa tem alguns poucos desejos que se destacam, e consegue satisfazê-los, então, na sua visão, ela é uma pessoa bem sucedida. Do ponto de vista de outrem, o sucesso pode não ser sucesso, de forma alguma. Você só é bem sucedido quando você mesmo diz, "&lt;em&gt;eu sou um sucesso&lt;/em&gt;", e para isto você tem que satisfazer suas ambições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nós queremos que as pessoas mudem, que as culturas mudem, que os políticos mudem, etc. Todas essas ambições nunca poderão ser satisfeitas, porque ninguém pode mudar alguém a menos que este alguém queira mudar. Na infância acalentamos muitos desejos. Com o passar do tempo, desistimos de muitos deles ou nos contentamos com menos. Os desejos não satisfeitos constituem o âmago da pessoa - uma pessoa chorosa, preocupada e frustrada. Portanto, ninguém poderia dizer que esta é uma pessoa bem sucedida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem gostos e aversões na mente de todas as pessoas. Eles são o desejo de adquirir e manter o que é prazeroso, e de se livrar ou evitar o que é desagradável. Se você quer ter êxito na satisfação de todos os seus gostos e aversões, você será um fracasso. Desejos não satisfeitos não vão deixar você ficar em paz consigo mesmo. Se você está em paz consigo mesmo, se você se sente confortável e "em casa" com você mesmo, aí, sim, você é uma pessoa bem sucedida. Você não precisa satisfazer todos os seus gostos e aversões. Basta aprender a administrá-los para poder desfrutar do mesmo bem-estar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na Gita, Krsna não ensina o que se deve fazer e o que não se deve fazer. Ele diz: "&lt;em&gt;Com relação à ação, você tem uma escolha&lt;/em&gt;". Você tem ambições e algumas delas você pode escolher satisfazer através da ação. O problema não está em satisfazer os desejos ou em ter ambições. É natural que se espere os resultados. Se ambições não satisfeitas fazem com que você fique triste, frustrado e perca a objetividade, aí, sim, você está sendo um fracasso. Porém, se você pode aceitar o resultado, qualquer que ele seja, você é uma pessoa bem sucedida; você pode até se permitir ter mais algumas ambições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto aos resultados de nossas ações, existem quatro possibilidades. O resultado pode ser maior, igual, menor ou o contrário do que era esperado. A pessoa que pode lidar bem com as quatro possibilidades é um sucesso. São as Leis do Senhor que dão o resultado. E este tem que ser aceito como uma graça (prasada), com alegria - e aí, então, gostos e aversões não vão criar nenhum problema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A pessoa que pode gerenciar seus desejos é bem sucedida na vida, mas a pessoa que deixa os desejos gerenciarem sua vida apenas luta para ser bem sucedida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dayananda Saraswati&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/uma-introducao-ao-estudo-das-upanishads.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-5223718708743559726?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/5223718708743559726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-sucesso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5223718708743559726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5223718708743559726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-sucesso.html' title='O Sucesso - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8061227467502053998</id><published>2011-04-17T21:17:00.006-03:00</published><updated>2011-10-28T22:12:30.669-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>O Significado da Adoração - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;É o Senhor que a sua mente superimpôs num objeto, que você venera, e essa adoração beneficia apenas você mesmo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Quatro tipos de pessoas me buscam, Arjuna: o aflito, o que aspira ao conhecimento, o que procura riqueza material e o sábio." (Bhagavadgita VII:16).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um arthartin é aquele que vai em busca de objetos e situações, considerando-os a fonte de segurança. Achando que seu esforço e planejamento talvez não sejam suficientes para obter o sucesso, ele reza para que o Senhor se torne seu sócio no negócio. Um arta, que é uma pessoa totalmente desamparada, volta-se para o culto para alívio de suas aflições. Um jnanin é aquele que considera que o individual não é diferente do total, e está em condições de manter este conhecimento, apesar de lidar com o mundo dual e dos problemas que enfrenta. Devido a essa unidade da visão, um sábio não pode afastar-se do Senhor. Qualquer coisa que faça é adoração do Senhor, porque ele sabe que todas as ações nada mais são do que o Senhor. Ele é, por definição, incapaz de se confundir a esse respeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um "jnanin-em formação" é um jijnasu, alguém que quer apenas conhecimento. Tendo visto a inerente limitação do que a vida é capaz de dar - uma mistura de poucos prazeres e alguns estímulos positivos - ele quer em vez disso libertar-se de todas as formas de limitação, e avalia que isso não é possível pelo emprego de qualquer quantidade ou qualidade de ação. Esta pessoa não está apta a ver a unidade, e ao mesmo tempo não está em condições de se sentir feliz na dualidade: como última esperança, procura um professor. No processo do estudo, devido à frustração ou à incapacidade para entender as escrituras ou manter o ensinamento, e percebendo seu desamparo, compreende que seu único refúgio é o Senhor. Com isso, sua adoração passa a ter maior força.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, jijnasu, arthartin e arta - todos são efetivamente abençoados porque estão em condições de eliminar o sentimento impulsivo de que "Deus é responsável por meus problemas" e voltam-se para Deus, como auxílio na obtenção do que buscam. Um jnanin, devido ao seu conhecimento, não faz mais do que adorar por meio de cada ação. Por isto Krsna diz: "Todos são nobres, mas o sábio (jnanin) eu o considero de fato como Eu mesmo" (Bhagavadgita VII:18). Esses quatro tipos que buscam o Senhor representam a variedade de razões para a adoração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Símbolos da adoração&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O objeto do culto prescrito nos Vedas era uma forma sutil, não uma imagem com forma. A mais sutil de todas as formas é o espaço, mas a maior parte das pessoas não possui a firmeza de mente que lhe permita ter um altar e orar junto a ele, invocando o espaço e lhe fazendo um oferecimento. A forma mais sutil com que se pode de fato lidar, e por essa razão facilmente apreciar, é o fogo; daí ser o ritual védico centrado no fogo. Acende-se um fogo e, tendo invocado o Senhor neste fogo, a esse Senhor oferece-se ghee, arroz e assim por diante. Não é o fogo que é adorado, mas o Senhor invocado no fogo; até que essa invocação seja feita, aquele fogo não difere de qualquer brasa do carvão, na cozinha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nos Vedas, a adoração é feita sob a forma de mantras, símbolos sonoros, que devem ser cantados. Não se espera que as pessoas meditem no significado dos mantras, enquanto cantam; de fato, a mente não consegue fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Quando é a vez do canto, não se faz meditação. E quando se faz modificação, não há canto. A repetição, sozinha - sem qualquer contemplação, é capaz de produzir resultados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ilimitado surgiu num estágio posterior da evolução do ritual. Se alguém considera que o Ilimitado inclui todas as formas e é ele mesmo sem-formas, então não existe uma forma que possa ser tida como superior para representá-lo. Por causa desta compreensão, nos templos das épocas antigas e até hoje nas casas de pessoas tradicionais, no Sul da Índia, o objeto do culto é uma "forma sem-forma", como uma sivalinga, uma pedra elipsoidal, cuja aspecto indiferenciado representa Siva, o Senhor que é todas as formas. Visnu é invocado numa salagrama, uma pedra em que há uma única cavidade natural. Adoradores de Surya, o sol, usam como símbolo um vidro de cristal natural. Ganesa é representado por uma pedra vermelha, naturalmente moldada de uma forma determinada. Para os adoradores de Sakti, o Senhor em forma de deusa, é usada uma pedra com pequenas incrustações em ouro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O uso de ídolos com forma, tendo mãos, pés, cabeça, etc., só se tornou popular a partir do século XII d.c.. Nessa época, para contrabalançar o impacto do Budismo com seus Buddhavihars e ídolos imensos, os deuses dos Puranas hindus foram representados por ídolos com forma para serem usados no culto. Mas mesmo hoje em dia, em vilarejos da Índia, um devoto poderá pegar uma pedra que está jogada num canto, colocá-la num lugar, chamá-la de Deus e venerá-la - e esse lugar será um templo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um verso escrito em tâmil diz: "Você coloca uma pedra (em algum lugar) e diz que é Deus; oferece-lhe algumas flores, faz algumas voltas em torno dela, murmura algum mantra, cujo significado você desconhece. Será que esta pedra vai lhe falar, se Deus está dentro de você? " Será que a caçarola e a concha que você usa para cozinhar conhecem o gosto da comida ? Você não cozinha para benefício delas, do mesmo modo como não faz um ritual para o benefício do objeto ou do ídolo que está diante de você. É o Senhor, que a sua mente superimpôs nesse objeto, que você venera, e essa adoração beneficia apenas você mesmo; no caso de um jijnasu, serve para a obtenção da firmeza da mente necessária para um estudo bem sucedido. Se você não consegue compreender que essa é a razão pela qual você está praticando esses atos, sua adoração torna-se um ritual vazio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;O Senhor como o Conhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No decorrer do tempo, outros aspectos da vida humana assumem o papel de objeto da adoração, representando o Senhor. O conhecimento é um dos aspectos mais importantes na vida de um ser humano, seja o conhecimento de Brahman, ou o conhecimento relativo a alguma coisa qualquer. Quem investiga a natureza e suas leis logo descobre que o conhecimento dessas leis é tão antigo quanto às próprias leis, mesmo que esta descoberta seja relativamente recente. A lei da gravidade não passou a existir apenas quando Newton nasceu, e menos ainda quando ele a formulou! Se tento encontrar um lugar de origem para qualquer conhecimento, este lugar não pode pertencer a alguma pessoa qualquer; só pode ser o altar do Senhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como não é possível fixar uma origem para o conhecimento, também não se pode afirmar a existência de um tempo para a criação do conhecimento. Possivelmente, há um tempo para você saber, ou para você saber que não sabe, ou para você ser lembrado de algo, uma vez sabido e agora esquecido; mas o conhecimento em si é atemporal e não teve começo. O conhecimento em si é sem começo; se você o recebe de um professor, que deve tê-lo recebido de seu professor, quem é o primeiro professor? E, como não tem outra resposta para dar, você coloca o Senhor no lugar do primeiro mestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, a origem de onde podemos ver que provêm todo o conhecimento, as artes e os ofícios, só pode ser o Senhor. E com esse espírito criamos uma deidade que simboliza o Senhor enquanto conhecimento: essa deidade tem o nome de Sarasvati.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;O princípio de Sakti&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ponto central de toda a tradição do Vedanta consiste na afirmação de que apenas Brahman existe; mas, no momento em que você fala do Senhor, do mundo ou de você mesmo, outra coisa é posta em cena. Mesmo quando alguém pronuncia o mantra "Om namassivaya", este som é associado com alguma manifestação. Essa inexplicável associação entre aquilo que não existe (Maya) e aquilo que é (Brahman) é o que chamamos de Isvara, o Senhor. No momento em que dizemos Isvara, "aquele que possui a soberania", (nesse momento) existem dois - aquele que comanda e aquele que é comandado. Isvara automaticamente inclui Isvari, que é Maya, Sakti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nos tempos antigos, um santuário que possuísse um sivalinga não teria uma deidade distinta chamada de deusa ou mãe. A própria forma da linga incorporava automaticamente Siva e Sakti, porque a forma existe apenas como produto de Sakti. Mais tarde, Sakti passou a ser simbolizada como uma deidade feminina, considerada como a causa material ou a "mãe" da criação, assim como a causa eficiente era tida como o "pai". A mente sente-se mais à vontade quando o Senhor é reverenciado como mãe, porque há mais amor e menos medo em relação à mãe do que ao pai. Assim, o culto de Sakti difundiu-se e até tornou-se predominante em certas regiões da India.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nos Puranas, todos os deuses são casados e felizes no casamento. Siva, o destruidor, é casado com Durga, que representa a força ou a capacidade. Visnu, o conservador do universo, é casado com Laksmi, que simboliza a riqueza; e Brahma, o criador, é casado com Sarasvati, que simboliza o conhecimento. Essas três coisas - capacidade, riqueza e conhecimento - receberam o status de deusas, e o grupo das três, quando consideradas como uma, é Sakti, que não é separada da Consciência. Assim, a análise mostra que existe apenas um Brahman não-dual, que se manifesta como muitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Superando obstáculos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Devido à minha incapacidade em compreender que esta dualidade é apenas aparência, reverencio uma forma particular, numa tentativa de conhecer esta devoção, que se expressa na forma do amor mais elevado, um amor que não admite a alteridade. Esta bhakti é a meta, o conhecimento da unidade que estou procurando, mas que não consigo encontrar devido a vários obstáculos. Esses obstáculos podem dizer respeito à própria pessoa, como, por exemplo, uma mente dispersiva, uma dor de cabeça ou uma alergia. Podem existir obstáculos causados pelo ambiente externo ou por coisas que se acham aparentemente além desse mundo. Talvez você tenha que interromper seu estudo para cuidar de alguém que caiu doente, ou para escapar a uma inundação que esteja ameaçando sua casa. Um jijnasu volta-se, então, de novo, para o Senhor, pedindo proteção face a essas obstruções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se não vemos obstáculos em nosso caminho, pelo menos de vez em quando, sentimos a ausência de graça. Diz-se que para ser totalmente abençoado pelo ensinamento é preciso que se tenha quatro tipos de graça. A primeira é atmakrpa: você precisa ter a sua própria graça, senão não conseguirá sentar e escutar - ficará entediado, frustrado ou zangado, e desistirá. A segunda é Isvarakrpa: você precisa ter a benção do Senhor para encontrar o mestre certo. Gurukrpa é a terceira: essa graça não significa que o mestre distribui os favores aleatoriamente, de acordo com o seu capricho. Como outras formas de graça, gurukrpa é algo que você ganhou, embora não possa saber como, nem quando. A apreciação de que o professor, o ensinamento e aquele que é ensinado não são diferentes invoca o que se chama de gurukrpa, que o abençoa com a habilidade de tornar o ensinamento vivo para os outros, quando você se acha na posição de professor. Sastrakrpra, o quarto tipo de graça, é a benção das escrituras que você está estudando. Se o significado de um verso está claro e se tudo o que você ouviu e que com ele se relaciona lampeja em sua mente, então você é de fato grandemente abençoado - não porque exibiu habilidade na exposição, mas devido à sua própria contemplação e estudo. Se alguém sente falta de qualquer uma dessas quatro graças, como fazer para obtê-la? Sem dúvida, a pessoa precisa fazer o esforço apropriado, mas, ao compreender que também existem fatores que estão além do seu controle, ela reverencia o Senhor, que é todo o Conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dayananda Saraswati&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/06/olhar-para-si-proprio.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-8061227467502053998?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/8061227467502053998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-significado-da-adoracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8061227467502053998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/8061227467502053998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-significado-da-adoracao.html' title='O Significado da Adoração - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1470103669387213094</id><published>2011-03-21T11:28:00.004-03:00</published><updated>2011-10-28T22:09:11.251-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Uma Introdução ao Estudo das Upanishads - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não Há Nada Separado De Você. Você é a Totalidade Que Existe&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atmavijïäna, autoconhecimento não é subjetivo porque o "eu" é um e não muitos. Mas a nossa crença é de que existem muitos "eus". É por isso que eu sou um ninja. O mundo é diferente, Deus é diferente, os devatäs4 são diferentes, eu sou diferente. Nós não vemos o atma5 como um. Nós vemos o atma como se fossem muitos. É dessa mesma visão que surge o ninja, pois existem outros me ameaçando. Antes que eles me ataquem, eu os ataco! Mas, se conforme a visão de Vedanta, o Ser é um e não dois, isto significa que eu não tenho ninguém contra quem lutar. Por toda a nossa vida nós nos posicionamos com uma das mãos levantada para nos defendermos e a outra pronta para bater. Alguém me perguntou o que é paciência, o que é tolerância, o que é esta capacidade de suportar o que acontece, chamada titikñä. Você sabe o que é isso quando morde a língua. Você não puxa a língua para fora da boca e a decepa! Você não pode realmente fazer coisa alguma, pois você não pode ser um ninja contra você mesmo. Você está presente em sua língua, assim como em seus dentes também. Onde há unidade, não há luta. Todo o problema de lutar contra os outros é devido à minha visão do mundo como algo totalmente diferente daquilo que eu sou. As Upaniñads afirmam que isto é devido ao fato de você pensar que existem muitos atmas, mas há apenas um atma, não apenas com referência a indivíduos e seres vivos, mas até mesmo com referência ao mundo que você considera como sendo diferente de você. O mundo também não está separado de você. A assim chamada "separação" não é intrinsecamente verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se esta é a visão de Vedanta sobre você, ela é comunicável. É um fato que atma é um, não-dual e que não há nada separado de você. Você é a totalidade que existe. Você pensa ser uma parte infinitesimal e não gosta nada disso. Mas as Upaniñads dizem "&lt;em&gt;Você é pürëaù, o todo&lt;/em&gt;". O fato de que você é o todo é comunicável. Não fosse comunicável, não seria conhecimento. Tornar-se-ia algo subjetivo. Um sujeito diz que o atma é bonito, mas um outro diz: "&lt;em&gt;que tipo de beleza?&lt;/em&gt;", pois o seu gosto é diferente. Vedanta comprometido com esta visão da unidade do Ser revela este fato através de palavras próprias para comunicar e, assim, remover a causa para a insatisfação consigo mesmo. Este é o problema básico. Nós desejamos satisfazer o Ser insatisfeito e pensamos: "&lt;em&gt;Eu estou insatisfeito porque não tenho isso, não tenho aquilo&lt;/em&gt;". São desvarios. O "eu" é uma entidade que é completa e ilimitada. Na verdade não há outra entidade. Somente há uma entidade e ela é você. Como isto pode ser egoísta? Ser egoísta é reconhecer um outro ser. A beleza aqui é que o Ser é o todo e essa totalidade é aplicável a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um katori, uma cumbuca, tem um certo espaço dentro de si que é chamado "espaço de katori". O espaço dentro de um copo é chamado "espaço de copo". O espaço dentro de um pote é chamado "espaço de pote". Suponha que o katori pense: "&lt;em&gt;Oh, eu sou um espaço pequeno. Veja este pote, esta sala, que espaços grandes!&lt;/em&gt;" Se este espaço de katori tivesse uma mente e uma identidade própria para dizer "&lt;em&gt;eu sou um espaço de katori&lt;/em&gt;", e se o katori for o seu corpo, ele então, naturalmente, irá ter um senso de limitação e irá se comparar com outros espaços de pote e de sala. Vedanta diz: "&lt;em&gt;Você não é espaço de katori. Você é espaço, o espaço que em todos os lugares existe, espaço que a tudo acomoda, o espaço que tudo penetra&lt;/em&gt;". Agora, quantos espaços existem? Existe apenas um espaço. Não há um segundo espaço. Todo o universo físico está acomodado no espaço. O espaço é ilimitado e o "espaço de katori" existe somente de um determinado ponto de vista. O espaço que é "eu" é ilimitado, há apenas um espaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existe a questão da limitação e qualquer sofrimento devido à limitação é devido ao desconhecimento de que eu sou aquele único, total, ilimitado espaço. Devido a esta ignorância, existe o erro. O problema de sentir-se pequeno é o problema da insatisfação consigo mesmo. Para resolver este problema, o katori quer tornar-se pote, o pote quer tornar-se a sala, a sala quer tornar-se uma sala ainda maior. Por um processo de vir-a-ser, como é possível tornar-se o Todo? Não há necessidade de tornar-se. Já é o espaço ilimitado. Na visão de Vedanta, não há uma segunda entidade. O Ser é o todo e portanto não há qualquer razão de insatisfação. Insatisfação é o anartha. Anartha significa aquilo que eu não quero. Ninguém quer insatisfação, mas ela é universal, nascida da ignorância. O autoconhecimento é oposto àquela ignorância e Vedanta existe para lhe dar este conhecimento. Diga-me: existe opção quanto a este conhecimento? Quais as opções que você tem? É como perguntar: "&lt;em&gt;devo respirar ou não?&lt;/em&gt;" Neste conhecimento de atma, ekatva - a unidade do Ser - você não tem escolha, não tem opções. Para tudo o mais você tem opção. Todo o mundo, todos os seus puruñärthas, seus objetivos, estão cheios de opções. Por ninguém querer ser descontente, ninguém quer ser um ninja, portanto não há escolha quanto a este conhecimento. Você tem que conhecer a você mesmo. E com o objetivo de levar você a compreender a unidade do atma, todas as Upanishads se iniciam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/swami10.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/swami10.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/04/o-significado-da-adoracao.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1470103669387213094?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1470103669387213094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/uma-introducao-ao-estudo-das-upanishads.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1470103669387213094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1470103669387213094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/uma-introducao-ao-estudo-das-upanishads.html' title='Uma Introdução ao Estudo das Upanishads - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-9060760184068724151</id><published>2011-03-07T21:40:00.008-03:00</published><updated>2011-10-28T21:56:23.634-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dayananda Saraswati'/><title type='text'>Autoconhecimento - Dayananda Saraswati</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold; mso-themecolor: text1;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O&amp;nbsp;Despertar Para o Objetivo Maior da Vida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao nascermos, nos deparamos com um mundo cheio de nomes e formas que determinam os limites e as diferenças aparentes entre objetos. A cada instante vivemos inúmeras experiências de prazer e desprazer e aprendemos a interpretá-las a partir de conceitos, valores e significados, que assimilamos dos outros e do ambiente em que vivemos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Impulsivamente buscamos realizar os nossos desejos, repetindo experiências de prazer, e assim nos dizemos felizes; ou tentamos evitar sensações de desconforto e desprazer, que nascem da impossibilidade de realizar nossos desejos, e então nos dizemos infelizes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse refúgio no conforto implica num afastamento da realidade interna (sentimentos, sensações, etc.) e externa, que são vividas como conflitantes, resultando numa percepção distorcida de nós mesmos e do mundo, ancorada numa série de tensões e resistências físicas e psíquicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A partir dessas experiências e interpretações crescemos, construindo uma identidade, uma noção de eu diferente e separado dos outros, e esse eu, por sua vez, torna-se o sujeito que julgará a si mesmo e as situações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, a vida é vivida sob a constante tensão de nos sentirmos inadequados, desejosos sempre de algo diferente. Sempre imaginamos que alguém, diferente de nós, é feliz, vivendo com confortos. Isso acontece por valorizarmos e termos fantasias com relação ao que o outro possui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sob essa ilusão, ninguém é completamente feliz. A única diferença é que alguns são infelizes com confortos e outros infelizes sem confortos. Todo mundo deseja ser diferente do que é ou que o mundo seja diferente do que ele é. Este problema é comum a todos os seres humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Solucionar este problema é o objetivo da vida. Não se pode permanecer indiferente a ele. Através das várias experiências que temos em nossa vida, alcançamos uma maturidade para reflexão. Este é o grande momento, quando não somente vivemos em busca de confortos e prazeres, mas também analisamos o que desejamos com nossas aquisições. O mero acúmulo de objetos não produz felicidade. A insatisfação da mente não se resolve, satisfazendo todos os desejos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ser humano possui a capacidade de discernimento, o intelecto, e está consciente de si mesmo e do mundo ao redor. Diferente neste aspecto dos animais, que são governados por instintos, o homem possui a grandeza de ser consciente de si mesmo. Porém o eu, do qual está consciente, não lhe parece completo, nem adequado. Infelizmente ele se sente um ser inadequado e incompleto. E este ser incompleto, o único conhecido, cria o constante desejo de ser diferente, através de mudanças na vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existe problema algum em desejar e causar mudanças na vida. Aliás, as mudanças não podem ser evitadas; a vida é um processo de constante mudança. O problema é a expectativa que existe na mudança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A expectativa é de que, produzindo uma nova situação em nossa vida ou modificando nosso passado, estaremos mais adequados, mais completos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tentamos fazer algo, não pela ação ou pela mudança, mas para sermos felizes, para eliminarmos a insatisfação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em todas as mudanças que procuramos realizar em nossas vidas, o que buscamos é uma mudança em nós mesmos. Buscamos estar bem em qualquer situação, estar completos, adequados, de forma que nenhuma situação possa nos perturbar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao analisarmos, percebemos a teia das fantasias e dos erros de interpretação e julgamento na qual estamos emaranhados. O questionamento, a compreensão e a aceitação do mundo como ele é e o processo de eliminar os conflitos que nascem dessa ilusão são necessários para atingirmos uma mente clara e tranquila.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta mente clara e tranquila é o que sempre estivemos procurando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Yoga e Vedanta oferecem os meios para este despertar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Yoga é um conjunto de técnicas que visam o equilíbrio do indivíduo para que ele possa descobrir-se como ser completo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A descoberta deste ser completo, adequado em si mesmo, que não depende de situações para ser feliz, é o objetivo de Vedanta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Descobrir que existe uma busca fundamental por detrás dos vários desejos é a maturidade espiritual. É o despertar para o objetivo maior da vida, o conhecimento do ser pleno que sou eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dayananda Saraswati&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm"&gt;http://www.vidyamandir.org.br/textos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/07/perguntas-e-respostas.html"&gt;Próximo artigo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/09/dayananda-saraswati.html"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-9060760184068724151?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/9060760184068724151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/autoconhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/9060760184068724151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/9060760184068724151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/autoconhecimento.html' title='Autoconhecimento - Dayananda Saraswati'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-626002044649857083</id><published>2011-03-02T12:05:00.009-03:00</published><updated>2011-03-02T12:43:43.828-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ranjit Maharaj'/><title type='text'>Ranjit Maharaj</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-Xd5QrskJ08c/TW5k-_euVNI/AAAAAAAAAGo/y0kDyLNyYYo/s1600/Ranjit+Maharaj.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-Xd5QrskJ08c/TW5k-_euVNI/AAAAAAAAAGo/y0kDyLNyYYo/s1600/Ranjit+Maharaj.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;O Caminho do Pássaro - Vihangam Marg&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O completo esquecimento da ilusão significa que nada é, nada existe. Ela ainda está aí, mas para você ela não tem realidade. É a isso que se chama de Constatação (Realização), ou Auto-Conhecimento. É a constatação do Ser sem o eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ranjit Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Clique nos títulos abaixo para ter acesso ao texto completo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/introducao-ranjit-maharaj.html"&gt;&lt;strong&gt;Introdução - Ranjit Maharaj&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sri Ranjit Maharaj nasceu no dia 6 de janeiro de 1913 em Bombaim, Índia. Na sua tenra infância foi um devoto fervoroso de Krishna, mas aos 12 anos de idade conheceu Shri Sadguru Siddharameshwar Maharaj, que se tornou seu mestre. Depois, Shri Siddharameshwar também se tornou mestre do venerado sábio indiano Nisargadatta Maharaj.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/02/realidade-alem-da-aparencia.html"&gt;&lt;strong&gt;Realidade Além da Aparência&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não há um único ponto em que a Realidade não esteja. Você vivencia a existência através dos objetos, mas tudo isso não é nada. É onipresente, mas você não pode vê-la. Por quê? Porque você é a própria Realidade. Então como pode você se ver? Para ver seu rosto, você precisa de um espelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A verdadeira felicidade está dentro de você e não fora. No sono profundo, você é feliz. Esquece-se do mundo. Portanto, a felicidade jaz no esquecimento do mundo. &lt;strong&gt;Deixe o mundo ser como é&lt;/strong&gt;; não o destrua, mas saiba que ele não é. &lt;strong&gt;Faça tudo quanto tenha que fazer, mas&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;fique desapegado com a compreensão&lt;/strong&gt; de que seja lá o que for que você sinta, perceba e alcance &lt;strong&gt;é ilusão&lt;/strong&gt;; não existe, e &lt;strong&gt;a sua&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;mente precisa aceitar isso&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mente não passa de conhecimento. As pessoas diferenciam a mente do conhecimento, mas isso não é correto. Não há nada no mundo. É ilusão. Só a Realidade existe, e, quando você entender que a ilusão é realmente ilusão, como poderá ela afetá-lo? Como poderá você sequer sentir que ela o afeta?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando você compreende que nada permanece, já não se trata mais do amor. A felicidade do Ser que você sente é ainda o prazer do conhecimento. Primeiro você precisa se conscientizar e depois se tornar a própria Realidade, porque você é Ela. Portanto, não faz mal algum viver na ilusão, no mundo, mas ele não existe, você não é atingido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/02/um-passaro-livre.html"&gt;&lt;strong&gt;Um Pássaro Livre&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sou afável com todos, porque não sinto os outros como diferentes de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Minha verdadeira natureza é o silêncio. Permaneço sereno em meu Ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A vida ao redor de mim é o meu SER. Medito neste SER com devoção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A chama da vida está sempre acesa. Sou tanto o devoto como o objeto de devoção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existo sob qualquer forma ou aparência e, no entanto, Eu sou. Meu SER é um mistério para mim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta forma humana tem as suas fraquezas e pontos fortes, porém sei que não sou isto. Portanto não estou limitado pelo corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não Me concebo como sendo isto ou aquilo. Portanto, não estou delimitado pelo pensamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-626002044649857083?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/626002044649857083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/ranjit-maharaj.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/626002044649857083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/626002044649857083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/ranjit-maharaj.html' title='Ranjit Maharaj'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-Xd5QrskJ08c/TW5k-_euVNI/AAAAAAAAAGo/y0kDyLNyYYo/s72-c/Ranjit+Maharaj.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-5176114295030406791</id><published>2011-03-02T11:42:00.004-03:00</published><updated>2011-03-02T11:48:45.120-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ranjit Maharaj'/><title type='text'>Introdução – Ranjit Maharaj</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Caminho Direto Para a Auto-Constatação (Auto-Realização)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Sri Ranjit Maharaj&lt;/em&gt; nasceu no dia 6 de janeiro de 1913 em Bombaim, Índia. Na sua tenra infância foi um devoto fervoroso de &lt;em&gt;Krishna&lt;/em&gt;, mas aos 12 anos de idade conheceu Shri Sadguru &lt;em&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/em&gt;, que se tornou seu mestre. Depois, Shri Siddharameshwar também se tornou mestre do venerado sábio indiano &lt;em&gt;Nisargadatta Maharaj&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/em&gt; constatou o Ser através da meditação, um caminho árduo e longo, que, nas suas próprias palavras, na filosofia indiana se chama &lt;em&gt;Pipilika Marg&lt;/em&gt; e significa o "caminho da formiga". &lt;em&gt;Siddharameswar&lt;/em&gt; ensinava o "caminho do pássaro", &lt;em&gt;Vihangam Marg&lt;/em&gt;. Esse é o caminho da compreensão, o caminho direto para a Auto-Constatação (Auto-Realização). O Caminho do Pássaro também é o ensinamento de Sri &lt;em&gt;Ranjit Maharaj&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É bastante interessante que exatamente na mesma época em que o jovem &lt;em&gt;Ranjit&lt;/em&gt; se encontrava pela primeira vez com seu mestre, também visitava &lt;em&gt;Siddharameshwar&lt;/em&gt;, e era um dos primeiros americanos a fazê-lo, um jovem viajante americano em sua quase disfarçada busca espiritual da iluminação, que ganhou fama anonimamente alguns anos depois no romance intitulado "O Fio da Navalha", do famoso autor e dramaturgo britânico &lt;em&gt;W. Somerset Maugham&lt;/em&gt;. Narra-se que por ter morado na Índia ele alcançou paz de espírito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O jovem americano, &lt;em&gt;Larry Darrell&lt;/em&gt;, como no romance o denomina &lt;em&gt;Maugham&lt;/em&gt;, viajava para &lt;em&gt;Bijapur&lt;/em&gt; para encontrar-se com &lt;em&gt;Siddharameshwar&lt;/em&gt; e aprender o &lt;em&gt;Vihangam Marg&lt;/em&gt;, o caminho do pássaro. O santo contou a &lt;em&gt;Darrell&lt;/em&gt; o que &lt;em&gt;Ranjit Maharaj&lt;/em&gt; por fim também viria a aprender: "&lt;em&gt;que só por escutar e praticar os ensinamentos do Mestre e refletir a respeito, tal como o pássaro, que voa de uma árvore a outra, é que se pode alcançar rapidamente o Despertar&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://editoraadvaita.blogspot.com/2010/08/sri-ranjit-maharaj.html"&gt;http://editoraadvaita.blogspot.com/2010/08/sri-ranjit-maharaj.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-5176114295030406791?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/5176114295030406791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/introducao-ranjit-maharaj.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5176114295030406791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5176114295030406791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/03/introducao-ranjit-maharaj.html' title='Introdução – Ranjit Maharaj'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1486363369037741863</id><published>2011-02-22T21:46:00.005-03:00</published><updated>2011-02-22T21:57:57.144-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ranjit Maharaj'/><title type='text'>Um Pássaro Livre - Ranjit Maharaj</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não Há Nada Que Você Possa Fazer Para Tornar-se Aquilo Que Você Já É&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não me reconheço ou me experimento como um ser. Não reconheço ou experimento os outros como seres em separado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sou afável com todos, porque não sinto os outros como diferentes de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Convido todos a participar desta Felicidade. Nela existe somente Unidade, assim, como você poderia chamá-la de amor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não desejo nada, nem não desejo nada. Tudo me parece bom como é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Minha verdadeira natureza é o silêncio. Permaneço sereno em meu Ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aqueles que Me necessitam Me encontrarão. Sei também que receberei tudo aquilo de que preciso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não tenho pensamentos sobre o futuro. Sei que jamais há qualquer outro momento além do presente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A vida ao redor de mim é o meu SER. Medito neste SER com devoção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A chama da vida está sempre acesa. Sou tanto o devoto como o objeto de devoção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sou, ao mesmo tempo, cheio e vazio, tolo e sábio, vigilante e adormecido. Não compreendo a mim mesmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não posso Me localizar em qualquer lugar no espaço. Não posso Me experimentar em qualquer ponto no tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não existo sob qualquer forma ou aparência e, no entanto, Eu sou. Meu SER é um mistério para mim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Percebo a beleza, mas não sou eu quem a projeta, nem ela me vem do exterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Beleza e bondade estão na natureza da existência, esta é a conclusão a que cheguei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta forma humana tem as suas fraquezas e pontos fortes, porém sei que não sou isto. Portanto não estou limitado pelo corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não Me concebo como sendo isto ou aquilo. Portanto, não estou delimitado pelo pensamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nunca experimento um estado de que não estou consciente. Portanto, não estou limitado pela ignorância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sei que um dia este corpo desaparecerá e todo o conhecimento do mundo terá um fim. Portanto, não sou confinado pelo conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como uma flâmula voando ao vento mostra que o vento está ali presente, este mundo revela a minha existência, porém permaneço desconhecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há alguma coisa de que necessito para a minha satisfação? Não! Estou contente com o meu SER.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Eu" não sou iluminado, desperto ou auto-realizado. Não há alguém a quem essas palavras possam ser aplicadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Possam todos os que buscam o SER chegar a esta compreensão - que não há caminho que leve àquele que está procurando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Possam todos aqueles que exercem práticas espirituais chegar a esta compreensão - não há nada que você possa fazer para tornar-se aquilo que você já é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Possam, todos os que buscam, em todos os lugares, chegar ao final de sua busca e viver livre em paz e felizes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sou um pássaro livre. Não possuo tarefas a executar nem obrigações a cumprir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ranjit Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=23406"&gt;http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=23406&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1486363369037741863?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1486363369037741863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/02/um-passaro-livre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1486363369037741863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1486363369037741863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/02/um-passaro-livre.html' title='Um Pássaro Livre - Ranjit Maharaj'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-3202491835116727080</id><published>2011-02-16T22:12:00.005-02:00</published><updated>2011-03-02T12:21:09.259-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ranjit Maharaj'/><title type='text'>Realidade Além da Aparência - Ranjit Maharaj</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Primeiro Você Precisa Se Conscientizar e Depois Se Tornar a Própria Realidade, Porque Você é Ela&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt;: Quando considero minha verdadeira natureza, fico no "EU SOU", invade-me um sentimento de amor sem causa. Esse sentimento é correto ou ainda é uma ilusão?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Maharaj&lt;/strong&gt;: É o êxtase do Ser. Você sente a presença do "EU SOU". Você se esquece de tudo, dos conceitos e da ilusão. É um estado não-condicional. Essa felicidade aparece quando você se esquece do objeto, mas na felicidade ainda há um pequeno toque do eu. Afinal, é ainda um conceito. Quando você se cansa do mundo externo, você quer ficar só, para estar consigo mesmo. É a vivência de um estado mais elevado, mas ainda faz parte da mente. O Ser não sente prazer nem desprazer, sem o eu, sem o "EU SOU". O completo esquecimento da ilusão significa que nada é, nada existe. Ela ainda está aí, mas para você ela não tem realidade. É a isso que se chama de Constatação (Realização), ou Auto-Conhecimento. É a constatação do Ser sem o eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se alguém o chama, você diz "Estou aqui", mas antes de dizer "Estou aqui", você estava. A ilusão não pode colar mais alguma coisa na Realidade. Não pode colar algo extraordinário na Realidade, porque a Realidade está na própria base de tudo que existe. Tudo que existe, tudo que você vê, os objetos da sua percepção, tudo se deve à Realidade. A ignorância e o conhecimento não existem. Não existem. Então, como é que você poderá expressá-los?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando você objetifica algo significa que está sentindo alguma coisa. Tão logo sinta alguma coisa, você se afasta de Si, do Ser. Você sente amor, que é melhor que estar na ignorância, mas, afinal de contas, isso ainda é um estado, e um estado é sempre condicionado. O não-condicionado não tem estados. É a experiência da inexistência da ilusão. Tão logo você sinta a mínima existência, isso é ignorância. Isso é muito sutil. Ignorância e conhecimento ambos são sutis. É difícil entender, mas, se você realmente averiguar, chegará a esse estado. Isso é, e sempre foi, mas você não sabe; essa é a dificuldade. Não há um único ponto em que a Realidade não esteja. Você vivencia a existência através dos objetos, mas tudo isso não é nada. É onipresente, mas você não pode vê-la. Por quê? Porque você é a própria Realidade. Então como pode você se ver? Para ver seu rosto, você precisa de um espelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A verdadeira felicidade está dentro de você e não fora. No sono profundo, você é feliz. Esquece-se do mundo. Portanto, a felicidade jaz no esquecimento do mundo. Deixe o mundo ser como é; não o destrua, mas saiba que ele não é. Faça tudo quanto tenha que fazer, mas fique desapegado com a compreensão de que seja lá o que for que você sinta, perceba e alcance é ilusão; não existe, e a sua mente precisa aceitar isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os santos dizem: "Já que tudo é nada, como poderá você ser afetado por este nada, como o nada poderá atingi-lo?" Então, o que fazer? A mente não passa de conhecimento. As pessoas diferenciam a mente do conhecimento, mas isso não é correto. Não há nada no mundo. É ilusão. Só a Realidade existe, e, quando você entender que a ilusão é realmente ilusão, como poderá ela afetá-lo? Como poderá você sequer sentir que ela o afeta? A pétala de lótus origina-se da água; fica em cima d'água, mas não é tocada pela água. Se você verte água sobre ela, a água escorre; a flor não se molha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando você compreende que nada permanece, já não se trata mais do amor. A felicidade do Ser que você sente é ainda o prazer do conhecimento. Primeiro você precisa se conscientizar e depois se tornar a própria Realidade, porque você é Ela. Portanto, não faz mal algum viver na ilusão, no mundo, mas ele não existe, você não é atingido. O lótus permanece na água, mas nem liga para ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É assim que você deve vivenciar sua verdadeira natureza. Digo "vivenciar", mas aí essa palavra já não existe, porque ela está além do espaço, além do zero. E as palavras não podem entrar aí; param aí. No Bhagavad Gita, o Senhor Krishna diz: "Para onde as palavras retornam está o meu estado". Ainda assim, ele era rei e reinava, mas sabia que nada existe. Você não sabe que nada pode atingi-lo. Quando sentir que nada o atinge, você estará fora da ilusão. Esse é o ponto culminante da filosofia e você pode chegar lá. Lá, lá não há Mestre nem discípulo, pois ambos são um só. Não existe dualidade. Existe somente a Unidade e nada fica fora dela. Portanto, fique na ilusão, mas por compreensão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dois amigos queriam pregar uma peça num outro amigo. Um começou a insultar o outro, mas o outro ria do insulto. O terceiro ficou perturbado e disse: "Como podes rir quando ele está te insultando?" Ele ria porque tinha a chave do jogo, mas o terceiro rapaz não entendia. Do mesmo modo, uma pessoa Realizada, embora viva no mundo, compreende que tudo isto é nada e o que quer que esteja acontecendo, nada está acontecendo. Portanto, ela não é atingida. As pessoas andam sempre com medo do que acontece ou vai acontecer. Temem o que as pessoas vão dizer. Pensam: "O que é que vou fazer? O que vai acontecer comigo?" Lutam ou desfrutam. Todos esses cativeiros se devem à mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aquele que está fora do círculo entende que tudo é nada. Não existe; é apenas ignorância. Diz-se que só quem mergulha fundo no oceano é que pode encontrar a pérola. Quem fica na superfície é levado pela corrente do prazer e do sofrimento. Você deve mergulhar fundo até as profundezas do ilimitado, porque é lá que você está. Nunca pare no limitado. O ouro não liga para as formas que ele assume nos ornamentos; pode ser a forma de um cachorro ou de um deus, ele não se preocupa com a forma. Da mesma maneira, seja indiferente com as coisas, porque elas não existem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nada pode atingi-lo. Você é intocado. A mente deve chegar ao ponto de uma compreensão completa da ilusão. Ali jaz o seu estado. Nada permanece para quem compreendeu. Não há mais perda ou ganho. Não pergunte se você pode atingir a Realidade, porque você é a Realidade, então por que dizer: "Será que eu posso?" Primeiro saia do círculo. Largue tudo, uma coisa após outra, e entre fundo em seu Ser. Depois volte e esteja em tudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que você descreveu é um bom estado, não há dúvidas, mas vá um pouco mais adiante. Quando a mente aceita que tudo é ilusão, somente ilusão, então você está no seu Ser. O corpo e a mente são ilusões; você devia ficar contente de saber isso. Desvencilhe-se da identificação com eles. A única coisa que o Mestre faz é dar o seu verdadeiro valor ao Poder que está em você, ao qual você nem presta atenção. Ele não faz nada mais. Era uma pedra, e o Mestre revela a própria natureza dela, que é diamante. Ele faz de você a pedra mais preciosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eu sou onipresente, todo-poderoso, sou o Criador de tudo que existe. Quando você está na base de tudo, você está em tudo. É por isso que nem um assassino pode ser considerado mal. O que quer que esteja acontecendo, é "ordem minha". Seja o senhor, não o escravo! Você é o senhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt;: Eu gostaria de saber por que algumas pessoas Realizadas reencarnam a fim de ajudar os outros a acordar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Maharaj&lt;/strong&gt;: Ninguém vem, ninguém vai. Quem lhe contou isso? Você leu livros e repete. Diz-se que o maior homem é aquele que morre desconhecido. Rama e Krishna foram heróis secundários. O homem realizado vive em silêncio e morre em silêncio. Depois, o pensamento dele funciona numa outra pessoa; mas que eles voltam é bobagem. Veja "A Doutrina do Renascimento".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ninguém vem, ninguém vai. É tudo um sonho. Num sonho você pode se tornar um grande Mestre, mas, quando acorda, você volta ao seu estado normal. Quem foi lá e quem voltou? Não aconteceu nada. O conceito de um grande Mestre passou por você e você virou aquele "grande Mestre", mas, quando acorda, você percebe: "Nossa, tudo isso é absurdo! Como posso eu ser um grande Mestre? Não sei nada!" Mesmo assim, no sonho você dava palestras e falava com facilidade sobre todas essas coisas, mas, quando chega o despertar, todo conhecimento se esvai. Era um sonho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De onde ele veio e aonde desapareceu? Quando nada existe, tudo são apenas crenças e conceitos da mente. O suposto sábio que diz "Eu sou a reencarnação de Deus" não o conhece, não conhece a Realidade. Ao contrário, é escravo do seu ego, da ilusão. Quando o próprio conhecimento não tem entidade, não vêm à baila todas essas coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aquele que compreende, livra-se de tudo. Uma pessoa assim parece comum, mas seu coração é bem diferente. Se ficar do lado de fora, como você poderá entender? Para se tornar o dono da casa, você precisar entrar nela. Da mesma maneira, você precisa penetrar o seu próprio Ser para tornar-se o dono. Mas aí o "eu" não permanece "eu". Não mais se trata de Mestre ou discípulo. O pensamento em um Mestre pode inspirar quem quer que assuma um corpo porque ele e o Sábio são unos. Penetre o coração do Realizado e você não permanecerá como "Você", porque só ele é. É por isso que se diz que aqueles que ensinam são reencarnações de Deus. O Mestre passa o ensinamento a todos, mas não o valoriza, porque sabe que o conhecimento é a maior ignorância. Portanto não se deixe tocar por nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt;: Se tudo é ilusão, você mesmo é uma ilusão?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Maharaj&lt;/strong&gt;: Ah, sim! Eu sou a maior ilusão! Tudo que digo de todo o coração e com tanta franqueza é tudo falso! Mas o falso "eu" pode fazer você alcançar esse ponto. O endereço da pessoa não é o objetivo. Quando você chega a casa, é graças ao endereço que lhe deram, o endereço é verdadeiro somente até o momento em que você entra na casa. Assim que você entra, desaparece o endereço. As palavras não passam de indicações; não têm nenhuma realidade em si mesmas. Se o "eu" permanece, eu também sou ilusão. Não permaneça como "eu". Essa é a mais alta compreensão da filosofia. O santo Tukaram dizia: "Vi a minha própria morte, e o que vi lá, a alegria que se revelou, isso eu conheço". Antes de tudo, você precisa morrer. "Você" significa ilusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por isso, o que digo é falso, todavia verdadeiro, porque eu falo daquilo. O endereço é falso, mas, quando você atinge o objetivo, é a Realidade. Da mesma maneira, todas as escrituras e os livros filosóficos destinam-se apenas a indicar esse ponto, e, quando você o atinge, eles se tornam inexistentes, vazios. As palavras são falsas; só o sentido que elas comunicam é que é verdadeiro. Portanto, tudo é ilusão, mas, para compreender a ilusão, é preciso ilusão. Por exemplo, para tirar um espinho do dedo, você utiliza outro espinho; depois joga fora os dois. Mas, se você guardar o segundo espinho que utilizou para remover o primeiro, certamente você estará de novo preso. Para remover a ignorância, é preciso conhecimento, mas por fim ambos devem dissolver-se na Realidade. O seu Ser é sem ignorância nem conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto, o Mestre e o buscador são ilusões, porque ambos são um só. Se você guardar o segundo espinho, que significa conhecimento, nem que seja um espinho de ouro, você estará preso (pelo segundo espinho). O ego é a única ilusão, e ego é conhecimento. Conta-se que para apanhar um ladrão é preciso tornar-se um ladrão. Então você poderá dizer-lhe: "Cuidado, eu estou aqui e sei que você é ladrão; portanto, não poderá me roubar". Mas você não pode apanhar o ladrão porque ele tem quatros olhos e você só tem dois. Num relance, o ladrão percebe os objetos de valor e, se você não estiver atento, ele lhos rouba. A ilusão é como o ladrão, de modo que você precisa ser mais forte do que o ladrão. A sua mente precisa aceitar que tudo é ilusão, somente ilusão. Então você será o "maior dos maiorais".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conhecimento é uma grande coisa, mas deve ser apenas um remédio. Quando a febre baixa graças ao remédio que você tomou, você deve parar de tomá-lo. Não prolongue o tratamento, senão você criará mais problemas. O conhecimento só é necessário para remover o mal da ignorância. O médico sempre prescreve uma dosagem limitada! Antes de tudo, compreenda que o "eu" é uma ilusão e o que "eu" diz é ilusão. O Mestre e o que ele diz também são ilusão, porque na Realidade, "eu" e "Ele" não existem mais. Vá fundo para dentro de si, tão fundo até você desaparecer. Caso contrário, veja o que acontece. Entra um bode em sua casa, e, para fazê-lo sair, você abre a porta. O bode sai, mas entra um camelo. O camelo é apenas como a ilusão. Portanto, fique fora da ilusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ranjit Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://editoraadvaita.blogspot.com/2010/08/sri-ranjit-maharaj.html"&gt;http://editoraadvaita.blogspot.com/2010/08/sri-ranjit-maharaj.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-3202491835116727080?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/3202491835116727080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/02/realidade-alem-da-aparencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3202491835116727080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3202491835116727080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/02/realidade-alem-da-aparencia.html' title='Realidade Além da Aparência - Ranjit Maharaj'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-271543063854983481</id><published>2011-01-27T15:40:00.019-02:00</published><updated>2011-01-27T16:23:45.996-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TUG4KO5FYAI/AAAAAAAAAGg/jnXT3qU-tq8/s1600/Siddharameshwar+-+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TUG4KO5FYAI/AAAAAAAAAGg/jnXT3qU-tq8/s1600/Siddharameshwar+-+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Onipresença&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você deve entender Deus primeiro, isso implica que você deveria tornar sua visão totalmente penetrante. Assim como o céu permeia tudo, assim também Deus permeia tudo. Tenha em mente que Deus está em tudo. A luz do sol e a luz da lua são a luz do Ser. O Deus que permeia o mundo também reside dentro de nós. Assim como o céu (o espaço) invade um frasco, o Ser invadiu-nos. Quando o frasco (o corpo) se quebra, aquela porção de céu se funde com todo o céu, assim também a luz do Ser se funde em Brahman.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Siddharameshwar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana;"&gt;Clique nos títulos abaixo para ter acesso ao texto completo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/12/ciencia-espiritual-do-auto-conhecimento.html"&gt;A Ciência Espiritual do Auto Conhecimento&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você próprio é Paramatma. Sua "Verdadeira natureza" é esta. Você não tem nascimento, nem morte, nem idas e nem vindas. O que tem forma não é o que você é. "Nirguna" significa não ter qualidades. A palavra "Ananta" significa "aquilo que nunca termina". Paramatma está eternamente existindo, sem pausa. Aquele que sabe que somos assim em qualquer lugar ou tempo é Paramatma. Quando conhecemos as verdadeiras qualidades de Paramatma, temos essas qualidades em nós mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem muito poucos que questionam: "O que sou eu?" A natureza dessa forma de devoção, é que deveríamos observar quem nós somos. Quando é sabido que não somos ninguém, então quem é? Alguém É! Aquele alguém é Paramatma. Sem imperfeições e sem qualidades é aquele Ser supremo. Ele é todos os objetos, todas as qualidades, o ego, todas as coisas. Apenas "você" não está lá. Tudo é Paramatma mas quando você torna-se um insignificante pequeno ego, você é um indivíduo, o Jiva. Preocupações e pesares são seu destino na vida, e você se torna impotente. Por causa da aceitação do estado de Jiva, você se torna um prisioneiro. Com a dissolução do estado de Jiva, o que permanece é Shiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/raiz-do-nascimento.html"&gt;A Raiz do Nascimento&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Aquilo" que está além do visível, é o Ser (self). Se discernirmos apropriadamente, o universo não é como ele parece ser. A ignorância é o que é falso, e tratá-la como Verdade também é ignorância. Conhecer o falso como falso, reconhecer que é irreal é Conhecimento. Conhecer a realidade é Conhecimento Verdadeiro, mas considerar o irreal como sendo real é Ignorância. Os sábios vêem o falso como falso e experimentam adequadamente. Uma montanha é apenas uma acumulação de terra, não uma montanha. Quando você olha a cidade de Bombei, a terra que é a essência, a realidade, não é vista. Se você a vê como terra, então Bombei como uma cidade desaparece da sua vista. A liberação é reconhecer o que é verdadeiro e o que é falso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Medite no ensinamento dado pelo Sadguru e seguro-o bem perto do seu coração. Não se esqueça que você é o "Ser Um". Ouça o Guru e medite sobre suas palavras com extremo respeito. Aquele que não faz isso certamente mata a si mesmo. Aquele que tem que viver neste mundo não deveria extinguir "a lâmpada do conhecimento". Aquele que mantém-se com a grande afirmação "eu sou Brahman", é quem está intitulado para a liberação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/12/verdade-e-imutavel-e-eterna.html"&gt;A Verdade é Imutável e Eterna&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mente é apenas os pensamentos e a fala. Se estivermos serenos (se a mente está em repouso) então desaparecem todos os sonhos, as dúvidas, o intelecto, os pensamentos, etc. O que sobra então? Nada. Este nada também pode ser abandonado, Mas, não obstante, permanece aquele que abandona. "Eu" sou o que transcende tudo. Assim, portanto, sobra "eu" como um presenciador. Finalmente, abandone também este "Eu". Agora sobra apenas a verdade, que está além do conhecimento ou da ignorância. Aquele que se esqueceu de tudo, todavia permanece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/ausencia-do-medo.html"&gt;Ausência do medo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O autoconhecimento é o conhecimento a respeito do seu Ser. Uma vez que reconhecemos quem realmente somos, então a determinação é feita a respeito do que é permanente e o que é transitório. Então, se segue a renunciação do impermanente, e a aceitação do permanente. Por causa da natureza transitória das coisas, o medo da dissolução é inevitável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O homem que canta, "o que acontecerá comigo, com minha mulher e filhos, e com o dinheiro que eu considero ser meu?" está sempre perturbado e chateado. Esse tipo de homem precisa receber o presente de ter bravura. E então se torna sem medo. Apenas o Sadguru é generoso o suficiente, e capaz de outorgar esse presente da ausência de medo, que é o mais nobre de todos os presentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/11/conhecimento-puro.html"&gt;Conhecimento Puro&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A água pura é desprovida de qualquer cor, forma, gosto, ou cheiro. Uma vez que isso é propriamente entendido, mesmo quando a água é condensada, assumindo uma forma densa, ou fique apimentada ao adicionar pimenta, ou ficar doce ao adicionar-se açúcar, ou se torne cheirosa, ou seja, colorida com um tom de rosa, ou usada como água na tinta, é muito inconfundivelmente ainda reconhecida como água pura, ou água menos a forma, o gosto, o cheiro, e a cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, pelo mesmo método de eliminação, mesmo quando esse Conhecimento Puro está condicionado, ao subtrair o condicionamento, e ao dividir a forma em seus respectivos elementos, ele será reconhecido como sendo absolutamente "Conhecimento Puro" apenas, que preenche todas as formas até a borda, em toda parte. Entretanto, antes de alcançar esse "Conhecimento Puro" pelo método da eliminação, se a pessoa aceita o método da enumeração (escutando as qualidades de Deus), e segue discursando como é que somente Deus permeia todos os seres, e todas as formas, e que não existe nada além de Rama, e que "o mundo, e o senhor do mundo, são apenas um" etc., etc., então tal balbuciação jamais pode ser útil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em contraste com esse tipo de fala, se a pessoa fala apenas palavras vazias sem ter a experiência por traz delas, tal como: "Eu sou Brahman", "os sentidos fazem seu trabalho, contudo eu não sou o fazedor, e não há virtude ou pecado na soleira de minha porta, etc.", em vez de ganhar o Ser, ele apenas irá enganar seu Ser. Dessa forma, esses chamados "Auto-descobridores" perdem alegria no mundo, bem como do outro mundo. O santo Kabir disse "Ele foi embora como veio". Isso significa que essas pessoas morrem no mesmo estado de consciência com o qual elas nasceram. Não obtém nenhum benefício além disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/11/devocao.html"&gt;Devoção&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O grande demônio da dúvida é esse que pensa que somos um indivíduo (corpo), embora sejamos verdadeiramente Brahman. Ao matarmos esse demônio da dúvida, Você carrega esse corpo morto. Quando a noção errônea de que a pessoa é o Jiva se vai, Você carrega o corpo dela, dá o status de Brahman àquele corpo. Então, como Vishnu, o Deus todo-Permeante, mantém unido o corpo e opera através dele, Você reside no corpo como Janardan. Agora, Eknath fugiu. Não há ninguém que seja o proprietário, chamado Eknath, que esteja nesse corpo. Há apenas o Guru, o Mestre, que é Janardan. O som da concha fica evidente por causa daquele que a assopra. Quando este corpo está apto a falar, é porque Você o fez fazê-lo. Este corpo está movendo-se, e fazendo suas atividades por Sua causa, pois o que era "meu" se foi, junto com "eu".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/imortalidade.html"&gt;Imortalidade&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você deve entender Deus primeiro, isso implica que você deveria tornar sua visão totalmente penetrante. Assim como o céu permeia tudo, assim também Deus permeia tudo. Tenha em mente que Deus está em tudo. A luz do sol e a luz da lua são a luz do Ser. O Deus que permeia o mundo também reside dentro de nós. Assim como o céu (o espaço) invade um frasco, o Ser invadiu-nos. Quando o frasco (o corpo) se quebra, aquela porção de céu se funde com todo o céu, assim também a luz do Ser se funde em Brahman.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/o-sonho-dentro-do-sonho.html"&gt;O Sonho Dentro do Sonho&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O bicho da seda constrói a sua própria casa, um casulo, e depois morre nela. Você também está se atando similarmente. Você considera-se ser o corpo físico. Isto em si é o cativeiro. Você tem se tornado como o casulo do bicho da seda. Água morna é derramada sobre o casulo, o bicho da seda é morto e, em seguida, a seda é colhida. Se você mantiver o sentimento que o universo inteiro, bem como o vento e o espaço que estão contidos dentro dele, é o seu corpo, então você automaticamente é Brahman. Existe apenas Brahman, que é apenas Um. Aquele que sabe que não há mais nada é ele próprio Brahman. Aquele cujos anseios pelos objetos dos sentidos se foram, cujo sentido de "eu", como separado de tudo o resto se foi, e cujo orgulho se foi, é aquele que realmente realizou Brahman.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/09/o-suporte-de-tudo.html"&gt;O Suporte de Tudo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por que deveria a mulher que despeja louvores em seu marido, por dar-lhe um lindo brinco para o nariz, pensar no Senhor, que proveu-lhe um nariz para colocá-lo? Da mesma maneira, como podem os animalísticos seres humanos que olham apenas para o corpo como sendo tudo e o final de tudo da vida, ver Deus? Aquele cujo poder dá ao Sol a sua existência como Sol, à Lua sua existência como Lua, aos Deuses sua existência como Deuses, é Deus o todo poderoso. É Ele que é o suporte de tudo, que está presente no coração de todos os seres, e se tornou invisível ao homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O "Rei do Conhecimento" ("Eu Sou") influencia todos os sentidos, e parece garantir aos sentidos a "senhoria" sobre os objetos dos sentidos. É por causa dessa exteriorização que o fato de Ele estar antes dos sentidos, não atrai a atenção de ninguém. Através de muitos nascimentos, a mente e o intelecto têm adquirido o hábito de apenas olhar para fora. Portanto, "voltar-se para dentro" tornou-se uma tarefa muito difícil. Esse é chamado de "o caminho reverso".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/09/paramatma.html"&gt;Paramatma&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Que somos nós? Somos sempre a encarnação da existência, do conhecimento, e da felicidade (Satchidananda) - daqui que conhecemos a existência; por tanto, há a Consciência seguida de alegria ou de contentamento também. Somente há um impulso "eu". Os nomes de "Presenciacão", "Mula Maya", etc., existem somente por causa desse "eu".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é a Presenciação? É a consciência. Uma vez que você sabe quem "eu sou", então você pode descrevê-lo. Qual é a utilidade dessa porção de nomes sem conhecer o "si mesmo", o Ser? Portanto, trate de examinar tudo isso dentro de você mesmo. Confirma o que as escrituras e o Guru têm dito com a prova da sua própria experiência. A pessoa progredirá se compreender o que é grosseiro e o que é sutil. Tudo o que é visível é grosseiro. Então aparecem os dez sentidos, os cinco pranas (prana, aprana, vyana, udana e samana), a mente, o intelecto, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você prosseguir sem compreensão, então não compreenderá durante milhões de nascimentos. No espaço permanente e sem movimento existe ar, mas há uma diferença sutil entre o ar e o espaço. Ela não é detectada pelo olho, mas há uma diferença entre ambos - o ar pode ser sentido, mas o espaço é somente um vazio. Similarmente, há uma diferença sutil entre o "si mesmo" e a Presenciação, exatamente como há uma diferença entre o bronze e o ouro. No "si mesmo" (o Ser) não há nenhuma modificação de nenhum tipo, isso é porque ele é incondicionado. A isso se dá o nome - permanência. Assim, Chaitanya (a força vital) ou Maya é somente ilusão e há somente o Brahman no "Si mesmo". Da mesma maneira que há ar ou brisa no céu, há o impulso "eu sou" na "Presenciação", que também é chamado de poder ou força. É chamado também de "desejação".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/quem-e-este-eu.html"&gt;Quem é este 'Eu'? &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;uma regra geral ou um princípio da natureza, que se duas coisas são combinadas, uma terceira coisa é produzida. Por exemplo, a combinação de uma linha com algumas flores produz uma guirlanda que anteriormente não existia. Até mesmo o nome dos objetos que foram responsáveis por produzir a guirlanda desaparece assim que a guirlanda vem a existência. A guirlanda passa então a ser conhecida por seu próprio rótulo. Os rótulos de "flores" e "linha" tornam-se extintos, e o novo nome "guirlanda" é usado, e com esse novo nome, novas ações seguintes são realizadas. Com o contato da água com a terra surge o barro; consequentemente os rótulos "água" e "terra" tornam-se extintos. Da mesma maneira, pedras, tijolos, barro, e cimento são unidos e uma terceira coisa chamada "muro" aparece diante de nossos olhos, enquanto que as pedras, tijolos, barro e cimento simplesmente somem de nossa vista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/09/toda-aparencia-e-ilusao.html"&gt;Toda Aparência é Ilusão&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A pergunta é, se aquilo que é visto não é verdadeiro, por que é visível então? O que é visto é falso, porque tudo o que é visto é a magia criada pelo olho. É por isso que não é verdadeiro. No espelho vemos um rosto, isso implica que parecem existir dois rostos; significa então, que existe de fato dois "você"? O fato é que "você" é somente um, mas, entretanto, parecem existir dois. Um pintor pinta quadros com tinta, e diz, "esta é uma montanha, este é o Sr. Vishnu, esta é a Deusa Lakshmi". Você aceita isso como real? Você é o criador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/01/introducao_05.html"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-271543063854983481?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/271543063854983481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/siddharameshwar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/271543063854983481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/271543063854983481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/siddharameshwar.html' title='Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TUG4KO5FYAI/AAAAAAAAAGg/jnXT3qU-tq8/s72-c/Siddharameshwar+-+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-196420672688127246</id><published>2011-01-22T12:18:00.002-02:00</published><updated>2011-01-22T12:21:44.985-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>A Raiz do Nascimento - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;A Pessoa Toma Nascimento, ou Nasce de Acordo Com Seu Próprio Desejo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando a pessoa é iluminada pelo ensinamento dado pelo Sadguru, todos os quatro corpos (o físico, o sutil, o causal, e o Turya ou grande corpo causal) são dissolvidos. Então tudo se torna falso. De fato já é falso. Apenas "Um estado" chama tudo de falso. Após deixar de lado todas as coisas, a mente se torna absorvida no "Um". Então a pessoa torna-se aquilo que era o objetivo a ser alcançado. Torna-se aquela morada final da "liberdade total" (Sayujya Mukti). A pessoa torna-se a proprietária daquela "liberdade total". Aquilo que permanece após abandonar o que é visível é Brahman. Na ignorância, o observador e o observado são duas coisas. Quando aquilo que é observado é dissolvido, o observador fica sozinho (sem nenhum objeto de observação). Aquilo é Brahman. No sono profundo, o ignorante desfruta daquele estado sem objetos sem saber, quando ele deixa para trás o mundo visível. Não se pode viver sem desfrutar desse contentamento. Aquele que não tem um sono apropriado, certamente irá abandonar o corpo, que é o "descanso final" da morte. O estado de sono profundo é uma necessidade tanto dos pobres bem como dos ricos. A felicidade do sono profundo é comum a todas as criaturas. Um homem pode possuir um milhão de rúpias ou pode estar esperando um milhão de rúpias de alguém, mas ambos são iguais no sono profundo. O maior pecador e o Yogi são iguais no sono profundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Aquilo" que está além do visível, é o Ser (self). Se discernirmos apropriadamente, o universo não é como ele parece ser. A ignorância é o que é falso, e tratá-la como Verdade também é ignorância. Conhecer o falso como falso, reconhecer que é irreal é Conhecimento. Conhecer a realidade é Conhecimento Verdadeiro, mas considerar o irreal como sendo real é Ignorância. Os sábios vêem o falso como falso e experimentam adequadamente. Uma montanha é apenas uma acumulação de terra, não uma montanha. Quando você olha a cidade de Bombei, a terra que é a essência, a realidade, não é vista. Se você a vê como terra, então Bombei como uma cidade desaparece da sua vista. A liberação é reconhecer o que é verdadeiro e o que é falso. Tratar o falso como verdadeiro é aprisionamento. Aquele que abandona este mundo, conhecendo-o como falso, não retornará. Aquele que está convencido de que o mundo é falso, não tem desejo de retornar. Entretanto, o desejo não vai abandonar aquele que pensa que o mundo é verdadeiro. O desejo daqueles que não necessitam mais do mundo, morre. Ninguém mais compele-os a tomar nascimento. A pessoa toma nascimento, ou nasce de acordo com seu próprio desejo. A pessoa faz as preparações para o seu próximo nascimento, hoje. Para aquele que é ignorante há a esperança de que ao menos ele terá felicidade no próximo nascimento. A pessoa ignorante diz, "&lt;em&gt;O que mais eu farei se não tomar nascimento&lt;/em&gt;". Há muitos que doam para caridade por causa de sua crença que outro nascimento é inevitável. Aqueles que são inteligentes sabem que essa aparência do mundo é falsa, e se tornam sem desejos e livres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Medite no ensinamento dado pelo Sadguru e seguro-o bem perto do seu coração. Não se esqueça que você é o "Ser Um". Ouça o Guru e medite sobre suas palavras com extremo respeito. Aquele que não faz isso certamente mata a si mesmo. Aquele que tem que viver neste mundo não deveria extinguir "a lâmpada do conhecimento". Aquele que mantém-se com a grande afirmação "eu sou Brahman", é quem está intitulado para a liberação. Posteriormente, esse conceito, a observação de rituais, e a própria grande afirmação, todos desaparecem. Então não há nem o visível nem o invisível. O "Estado Natural" é alcançado. A meditação, e manter qualquer objeto na mente, ambos acabam. A imaginação é dissolvida. Ela submerge no não conceitual. Então aquele que era chamado de "Sr. Tal e tal", é Brahman, e apenas a consciência permanece. Isso é chamado de "Brahman sutil". Esse mesmo é o Estado Natural. O sonho acaba, e junto com ele, todas as pessoas no sonho também desaparecem. Ele apenas permanece. O prolongado sonho se vai, e Brahman permanece sozinho. Então Brahman sutil, que é pura consciência, apenas permanece. O aprisionamento do mundo, bem como o pecado e o mérito são todos terminados. As aparências terminam, e apenas o observador permanece. Aquele que não tem nascimento é liberado. A ilusão manteve-o preso no triste ciclo de nascimentos e mortes, mas agora tudo isso é dissolvido. O Sadguru como a "brilhante luz do sol da liberdade" o encontrou, e a ele foi dado sua "própria natureza original". Ele está convencido sobre Brahman sem ir e vir para nenhum lugar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-196420672688127246?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/196420672688127246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/raiz-do-nascimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/196420672688127246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/196420672688127246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/raiz-do-nascimento.html' title='A Raiz do Nascimento - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-1235238046056358582</id><published>2011-01-01T22:43:00.005-02:00</published><updated>2011-01-01T22:47:59.563-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>Ausência do medo - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Homem Apenas Pode Ser Pacificado Com o Presente do Ser&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O autoconhecimento é o conhecimento a respeito do seu Ser. Uma vez que reconhecemos quem realmente somos, então a determinação é feita a respeito do que é permanente e o que é transitório. Então, se segue a renunciação do impermanente, e a aceitação do permanente. Por causa da natureza transitória das coisas, o medo da dissolução é inevitável. Aquele que é assolado por esse medo da dissolução, ou da morte, continuamente luta para assegurar que uma tal coisa particular não lhe vai ser tirada. Ele toma toda precaução para preservar seu dinheiro, tenta duramente assegurar que a juventude e a beleza de sua esposa não se deteriorem, e luta para manter sua autoridade e seu status. Entretanto, não importa o quanto ele tentar, nada jamais acontece de acordo com seus desejos e vontades. Ninguém pode escapar do seu destino, e por a morte ser toda consumidora, tudo eventualmente vai ser destruído por sua mandíbula.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mesmo se tudo o que desejasse fosse dado a tal homem que esconde seus medos, poderia ele evitar ficar amedrontado? Se há algo que ele realmente necessite, é o presente da ausência de medo. O aspirante deve encontrar aquilo que irá libertá-lo do medo permanentemente. Este mendigo chamado homem, que perdeu o tesouro do seu próprio Ser, continuamente canta, "&lt;em&gt;eu sou o corpo, eu sou o corpo&lt;/em&gt;". Ele está sempre descontentado dizendo, "&lt;em&gt;eu quero isso, eu quero aquilo&lt;/em&gt;", e perambula por aí sempre mendigando por algo no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ele apenas pode realmente ser pacificado com o presente do Ser. O homem que canta, "&lt;em&gt;o que acontecerá comigo, com minha mulher e filhos, e com o dinheiro que eu considero ser meu?&lt;/em&gt;" está sempre perturbado e chateado. Esse tipo de homem precisa receber o presente de ter bravura. E então se torna sem medo. Apenas o Sadguru é generoso o suficiente, e capaz de outorgar esse presente da ausência de medo, que é o mais nobre de todos os presentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As coisas do mundo que são estimadas pelas pessoas sempre geram medo. Quando alguma ação é feita após ouvir as opiniões das pessoas mundanas, ela aumenta muitos tipos de medos. Visto que essas coisas que aparecem na ilusão são definitivamente perecíveis, ficamos completamente exaustos ao tentar mantê-las. De outro lado, a pessoa se torna sem medo ao escutar as histórias dos Santos. Aquilo que é ganho ao escutar os Santos, aquilo que é alcançado, não é perecível. Conquistas espirituais são cheias de felicidade. Quando você ganhar experiência na vida espiritual, então você conhecerá a bênção que você recebeu do Sadguru.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-1235238046056358582?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/1235238046056358582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/ausencia-do-medo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1235238046056358582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/1235238046056358582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2011/01/ausencia-do-medo.html' title='Ausência do medo - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-3469264263705833966</id><published>2010-12-18T20:45:00.006-02:00</published><updated>2010-12-18T20:51:56.929-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>A Ciência Espiritual do Auto Conhecimento - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Glória é Saber Que Todas As Aparências São Ilusórias&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A palavra Jiva é a combinação de duas palavras - "Ja" somada com "Iva", que significa que ele é como se tivesse nascido, mas na verdade não nasceu. O sinal de Paramatma é que Ele nem nasce e nem morre. A experiência de que Paramatma é sem nascimento e sem morte deveria ser sentida de fato. A palavra "Akasha" significa vácuo ou espaço vazio. O espaço vazio está em um pote, numa casa, e na consciência. Mesmo que o pote seja quebrado, ou que a casa desabe, o céu, ou o espaço que está contido dentro deles, não é afetado. Similarmente ao céu (Akasha), o Ser (self) também não vai nem vem a lugar nenhum. O Ser é anterior a todos os atributos, assim, ele não tem idas e vindas. Antes que houvesse mesmo o céu ou a água, naquele tempo, o Ser supremo, Atmaram, estava lá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você conta o tempo, os anos, através do sol nascendo e se pondo, mas naquele tempo não havia o sol, não havia a terra. Atmaram é assim tão antigo, ele estava lá antes que qualquer elemento viesse à existência. Dias e anos são todos fictícios. Mesmo que grandes poderes espirituais ou milagres se tornem evidentes, eles são todos um sonho. Este mundo não é real mesmo que por um momento, mas ele parece como se tivesse milhões de anos de idade. Tudo isso é falso. Pense em quinze minutos de um sonho. Ali você pode experimentar centenas de nascimentos e mortes. Escute - A glória é saber que todas as aparências são ilusórias, todas são falsas, e não há nem idas e nem vindas, e Aquele que é esta Glória, é Paramatma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você próprio é Paramatma. Sua "Verdadeira natureza" é esta. Você não tem nascimento, nem morte, nem idas e nem vindas. O que tem forma não é o que você é. "Nirguna" significa não ter qualidades. A palavra "Ananta" significa "aquilo que nunca termina". Paramatma está eternamente existindo, sem pausa. Aquele que sabe que somos assim em qualquer lugar ou tempo é Paramatma. Quando conhecemos as verdadeiras qualidades de Paramatma, temos essas qualidades em nós mesmos. Elas estão embebidas nele e devem assim ser embebidas. Uma vez que Paramatma permeia tudo, Ele é chamado de "todo-permeador", ou Vyapak. Em todas as variadas coisas, só há Uma que existe, assim como em todos os ornamentos, há apenas ouro. Todos os muitos nomes são usados para facilitar a aquisição da compreensão, mas Paramatma é além de descrição. Essas qualidades atribuídas a Ele são apenas suas propriedades. Tudo dessa aparência do mundo são as riquezas de Paramatma. São seu estado real. Aquele que é adornado por essas qualidades é Paramatma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Através da devoção o estado Dele é alcançado. Os nove tipos de devoção, ou a devoção nônupla (Navavidha Bhakti), é a devoção através da qual muitos se tornaram purificados. Dentre esses nove tipos de devoção, a nona, é a "auto-rendição", que é chamada Atma-Nivedana. Nós devemos meditar sobre esse nono tipo de devoção através de nossa própria experiência interior, Esse é chamado de o "estado de poder", o estado de ser "a Testemunha", o estado de "Chaitanya". Deveríamos examinar nossa própria experiência conforme isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Temos que oferecer nossa cabeça (prostrando-se) à Deus ou ao Guru após completarmos nossa adoração. Isso significa que temos que abandonar nosso apego com todas as posses. Dentre os devotos, existem muito poucos que meditam sobre a natureza do Ser, e pensam sobre o que o seu Ser real é. Existem muito poucos que questionam: "O que sou eu?" A natureza dessa forma de devoção, é que deveríamos observar quem nós somos. Quando é sabido que não somos ninguém, então quem é? Alguém É! Aquele alguém é Paramatma. Sem imperfeições e sem qualidades é aquele Ser supremo. Ele é todos os objetos, todas as qualidades, o ego, todas as coisas. Apenas "você" não está lá. Tudo é Paramatma mas quando você torna-se um insignificante pequeno ego, você é um indivíduo, o Jiva. Preocupações e pesares são seu destino na vida, e você se torna impotente. Por causa da aceitação do estado de Jiva, você se torna um prisioneiro. Com a dissolução do estado de Jiva, o que permanece é Shiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todos os servos do "Grande Ser" também são grandiosos. Vishnu é Sua mente. O sol e a lua são Seus olhos. Shiva é seu ego. Brahmadev é seu intelecto. A terra é Sua pele e Seus cabelos. Tudo isto é "o Glorioso Poder do Senhor". Nele, nada é insignificante. Quando o sentido de ser um Jiva se vai, apenas Shiva permanece, e Ele é Paramatma. Nesse momento, todos os órgãos sensoriais são elevados àquela Glória, e recebem nomes de várias deidades. Quando a casa é possuída pelo "Proprietário", naturalmente as portas e janelas também são de posse Dele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-3469264263705833966?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/3469264263705833966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/12/ciencia-espiritual-do-auto-conhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3469264263705833966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/3469264263705833966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/12/ciencia-espiritual-do-auto-conhecimento.html' title='A Ciência Espiritual do Auto Conhecimento - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-4573753854550645603</id><published>2010-12-13T22:49:00.002-02:00</published><updated>2010-12-13T22:52:30.167-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>A Verdade é Imutável e Eterna - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt; 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Não pode ser distorcida nem mudada de maneira nenhuma. Tal é o &lt;i&gt;Parabrahman&lt;/i&gt; (O Ser supremo). Oposto a isso, Maya (a ilusão) é isso que pode ser manipulado e mudado. Ambas as entidades (Brahman e Maya) estão presentes. É por isso que você deve procurá-los por você mesmo. Trate de compreender que todos os objetos externos podem ser movidos ou apartados. A própria Terra gira sobre si mesma e ao mesmo tempo dá voltas. O ar, o fogo e a água são móveis também. Porém, o céu não pode ser movido mesmo que desejarmos fazê-lo. Mas se fecharmos os olhos, até mesmo o céu desaparece. O céu é a mãe de todos os objetos. Todos estes objetos (ou seja, o mundo manifestado) não são verdadeiros. Não há nenhum objeto nesse mundo que não desapareça se ignorarmos sua "existência". Agora olhe para dentro. O corpo grosseiro desaparece. A mente é apenas os pensamentos e a fala. Se estivermos serenos (se a mente está em repouso) então desaparecem todos os sonhos, as dúvidas, o intelecto, os pensamentos, etc. O que sobra então? Nada. Este nada também pode ser abandonado, Mas, não obstante, permanece aquele que abandona. "Eu" sou o que transcende tudo. Assim, portanto, sobra "eu" como um presenciador. Finalmente, abandone também este "Eu". Agora sobra apenas a verdade, que está além do conhecimento ou da ignorância. Aquele que se esqueceu de tudo, todavia permanece. "Aquele que entra, sairá - não importa que seja um rei ou um mendigo". Aquele que renuncia tudo já não está na escravidão da mudança. Este a de ser compreendido como Brahman (o Ser, o si mesmo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tudo está em Brahman e Brahman está em tudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se há pão na boca, então esse pão ocupará certo espaço na boca. Todavia, se duzentos camelos forem vistos em um espelho, o peso do espelho não mudará porque os camelos vistos no espelho são somente um reflexo. Similarmente, embora o mundo fenomênico esteja em Brahman, isso não afeta e nem distorce Brahman de maneira nenhuma. Consequentemente, uma vez que você reside no seu próprio Ser (self), todos os objetos externos desaparecem. Tudo isto é Maya, somente um engano. O Ser permanece intocado por Maya. O nascimento de uma pessoa adquire significado verdadeiro somente quando se realiza o Ser. Do Ser surgiram o intelecto, o conhecimento, a ignorância, etc. Por conseguinte, "Você" é o precursor de tudo. O senhor Brahma, Vishnu y Mahesh devem sua existência a "Você". Durante o sono profundo, todos esses desaparecem; mas "Você" é permanente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-4573753854550645603?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/4573753854550645603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/12/verdade-e-imutavel-e-eterna.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4573753854550645603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4573753854550645603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/12/verdade-e-imutavel-e-eterna.html' title='A Verdade é Imutável e Eterna - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-6250477947936818980</id><published>2010-11-30T19:30:00.007-02:00</published><updated>2010-12-18T20:22:53.502-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>Conhecimento Puro - Siddharameshawar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Existência eterna independente de objetos e formas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para entender melhor como exatamente o "&lt;em&gt;puro conhecimento uno&lt;/em&gt;" está atuando; você tem apenas que sair de casa e de imediato olhar para a lua. Com que velocidade, de dentro da janela da mente, a pura consciência se apressa até a lua? Veja como ela permeia o céu inteiro numa fração de segundo. Tente isso. A mente tem essa mesma velocidade? A mente recebeu essa velocidade de ciência da lua, apenas através da ajuda desse "&lt;em&gt;Conhecimento&lt;/em&gt;". Onde quer que a mente vá, a Consciência já está lá. Que admiração é então que o movimento da mente pereça emperrado nessa consciência. Você tem apenas que abrir as pálpebras e o "&lt;em&gt;Conhecimento&lt;/em&gt;" (consciência) simultaneamente permeia o céu inteiro e a vastidão que contém uma multitude de estrelas e a lua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em vez de dizer que ela permeia, é melhor dizer que ela já permeou tudo o que agora é experimentado. Quando a Consciência viaja do olho até a lua, e a pessoa reconhece-a como sendo a lua - esse é o conhecimento "&lt;em&gt;objetivo&lt;/em&gt;". Nesse exemplo a lua é o objeto, e a consciência assume a sua forma assim que ela sabe que aquilo é a lua. Se há uma nuvem na frente da lua, a Consciência assume o formato da nuvem, e é vista como aquele objeto. Assim, a consciência permeia a nuvem, e sabe que a nuvem é um objeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Agora, tente notar a "&lt;em&gt;camada&lt;/em&gt;" de consciência sem um objeto, o "&lt;em&gt;Conhecimento Puro&lt;/em&gt;" sem a mistura de nenhum objeto. Aquele espaço, ou vácuo, que existe entre os olhos e a lua, não foi notado por você, ainda assim ele estava lá, permeando, existindo em sua própria natureza. Aquela é a forma pura do "&lt;em&gt;Conhecimento&lt;/em&gt;". Quando um vácuo, ou espaço vazio, que foi notado anteriormente, é propositalmente tornado o objeto da atenção, ele pode tornar-se o objeto da atenção como o "&lt;em&gt;espaço&lt;/em&gt;". O que é notado é &lt;em&gt;Maya&lt;/em&gt;, e o que não pode ser visto é "&lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto olha para a lua, o vácuo ou o espaço entre, não veio à sua atenção. Portanto, é consciência sem um objeto. Se esse espaço, ou vácuo é separado, e é tornado um objeto da visão, esse Conhecimento Puro é transformado num zero, porque se o espaço é visto separadamente, a modificação da mente se torna um vácuo. Se existe alguma diferença entre o céu e o Puro Conhecimento, é essa: Olhar separadamente para nossa própria natureza é o céu, e quando o ato de "&lt;em&gt;olhar&lt;/em&gt;" é abandonado, é "&lt;em&gt;conhecimento puro&lt;/em&gt;". Uma vez que o conhecimento puro é reconhecido apropriadamente dessa maneira, mesmo quando misturado com qualquer objeto, ele pode ser selecionado e reconhecido. Uma vez que a água pura é conhecida, mesmo quando misturada com alguma outra coisa, sua parte pode ser reconhecida dentro da mistura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A água é um fluído que pode tornar-se condensado em gelo. Mesmo quando a água abandona sua fluidez e assume a densidade do gelo, ela ainda é reconhecida como água na forma de gelo. Não é difícil reconhecer a umidade da lama como sendo água. Similarmente, uma vez que o Conhecimento Puro é conhecido, sua existência estável nesse mundo móvel pode também ser reconhecida, na forma de Sat-chit-anada (existência-consciência-contentamento).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A água pura é desprovida de qualquer cor, forma, gosto, ou cheiro. Uma vez que isso é propriamente entendido, mesmo quando a água é condensada, assumindo uma forma densa, ou fique apimentada ao adicionar pimenta, ou ficar doce ao adicionar-se açúcar, ou se torne cheirosa, ou seja, colorida com um tom de rosa, ou usada como água na tinta, é muito inconfundivelmente ainda reconhecida como água pura, ou água menos a forma, o gosto, o cheiro, e a cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, pelo mesmo método de eliminação, mesmo quando esse Conhecimento Puro está condicionado, ao subtrair o condicionamento, e ao dividir a forma em seus respectivos elementos, ele será reconhecido como sendo absolutamente "&lt;em&gt;Conhecimento Puro&lt;/em&gt;" apenas, que preenche todas as formas até a borda, em toda parte. Entretanto, antes de alcançar esse "&lt;em&gt;Conhecimento Puro&lt;/em&gt;" pelo método da eliminação, se a pessoa aceita o método da enumeração (escutando as qualidades de Deus), e segue discursando como é que somente Deus permeia todos os seres, e todas as formas, e que não existe nada além de Rama, e que "o mundo, e o senhor do mundo, são apenas um" etc., etc., então tal balbuciação jamais pode ser útil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em contraste com esse tipo de fala, se a pessoa fala apenas palavras vazias &lt;strong&gt;sem ter a experiência por traz delas&lt;/strong&gt;, tal como: "&lt;em&gt;Eu sou Brahman&lt;/em&gt;", "&lt;em&gt;os sentidos fazem seu trabalho, contudo eu não sou o fazedor, e não há virtude ou pecado na soleira de minha porta, etc.&lt;/em&gt;", em vez de ganhar o Ser, ele apenas irá enganar seu Ser. Dessa forma, esses chamados "Auto-descobridores" perdem alegria no mundo, bem como do outro mundo. O santo Kabir disse "&lt;em&gt;Ele foi embora como veio&lt;/em&gt;". Isso significa que essas pessoas morrem no mesmo estado de consciência com o qual elas nasceram. Não obtém nenhum benefício além disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-6250477947936818980?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/6250477947936818980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/11/conhecimento-puro.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/6250477947936818980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/6250477947936818980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/11/conhecimento-puro.html' title='Conhecimento Puro - Siddharameshawar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-5711663413546047734</id><published>2010-11-09T14:14:00.002-02:00</published><updated>2010-11-09T14:18:01.602-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>Devoção - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O demônio da dúvida significa pensar que somos um indivíduo (corpo)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com as mãos em prece, o discípulo curva-se perante seu Mestre, o qual é &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;. Após prostrar-se, ele diz para o Guru, "&lt;em&gt;Você agraciou-me com este que se curva perante Ti, o Estado de Shiva&lt;/em&gt;". Aquele "&lt;em&gt;Estado&lt;/em&gt;", que Você concede é "&lt;em&gt;Teu Próprio Ser&lt;/em&gt;". Você não permite que a entidade separada na forma de um indivíduo (&lt;em&gt;Jiva&lt;/em&gt;), permaneça, então como pode a identificação com o corpo permanecer? Você não perturba nossa vida, mas aceita nosso serviço a Você. Isso significa que o discípulo aparentemente é igual aos outros, no corpo físico. O princípio vivo, movendo-se no discípulo, é tão normal quanto o dos outros homens, mas Você transforma a "&lt;em&gt;Consciência Interior&lt;/em&gt;" na vastidão de &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;. Você dá ao Teu devoto o elevado estado do Ser (&lt;em&gt;Self&lt;/em&gt;), o qual está além do corpo, mas de alguma forma o corpo físico ainda serve a Ti.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O grande demônio da dúvida é esse que pensa que somos um indivíduo (corpo), embora sejamos verdadeiramente &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt;. Ao matarmos esse demônio da dúvida, Você carrega esse corpo morto. Quando a noção errônea de que a pessoa é o Jiva se vai, Você carrega o corpo dela, dá o status de &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt; àquele corpo. Então, como &lt;em&gt;Vishnu&lt;/em&gt;, o Deus todo-Permeante, mantém unido o corpo e opera através dele, Você reside no corpo como &lt;em&gt;Janardan&lt;/em&gt;. Agora, &lt;em&gt;Eknath&lt;/em&gt; fugiu. Não há ninguém que seja o proprietário, chamado &lt;em&gt;Eknath&lt;/em&gt;, que esteja nesse corpo. Há apenas o Guru, o Mestre, que é &lt;em&gt;Janardan&lt;/em&gt;. O som da concha fica evidente por causa daquele que a assopra. Quando este corpo está apto a falar, é porque Você o fez fazê-lo. Este corpo está movendo-se, e fazendo suas atividades por Sua causa, pois o que era "meu" se foi, junto com "eu".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Agora todas as ações são feitas por Você. O sentido de ego que estava no corpo se foi, e é agora substituído por Ti. Agora o reinado do &lt;em&gt;Jiva&lt;/em&gt; terminou, e Você, &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;, é o governante. É através do Seu Prana, que o Prana do corpo funciona. Os olhos que vêem, são Seus olhos, e Seu nariz absorve a fragrância. Você é o percebedor do nariz e dos olhos. Os ouvidos escutam como Você deseja que escutem. A língua capta o sabor através da Tua vontade, e o intelecto compreende através de Teu poder. O que quer que a mente diga, é através da Tua força. Sem Você, a mente não é capaz de dizer nada. Discriminação e "Conhecimento Seletivo" (peneirando o não essencial do Essencial) é possível através da Tua vontade. A fala é um adorno Teu. A compreensão é possível por Tua causa. Estar desperto, ou ter sonhos, é através do Teu poder. Mesmo o sono profundo, é experimentado por Tua causa. Quaisquer coisas que são apreciadas são por causa de Ti. Você está aqui, chamando a si mesmo de "Eu". Através da Tua Graça as pessoas reconhecem este corpo como &lt;em&gt;Eknath&lt;/em&gt;. Esse nome é Teu agora. Em vez de Te chamar de &lt;em&gt;Janardan&lt;/em&gt;, eles te chamam de &lt;em&gt;Eknath&lt;/em&gt;, Mas é apenas Você que age, não &lt;em&gt;Eknath&lt;/em&gt;. Ao assumir o nome &lt;em&gt;Eknath&lt;/em&gt;, Você tornou-se "o diretor".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É Você que dá vida a tudo neste mundo. Você é a "&lt;em&gt;Vida do Mundo&lt;/em&gt;". Você torna possível todas as ações. Você é tão Grandioso Sadguru, &lt;em&gt;Janardan&lt;/em&gt;. Saudações a Ti, com Teu Próprio Poder! Lâmpadas de &lt;em&gt;Arati&lt;/em&gt; são oferecidas para o Sol, mas a luz da lâmpada é dada pelo Sol. Adorar &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt; é se tornar &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;. Esta é a adoração Dele. Dessa forma, é Você que dirige o corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando a casa queima, todas as peças de madeira e bolos de esterco tornam-se fogo junto com ela. Similarmente, através do fogo do Conhecimento, o "eu" com um corpo tornou-se Conhecimento. Isso significa que o "eu" tornou-se não-existente. E agora apenas sobrou você na forma de Conhecimento. Pelo Teu "Poder", Você está continuando o livro da vida. Dormir, comer, fazer as refeições, tudo, é possível apenas por Tua causa. Tua pureza jamais é manchada. Os auspiciosos e não os auspiciosos são todos um em Ti, Senhor &lt;em&gt;Rama&lt;/em&gt;. Quem é esse que diz, "&lt;em&gt;Você é o fazedor de tudo?&lt;/em&gt;" Qual o nome deveria ser dado a Ti? É Você que fala assim, é você que está ciente da Consciência. Você é Ti mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando você diz que a dualidade vem à existência, você tem que tomar conta daquilo que é visto, e daquilo que não pode ser visto. Quando apenas a "&lt;em&gt;Experiência Pura&lt;/em&gt;" está lá, a trindade do observador, o observado e o ato da observação, vem à existência por causa do engano da mente. Quando você comeu um doce, por que fazer a distinção e dizer "Ele" comeu? Você deve ser muito claro em dizer "Eu sou Brahman" e "Eu desfruto de todos os prazeres". Isso significa que Brahman desfruta Brahman. Após ter conhecido o mundo, e após ter experimentado, "você" (o Ser) ainda está lá, mas você é uma nulidade. Sentir isso é essencial. É o Guru, apenas, que reside no corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-5711663413546047734?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/5711663413546047734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/11/devocao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5711663413546047734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5711663413546047734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/11/devocao.html' title='Devoção - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-504285050512856734</id><published>2010-10-30T11:24:00.008-02:00</published><updated>2010-10-30T11:37:50.250-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>Quem é Este “Eu”? - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na Verdade Não Existe Tal Coisa Como Um “eu”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Era uma vez, um homem chamado "&lt;em&gt;Gomaji Ganesh&lt;/em&gt;" que vivia numa cidade chamada &lt;em&gt;Andheri&lt;/em&gt;. Certa vez, esse homem estabeleceu um costume nos Tribunais de Justiça que nenhuma ordem ou documento poderia ser aceito como legal a menos que levasse o selo com seu nome nele, juntamente com as palavras "&lt;em&gt;A porta de bronze&lt;/em&gt;". A partir desse momento, todos os oficiais daquele município apenas aceitavam um documento como sendo legal se portasse o selo de "&lt;em&gt;Gomaji Ganesh, A porta de bronze&lt;/em&gt;". Esse procedimento para legalizar documentos continuou por um longo tempo até que eventualmente o selo tornou-se oficialmente parte do sistema legal da cidade de Andheri, e ninguém jamais investigou a respeito de quem esse "&lt;em&gt;Gomaji Ganesh&lt;/em&gt;" era. Conforme o tempo passou, aconteceu que um dia um documento importante que não portava o selo oficial "&lt;em&gt;Gomaji Ganesh, A porta de bronze&lt;/em&gt;" foi citado como evidência num caso arquivado no Tribunal de Justiça. Com exceção do fato de que esse documento não tinha o selo oficial, ele era completamente legal de acordo com todos os outros pontos da lei e procedimentos ordinários. Numa certa altura do caso, uma objeção foi levantada de que o documento não deveria ser aceito como uma evidência pois não continha o selo oficial "&lt;em&gt;Gomaji Ganesh, A porta de bronze&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Naquele momento, um homem corajoso que representava uma das partes do processo argumentou perante do juiz que o documento era perfeitamente válido, pois continha todas as assinaturas relevantes dos atuais oficiais do governo. Ele argumentou, "&lt;em&gt;Por que o documento não deveria ser admissível uma vez que é perfeitamente legal exceto por não conter o selo do Sr. Gomaji Ganesh?&lt;/em&gt;" Então, ele questionou a legalidade do próprio selo. Consequentemente, a legalidade do selo foi tornada um assunto de contenda. Até aquele dia, ninguém tinha se aventurado a trazer esse assunto diante do Tribunal de Justiça. Uma vez que havia surgido agora pela primeira vez, foi decidido que uma posição deveria ser tomada em relação à legalidade desse selo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Curioso a respeito de como o procedimento do selo da "&lt;em&gt;Porta de Bronze&lt;/em&gt;" veio a surgir, o próprio juiz tomou o assunto em mãos para investigar. Quando completada sua investigação, ele descobriu que muitos anos atrás no passado, um homem de nenhum status particular, um tal Sr. "&lt;em&gt;Gomaji Ganesh&lt;/em&gt;", tinha tomado vantagem do governo mal administrado de seu tempo, e colocado seu próprio nome num selo que era para ser usado por todos os documentos oficiais. Daquele tempo em diante, todos os oficiais do governo simplesmente continuaram seguindo cegamente a tradição. De fato, o juiz descobriu que o Sr. Gomaji Ganesh era um homem sem importância nenhuma, que não tinha autoridade de nenhum tipo. Quando o juiz fez essa descoberta, uma decisão foi tomada pelo Tribunal que o selo não era mais necessário para documentos legais. A partir daquele dia, o selo passou a ser olhado como ridículo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Da mesma maneira, deveríamos investigar sobre o sentido de "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", e como ele domina tudo com o selo do "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", e "&lt;em&gt;meu&lt;/em&gt;", assim como o selo do Sr. &lt;em&gt;Gomaji Ganesh&lt;/em&gt; descrito na história acima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É uma regra geral ou um princípio da natureza, que se duas coisas são combinadas, uma terceira coisa é produzida. Por exemplo, a combinação de uma linha com algumas flores produz uma &lt;em&gt;guirlanda&lt;/em&gt; que anteriormente não existia. Até mesmo o nome dos objetos que foram responsáveis por produzir a &lt;em&gt;guirlanda&lt;/em&gt; desaparece assim que a &lt;em&gt;guirlanda&lt;/em&gt; vem a existência. A &lt;em&gt;guirlanda&lt;/em&gt; passa então a ser conhecida por seu próprio rótulo. Os rótulos de "&lt;em&gt;flores&lt;/em&gt;" e "&lt;em&gt;linha&lt;/em&gt;" tornam-se extintos, e o novo nome "&lt;em&gt;guirlanda&lt;/em&gt;" é usado, e com esse novo nome, novas ações seguintes são realizadas. Com o contato da &lt;em&gt;água&lt;/em&gt; com a terra surge o &lt;em&gt;barro&lt;/em&gt;; consequentemente os rótulos "&lt;em&gt;água&lt;/em&gt;" e "&lt;em&gt;terra&lt;/em&gt;" tornam-se extintos. Da mesma maneira, &lt;em&gt;pedras&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;tijolos&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;barro&lt;/em&gt;, e &lt;em&gt;cimento&lt;/em&gt; são unidos e uma terceira coisa chamada "&lt;em&gt;muro&lt;/em&gt;" aparece diante de nossos olhos, enquanto que as pedras, tijolos, barro e cimento simplesmente somem de nossa vista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É através da união do Conhecimento e da Ignorância que uma coisa peculiar chamada "&lt;em&gt;intelecto&lt;/em&gt;" vem a existência, e é através desse "&lt;em&gt;intelecto&lt;/em&gt;" que o contato com o mundo emerge. O &lt;em&gt;ouro&lt;/em&gt; e o &lt;em&gt;ourives&lt;/em&gt; unem-se e produzem uma terceira coisa que aparece diante de nossos olhos como um &lt;em&gt;ornamento&lt;/em&gt;. O ornamento é visto e o ouro e o ourives são esquecidos. Na verdade, se alguém tentasse descobrir se existe uma coisa tal como um "&lt;em&gt;ornamento&lt;/em&gt;" no ouro, essa pessoa não veria nada além de ouro. Se falarmos para alguém trazer um ornamento sem tocar no ouro, o que ele poderia trazer? A coisa que chamamos de ornamento simplesmente sumiria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Da mesma maneira, da união de &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt; (o absoluto) e &lt;em&gt;Maya&lt;/em&gt; (ilusão), o ladrão chamado "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" surgiu orgulhosamente dizendo "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", e erguendo sua cabeça saiu proclamando soberania sobre ambos Brahman e Maya. Esse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", ou &lt;em&gt;ego&lt;/em&gt;, é o filho de uma mulher estéril (maya), que tenta estabelecer soberania ilimitada sobre o universo inteiro. Se observarmos os pais desse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", fica claro que é impossível para eles darem a luz a tal filho. A mãe da criança é Maya, a qual não existe. Do útero de Maya, o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" saiu. É suposto que ele tenha sido produzido pela "&lt;em&gt;energia da vida&lt;/em&gt;". No entanto, essa energia da vida (Brahman) não tem sexo, e nem mesmo proclama ser a "&lt;em&gt;fazedora&lt;/em&gt;", então os leitores podem imaginar que tipo de "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" é esse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como descrito acima, a existência do "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" é só no nome. Ainda assim, como o Sr. &lt;em&gt;Gomaji Ganesh&lt;/em&gt;, ele anuncia seu nome por toda parte como "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;". E vai por ai dizendo "&lt;em&gt;eu sou sábio, eu sou grande, eu sou pequeno&lt;/em&gt;", o tempo todo tendo esquecido de onde ele veio. Em vez disso, ele começa a glorificar a si mesmo como "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", como o gato que toma leite com os olhos fechados sem estar ciente do pau que está para atingi-lo pelas costas. Assim que ele aceita um direito, ou um privilégio, ele deve também aceitar a responsabilidade que vem junto com isso. Assim que uma pessoa fala, "&lt;em&gt;eu sou o realizador de um certo ato&lt;/em&gt;", esse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" deve gozar dos frutos de tal ação. A apreciação ou o sofrimento dos frutos, ou dos resultados da ação, estão vinculados à própria ação e à identificação como sendo o fazedor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na verdade não existe tal coisa como um "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;". Toda a "&lt;em&gt;propriedade de realizar ações&lt;/em&gt;" (&lt;em&gt;doership&lt;/em&gt;) que é a força motivadora por de trás do "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" está contida somente em &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt;. Entretanto, &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt; é tão esperto, que no momento que ele encontra alguém que se orgulha em ser o "fazedor", ele deixa toda a responsabilidade pelas ações sobre aquele "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" e permanece não comprometido com aquilo. Consequentemente, o pobre "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", está destinado a revolver na roda do nascimento e da morte. No exemplo da guirlanda mencionado acima, o nome "&lt;em&gt;guirlanda&lt;/em&gt;" surgiu depois que os nomes "&lt;em&gt;linha&lt;/em&gt;" e "&lt;em&gt;flores&lt;/em&gt;" foram esquecidos. Quando a guirlanda seca é dito que a guirlanda secou, ninguém diz que as flores secaram, dizem que a guirlanda secou, ou se a linha se rompe, dizem que a guirlanda se rompeu. Isso indica que a "&lt;em&gt;fazedura&lt;/em&gt;" (doership) do objeto original é imposta sobre o terceiro objeto devido ao orgulho, ou à identificação com o objeto. Da mesma forma, umas séries de misérias assolam o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" inexistente. Se a pessoa quer livrar-se da miséria, ela deve abandonar o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entretanto, antes que seja abandonado, temos que descobrir exatamente aonde esse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" reside. É apenas quando encontramos o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", é que podemos falar em abandoná-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O aspirante deveria iniciar a busca por esse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" em seu próprio centro. Ele nunca será encontrado fora de nós. Em cada ser humano o sentido de "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", ou ego; e de "&lt;em&gt;meu&lt;/em&gt;", o sentimento de posse; está preenchendo-nos até a borda. Todas as ações no mundo são realizadas pela força desse ego, e o sentido de "&lt;em&gt;meu&lt;/em&gt;". Para rastrearmos esse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" vamos primeiro examinar nosso próprio corpo físico grosseiro*, que parece tão próximo de nós. Após analisá-lo, vamos ver se esse "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" pode ser encontrado em algum lugar do corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em style="color: blue;"&gt;(* A investigação do "eu" continua depois nos outros três corpos, isto é, no corpo sutil, no corpo causal, e no grande corpo causal, no capítulo "A investigação dos quatro corpos - em busca do 'eu'" do livro "A chave mestra para a Realização do Ser").&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que é um corpo? É uma reunião do conjunto de partes (ou membros), tais como mãos, pés, boca, nariz, ouvidos, olhos, etc. A reunião de todas essas partes é chamada de "&lt;em&gt;corpo&lt;/em&gt;". Dessas várias partes, vamos descobrir qual delas é o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;". Podemos dizer que a mão é "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;", mas se a mão for cortada, ninguém irá dizer "&lt;em&gt;eu fui cortado&lt;/em&gt;", ou "&lt;em&gt;fui descartado&lt;/em&gt;". Suponha que os olhos fiquem cegos. Ninguém diz "&lt;em&gt;fui&lt;/em&gt; &lt;em&gt;embora&lt;/em&gt;", ou se o estomago está inchado, ninguém fala, "&lt;em&gt;eu estou inchado&lt;/em&gt;". Não, ao invés dizemos "&lt;em&gt;minha mão foi cortada&lt;/em&gt;", ou "&lt;em&gt;meus olhos cegaram&lt;/em&gt;", ou "&lt;em&gt;meu estomago inchou&lt;/em&gt;". Todas essas partes são chamadas como "&lt;em&gt;meu corpo&lt;/em&gt;". Olhando dessa maneira, pode facilmente ser visto que aquele que afirma ser o proprietário de todos esses membros, e mesmo do próprio corpo, realmente é alguém que é diferente do corpo que ele chama de sua propriedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Afirmamos acima que o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" não é nenhuma parte, ou nenhum dos membros do corpo grosseiro, mas que todas as partes são consideradas como "&lt;em&gt;minhas&lt;/em&gt;". Existe uma verdade geral estabelecida, ou uma máxima, que diz, "&lt;em&gt;Onde não existe o 'eu', não pode existir nada que possa ser chamado de 'meu'&lt;/em&gt;". Dessa máxima, procede que o corpo e os membros na verdade não pertencem a "&lt;em&gt;mim&lt;/em&gt;", sendo que não há nenhum "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" residindo ali. A mesma máxima se aplica no caso seguinte: se "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" não resido na casa do vizinho, pode a casa do vizinho, ou os pertences e partes associadas a ela pertencerem a mim? Se alguém quiser verificar a verdade da máxima "&lt;em&gt;onde não há o eu, não pode haver nada de meu&lt;/em&gt;", é só ir na casa do vizinho e dizer "&lt;em&gt;eu sou o amo aqui, e a mulher desta família também é minha&lt;/em&gt;". Se você tentar mostrar o seu sentido de "&lt;em&gt;meu&lt;/em&gt;" à mulher daquela casa, e começar a fazer investidas na direção dela, rapidamente você verá que tipo de experiência você terá. O verdadeiro dono daquela casa irá te bater tão forte que você logo perceberá que "&lt;em&gt;eu não sou o amo aqui, e ela não é minha&lt;/em&gt;". Da mesma maneira, quando o "&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;" não pode ser traçado em nenhum lugar no corpo então como pode ser dito que as partes do corpo e suas tendências pertencem a "&lt;em&gt;mim&lt;/em&gt;". Se você ainda insiste em chamá-lo de seu, descubra porquê, e também olhe atentamente para a condição de todos os seres humanos que olham para seu corpo como sendo deles, e agem dessa maneira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ser humano esquece seu Verdadeiro Ser, e não entende quem ele realmente é. Portanto, tem que tomar muitos nascimentos em inúmeras espécies. Às vezes ele se torna um verme que transita num excremento. Às vezes torna-se um novilho e fica preso girando em círculos numa &lt;em&gt;moenda&lt;/em&gt;. Às vezes torna-se um asno e trabalha duro chafurdando num monte de lixo. Quantas misérias se têm que sofrer é quase impossível de descrever. Após passar por nascimentos em todas as outras espécies, finalmente tem-se a boa sorte de nascer como um ser humano. Esse nascimento no corpo humano é único sendo que ele tem a capacidade de um intelecto superior e de discriminação a fim de que possamos conhecer a Deus, o "&lt;em&gt;Ser definitivo&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/12/era-uma-vez.html"&gt;http://editoraadvaita.blogspot.com/2009/12/era-uma-vez.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-504285050512856734?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/504285050512856734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/quem-e-este-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/504285050512856734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/504285050512856734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/quem-e-este-eu.html' title='Quem é Este “Eu”? - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-5951505980459434125</id><published>2010-10-26T09:36:00.005-02:00</published><updated>2010-10-30T11:35:17.016-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>Imortalidade - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Assim Como o Céu (o espaço) Invade Um Frasco, o Ser Invadiu-nos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chegamos a descobrir quem somos apenas ao pensar sobre isso. Qual é nosso dever quando ganhamos o nascimento como seres humanos? Este nascimento humano não é só para fazer os deveres de casa e as tarefas mundanas, como o touro que trabalha fazendo girar a prensa de azeite (sempre envolvidos mecanicamente em atividades repetitivas). Cumpra suas funções de tal maneira que você se torne imortal. Não viva apenas para fazer os deveres mundanos, apenas para morrer. "&lt;em&gt;Os ossos serão queimados como um feixe de madeira seca&lt;/em&gt;". Não viva assim. Viva para atingir o estado de imortalidade. Um dia você certamente morrerá. O que restará então? Será como &lt;em&gt;Shimga*&lt;/em&gt;, uma vida perdida ou nascimentos sem fim?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se um homem trabalha verdadeiramente, pode tornar-se &lt;em&gt;Narayana&lt;/em&gt;, Deus. Um Jiva está condenado a nascimentos em oitenta e quatro espécies diferentes. Ninguém virá para salvar-lhe, se você optar por permanecer um &lt;em&gt;Jiva&lt;/em&gt; (ego). "&lt;em&gt;Quando o anzol com a isca é engolido, tem sabor doce, mas quando a morte chega, a garganta é rasgada&lt;/em&gt;". Você verá como é tudo fútil à medida que os dias passarem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Portanto, trate de fazer um bom uso deste nascimento humano. Não o desperdice. A pele de um animal pode ser utilizada para fazer sapatos, mas a pele humana não tem nenhuma utilidade após a morte. No entanto, se um homem fizer esforços para compreender a realidade, ele se tornará Deus. Este corpo não tem absolutamente nenhuma utilidade após a morte. "&lt;em&gt;Eu vivi só para morrer&lt;/em&gt;". Não leve uma vida assim; viva para ser imortal. Seu nascimento será em vão se você não usá-lo para compreender a Realidade. "&lt;em&gt;Deve-se ter um filho cuja bandeira flamule no topo dos três mundos&lt;/em&gt;". Você deve pensar sobre o porquê você nasceu. "&lt;em&gt;Ele saiu do útero e entrou no túmulo - desperdiçando desnecessariamente seu nascimento&lt;/em&gt;". Que não seja essa a nossa situação!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os homens comem, excretam, e finalmente morrem. Então têm que passar por nascimentos em oitenta e quatro espécies, assim tornam-se muito miseráveis. O propósito do nascimento humano é obter a felicidade última realizando &lt;em&gt;Narayana&lt;/em&gt;, Deus. Em vez disso, as pessoas se envolvem em muitas coisas, desperdiçando assim este precioso corpo humano. É preciso compreender que se é &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt; para a obtenção de uma paz final. Isso é chamado &lt;em&gt;Purushartha&lt;/em&gt; - o objetivo final do homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somente a bandeira de tais pessoas flâmula no topo dos três mundos. Se somos Deus, temos de agir em conformidade. Somos todos onipenetrantes, sem qualidade, sem forma, como pode então &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt; estar enredado em uma vida mundana? Se o devoto busca Deus, ele O encontra. Na verdade, o próprio devoto é Deus. Quando está buscando Deus, ele descobre que ele mesmo é Deus. Você deve adorar &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt; para tornar-se &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;, e em seguida, você também deve permanecer estável no estado de &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;. Adquirira o estado de &lt;em&gt;Shiva&lt;/em&gt;. O santo Ramdas disse, "&lt;em&gt;Deus está muito perto, no coração, mas o encontro não acontece por toda uma vida&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você deve entender Deus primeiro, isso implica que você deveria tornar sua visão totalmente penetrante. Assim como o céu permeia tudo, assim também Deus permeia tudo. Tenha em mente que Deus está em tudo. A luz do sol e a luz da lua são a luz do Ser. O Deus que permeia o mundo também reside dentro de nós. Assim como o céu (o espaço) invade um frasco, o Ser invadiu-nos. Quando o frasco (o corpo) se quebra, aquela porção de céu se funde com todo o céu, assim também a luz do Ser se funde em &lt;em&gt;Brahman&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;*Um festival indiano onde as pessoas vestem-se como diferentes animais e se divertem. Da mesma forma, segundo a mitologia hindu, quando a pessoa morre, tem de sofrer nascimentos como 8.4 milhões de espécies diferentes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-5951505980459434125?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/5951505980459434125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/imortalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5951505980459434125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/5951505980459434125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/imortalidade.html' title='Imortalidade - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-4778262804889122759</id><published>2010-10-16T19:49:00.007-03:00</published><updated>2010-10-16T19:57:15.112-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>O Sonho Dentro do Sonho - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;A Aparência Desta Vida Como Sendo Real, é Um Sonho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Ser (Atman), que é sem nascimento e sem morte, dormiu; e em seu sonho, ele teve um sonho. Que tipo de sonho era esse? A aparição do mundo foi o sonho, e nesse sonho, ele sonhou que se tornou um indivíduo (Jiva). Então, a ilusão só aumentou. A aparência desta vida como sendo real, é um sonho. Aquele que era Deus se tornou um servo. Conceber como reais todas as pessoas, como a mãe, o pai, o irmão, os outros, e o mundo todo, é o sonho. Todos os seres do mundo estão revelando-se neste sonho. É muito raro e muito importante que uma dentre todas as pessoas deva pensar bastante longe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ter confiança em um santo é uma coisa muito rara. Um aspirante assim age de uma forma não egoísta. Aquele que está cheio de ego não vai nem mesmo jogar um pedaço de pão para um cachorro. Depois de realizar alguma caridade com a ausência do ego, há muitas vezes a experiência de altruísmo, ou de pura inteligência, que surge. É uma grande coisa sentir respeito pelo Santo. Grande é o fruto das bênçãos de nossos antepassados, os Santos que vieram antes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Discernimento&lt;/strong&gt; (Viveka) entre &lt;strong&gt;o essencial&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;não essencial&lt;/strong&gt; durante esta vida-sonho &lt;strong&gt;é raro&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A riqueza é uma espécie de narcótico como o vinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por causa dos méritos do último nascimento, a pessoa volta-se para o Guru, e fica curiosa a seu respeito. É ela que pode verdadeiramente utilizar o poder de discernimento. Essa pessoa vai até o guru e pensa sobre o que é essencial e o que não é essencial, e chega ao entendimento de que, "eu sou Brahman". Só então ela pode perceber que o mundo é ilusão, e se torna desperta daquele sonho. Ela experimenta a pura essência do Ensinamento, e entende que o mundo todo é uma ilusão, e que "O Ser Supremo (Paramatman) é a única verdade". Torna-se então aquela "Existência, Consciência, e contentamento (SatChitAnanda) encarnado", e torna-se um com Brahman.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando &lt;strong&gt;você&lt;/strong&gt; vem a conhecer o significado, e, quando pensa sobre isso, dizendo "Agora, &lt;strong&gt;eu&lt;/strong&gt; tive a experiência, e, agora &lt;strong&gt;estou&lt;/strong&gt; acordado". Quem é esse "eu" que adquiriu a experiência? Quando &lt;strong&gt;você&lt;/strong&gt; diz que &lt;strong&gt;você&lt;/strong&gt; experimentou alguma coisa, existe o &lt;strong&gt;ego&lt;/strong&gt;, ou o "&lt;strong&gt;eu sou&lt;/strong&gt;" (Aham). A coisa que diz "eu", ou "Você" &lt;strong&gt;não é nada&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Você diz que sabe, mas isso &lt;strong&gt;é&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;apenas ego&lt;/strong&gt;. É engano na ilusão. Por exemplo, você pode pensar que, "ele é", ou "você é" a mesma entidade antiga a quem as pessoas chamavam de Sr. Smith, mas agora "Sr. Smith" tornou-se Brahman. Se você decidir que o antigo Sr. Smith era só ilusão e que aquela "não-entidade" agora se tornou realidade, então a sua ilusão ainda não foi dissipada. O que é naturalmente o seu Ser, &lt;strong&gt;é a realidade como ela é&lt;/strong&gt;. Não existe "eu" ali, mesmo na forma mais sutil. Enquanto for sentido mesmo que no mínimo, que há &lt;strong&gt;qualquer necessidade de proteger o corpo&lt;/strong&gt;, o "eu" não desapareceu. Deveria haver o próprio sentimento efetivo, &lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;experiência&lt;/strong&gt;, que &lt;strong&gt;o universo inteiro está dentro de você&lt;/strong&gt;. Este &lt;strong&gt;é o entendimento&lt;/strong&gt; de que "Tudo é Ele", e "Eu sou Ele".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O bicho da seda constrói a sua própria casa, um casulo, e depois morre nela. Você também está se atando similarmente. Você considera-se ser o corpo físico. Isto em si é o cativeiro. Você tem se tornado como o casulo do bicho da seda. Água morna é derramada sobre o casulo, o bicho da seda é morto e, em seguida, a seda é colhida. &lt;strong&gt;Se você mantiver o sentimento&lt;/strong&gt; que o universo inteiro, bem como o vento e o espaço que estão contidos dentro dele, &lt;strong&gt;é o seu corpo&lt;/strong&gt;, então você automaticamente é Brahman. Existe apenas Brahman, que é apenas Um. Aquele que sabe que não há mais nada é ele próprio Brahman. Aquele &lt;strong&gt;cujos anseios pelos objetos dos sentidos se foram,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;cujo sentido de "eu", como separado de tudo o resto se foi, e cujo orgulho se foi&lt;/strong&gt;, é aquele que realmente realizou Brahman.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Siddharameshwar Maharaj&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://ricardo-yoga.blogspot.com/"&gt;http://ricardo-yoga.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6357199340669399264-4778262804889122759?l=advaita-nao-dualidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/feeds/4778262804889122759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/o-sonho-dentro-do-sonho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4778262804889122759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6357199340669399264/posts/default/4778262804889122759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advaita-nao-dualidade.blogspot.com/2010/10/o-sonho-dentro-do-sonho.html' title='O Sonho Dentro do Sonho - Siddharameshwar'/><author><name>Blog Advaita Não-Dualidade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13412386781149799863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_5z7sspUaPQw/TCk1Jj7No6I/AAAAAAAAADo/I78JH4aLCbs/S220/erika1+050.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6357199340669399264.post-8617745000160410487</id><published>2010-09-26T15:29:00.011-03:00</published><updated>2010-10-08T11:35:16.352-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siddharameshwar'/><title type='text'>O Suporte de Tudo - Siddharameshwar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3d85c6; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;Você Próprio é o Suporte&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Primeiro, o ser humano encontrava-se retorcido num pequeno espaço dentro do útero da mãe. Quando nasceu e veio para este mundo ilimitado, ele abriu ligeiramente os olhos e olhou ao redor. Ao ver um imenso espaço e uma tremenda luz, desviou seus olhos, e ficou em choque. "&lt;em&gt;Que lugar é este que eu vim sozinho? Quem é que irá me dar suporte? O que vai ser do meu destino?&lt;/em&gt;" Esses tipos de medo surgiram na sua mente. Imediatamente após o nascimento, com o primeiro choque, ele começou a chorar. Um pouquinho depois lhe foi dado uma gotinha de mel para lamber. Com isso ele sentiu-se aliviado pensando que tudo estava bem, e que ele tinha o suporte de alguém. Assim, ele pacificou-se. Entretanto, aquele primeiro choque de medo ficou tão arraigado em sua mente, que ele ficava assustado com o menor som, e ainda novamente ficava aquietado quando lhe era dado mel ou o seio de sua mãe. Dessa maneira, arranjando suporte externo a cada passo, esse ser humano tornou-se dependente do suporte de seus pais. Conforme ele foi crescendo, os pais dele, bem como aqueles que cuidavam dele quando criança, então começaram a lhe dar conhecimento a respeito do mundo. Depois disso, seus professores da escola ensinaram-lhe as várias ciências físicas, tais como geografia, geometria, geologia, etc., as quais são tão sem valor quanto poeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando ele entra na fase da "juventude", novamente procura por suportes para sua vida. Como é determinado pelo mundo que o suporte para vida vem do dinheiro, esposa, etc., ele junta riqueza e arruma uma esposa. E toma por garantido que ele pode ser sustentado por esse suporte mundano apenas, e desperdiça a sua vida. Com fama, aprendizagem, poder e autoridade, riqueza e esposa, ele soma prosperidade, e fica cada vez mais enroscado. Suas principais posses e todo seu suporte são sua esposa, riqueza, status, juventude, beleza e autoridade. Ficando com um orgulho especial em tudo isso, e ficando int
